Desemprego fica abaixo do esperado no primeiro trimestre de 2024! Saiba tudo

Desemprego atinge o menor patamar em 10 anos! Confira os novos resultados, veja as causas do desemprego e como solicitar o seguro. Veja mais neste artigo!
Sumário
desemprego

O cenário do mercado de trabalho brasileiro está passando por uma reviravolta notável no primeiro trimestre de 2024, conforme aponta o mais recente estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, a taxa de desemprego atingiu seu menor patamar desde 2014, trazendo alento e perspectivas otimistas para milhões de brasileiros.

Sendo assim, no artigo abaixo, vamos explicar tudo que você precisa saber sobre esses resultados surpreendentes, analisando os números e as tendências que estão moldando esse novo panorama.

Além disso, vamos explorar as principais causas do desemprego no Brasil, fornecer dicas valiosas para aqueles que estão em busca de uma nova oportunidade no mercado de trabalho e guiar passo a passo aqueles que precisam solicitar o seguro desemprego.

Prepare-se para se atualizar sobre as mais recentes informações do mercado de trabalho brasileiro e descubra como aproveitar as oportunidades que surgem nesse contexto de mudança. Vamos lá!

Desemprego de 7,9% no primeiro trimestre de 2024

Os resultados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trouxeram uma notícia encorajadora para o mercado de trabalho brasileiro.

No trimestre até março de 2024, a taxa de desemprego do país registrou um índice de 7,9%, marcando o menor patamar já alcançado para um período similar desde 2014, quando atingiu 7,2%.

Esse dado reflete uma tendência positiva e representa uma melhoria significativa em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando a taxa de desemprego estava em 8,8%.

Ao comparar com o trimestre anterior, encerrado em dezembro de 2023, observamos um aumento de 0,5 ponto percentual na taxa de desemprego.

Porém, esse aumento é uma característica sazonal comum, uma vez que o último trimestre do ano geralmente apresenta uma maior oferta de vagas devido às contratações temporárias para as festas de fim de ano.

Dessa forma, mesmo com esse aumento sazonal, os resultados gerais ainda indicam uma tendência positiva em relação ao cenário de emprego no país.

Taxa de desemprego fica abaixo das expectativas do mercado

Os resultados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram que a taxa de desemprego no Brasil ficou abaixo das expectativas do mercado para o primeiro trimestre de 2024.

Enquanto as estimativas apontavam para uma taxa de 8,1%, o índice real atingiu 7,9%. Essa surpreendente queda na taxa de desocupação foi impulsionada por diversos fatores que moldaram o cenário do mercado de trabalho no período em análise.

Um dos principais motivos para o aumento da desocupação foi o crescimento significativo no número de pessoas em busca de trabalho. Em comparação com o trimestre anterior, o contingente de pessoas procurando emprego aumentou em 6,7%, o que representa um acréscimo de 542 mil indivíduos na busca por oportunidades de trabalho.

Sob o mesmo ponto de vista, a redução da população ocupada também contribuiu para o aumento da desocupação. Houve um recuo de -0,8% na comparação trimestral, refletindo uma diminuição no número de pessoas empregadas no país. No entanto, quando observamos a comparação anual, esse contingente apresentou um crescimento de 2,4%.

Vale salientar que esse aumento na taxa de desemprego no primeiro trimestre é influenciado por um movimento sazonal na força de trabalho. Como explicou Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, em um papo com o site UOL, esse fenômeno é caracterizado por perdas na ocupação em relação ao trimestre anterior.

Apesar desse aumento na desocupação, é significativo destacar que a taxa de desemprego registrada foi a menor já observada para um trimestre encerrado em março desde 2014, quando atingiu 7,2%.

Portanto, a alta observada no trimestre em questão não invalida a tendência de redução da taxa de desocupação observada nos últimos dois anos, conforme ressaltou Beringuy.

Em termos absolutos, o número de desempregados até março foi de 8,6 milhões. Isso representa um aumento de 6,7% na comparação trimestral, porém, uma queda de 8,6% (menos 808 mil pessoas) em relação ao mesmo período do ano anterior.

Como ficou a taxa de ocupação no primeiro trimestre de 2024?

A população ocupada se refere ao conjunto de indivíduos que estão atualmente empregados ou exercendo alguma atividade remunerada. Essa categoria engloba trabalhadores formais, informais, autônomos e aqueles que atuam por conta própria.

Durante o primeiro trimestre de 2024, a população ocupada foi estimada em 100,2 milhões de pessoas. Este número apresentou uma queda de 0,8% em relação ao trimestre anterior, representando uma diminuição de 782 mil pessoas.

No entanto, quando comparamos com o mesmo período do ano anterior, observamos um aumento significativo de 2,4%, o que corresponde a um acréscimo de 2,4 milhões de pessoas na população ocupada.

Embora o número de trabalhadores com carteira assinada tenha se mantido estável em 38 milhões na comparação com o trimestre anterior, o contingente de empregados informais aumentou. O número de empregados sem carteira (informais) foi estimado em 38,9 milhões até março deste ano.

Além disso, houve um aumento na renda média da população ocupada. O rendimento real habitual de todos os trabalhos foi estimado em R$ 3.123 por mês até março, registrando um aumento de 1,5% em relação ao trimestre anterior e de 4% na comparação anual.

Por outro lado, devido à redução na população ocupada, a soma total dos rendimentos de toda a população ocupada no país permaneceu estável em comparação com o trimestre encerrado em dezembro de 2023.

Taxa de subutilização: O que é, e como fica em 2024

A taxa de subutilização é um indicador que avalia a utilização inadequada da mão de obra. Esta taxa engloba não apenas os desempregados, mas também aqueles que estão subocupados, ou seja, trabalhando menos horas do que gostariam.

Além disso, a métrica leva em conta aqueles que fazem parte da chamada força de trabalho potencial, ou seja, pessoas que não estão procurando ativamente por emprego, mas estariam disponíveis para trabalhar se uma oportunidade surgisse.

No trimestre até março de 2024, a taxa de subutilização foi de 17,9%, representando um aumento de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, que era de 17,3%.

No entanto, na comparação anual, observamos uma queda de 1 ponto percentual, pois no mesmo período do ano anterior a taxa de subutilização era de 18,9%.

Isso significa que, embora a taxa de desocupação possa ter diminuído, a subutilização da força de trabalho ainda é uma realidade significativa no país.

A população subutilizada, composta por 20,7 milhões de pessoas, cresceu 3,9% no trimestre, o que representa um aumento de 770 mil pessoas em relação ao trimestre anterior. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, houve uma redução de 4% nesse contingente, o que representa 870 mil pessoas a menos.

Lembre-se que a taxa de subutilização é um indicador abrangente que oferece uma visão mais completa da situação do mercado de trabalho, levando em consideração não apenas o desemprego, mas também outras formas de subutilização da mão de obra.

Geração de empregos formais no primeiro trimestre de 2024

No primeiro trimestre de 2024, a geração formal de empregos no Brasil registrou números bastante positivos, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Em março, o país fechou o mês com um saldo positivo de 244.315 empregos com carteira assinada. Isso representa um marco significativo, sendo o melhor resultado para o mês de março desde 2020.

Além disso, quando consideramos o acumulado do ano, de janeiro a março de 2024, o saldo foi ainda mais expressivo, com um aumento de 719.033 empregos em relação ao mesmo período do ano anterior.

Esse aumento de 34% em comparação aos três primeiros meses de 2023 demonstra um crescimento consistente e robusto na criação de empregos formais.

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou a importância desses números, ressaltando que o momento é significativo e que os resultados positivos devem servir como motivação para a luta da classe trabalhadora por melhores condições.

“Ou seja, é um momento importante, então eu creio que neste Primeiro de Maio nós temos motivos para fixar a luta da classe trabalhadora por melhores condições”, comentou o ministro em um papo com a Agência Brasil.

Em quais áreas foram gerados mais empregos?

Como citamos acima, no primeiro trimestre de 2024, o mercado de trabalho brasileiro testemunhou um aumento notável no estoque de empregos formais, evidenciando um cenário de crescimento econômico.

Analisando os setores nos quais foram geradas as maiores quantidades de empregos formais, destacam-se os seguintes pontos:

  • Setor de Serviços: Registrando o maior crescimento de empregos formais no mês de março, o setor de serviços se destacou, com a criação de 148.722 postos de trabalho. Isso sugere uma demanda contínua por serviços diversos, como educação, saúde, tecnologia e entretenimento, impulsionando o emprego nesse segmento.
  • Comércio: O setor do comércio também apresentou um desempenho sólido, com a criação de 37.493 novos postos de trabalho. Esse aumento pode refletir um aumento na demanda do consumidor, bem como a retomada das atividades econômicas após períodos mais desafiadores, como o da pandemia de Covid-19.
  • Indústria: Na indústria, foram criados 35.886 novos empregos, com destaque para a indústria da transformação. Os números indicam uma considerável recuperação no setor industrial, que desempenha um papel fundamental na economia brasileira, contribuindo para a produção e a geração de empregos.
  • Construção Civil: A construção civil também contribuiu significativamente para a geração de empregos formais, com a criação de 28.666 novos postos de trabalho, vinculados principalmente a investimentos governamentais em obras públicas e infraestrutura.
  • Agropecuária: O único setor que apresentou um saldo negativo foi a agropecuária, com 6.457 postos de trabalho a menos. Esse declínio pode ser atribuído às sazonalidades do setor, que podem influenciar nas contratações em determinados períodos do ano.

Ao considerar o perfil dos novos trabalhadores admitidos, observa-se que a maioria das vagas criadas no mês de março foram preenchidas por mulheres (124.483), enquanto os homens ocuparam 119.832 novos postos.

Além disso, a faixa etária com maior saldo foi a de 18 a 24 anos, com 138.901 postos, indicando oportunidades para jovens ingressarem no mercado de trabalho formal.

Geração de empregos nas regiões e nos estados brasileiros

A geração de empregos no Brasil, em março de 2024, apresentou um cenário positivo em todas as regiões do país, refletindo um movimento de crescimento e fortalecimento do mercado de trabalho. Analisando os dados por região e destacando os estados mais proeminentes, observam-se os seguintes pontos:

Regiões

Todas as regiões do país registraram saldo positivo na geração de empregos formais no último mês, indicando uma recuperação econômica generalizada e uma demanda contínua por mão de obra. Esse panorama demonstra um cenário favorável para a criação de novos postos de trabalho em diversas áreas e setores econômicos.

Destaques por Variação Relativa

Em termos relativos, alguns estados se destacaram pela variação na criação de empregos em relação ao estoque do mês anterior. São eles:

  • Acre registrou a abertura de 1.183 postos, representando um aumento de 1,13%.
  • Goiás criou 15.742 vagas, uma variação positiva de 1,02%.
  • Piauí teve um saldo positivo de 3.015 postos, representando um aumento de 0,86%.

Destaques por Variação Absoluta

Em termos absolutos, alguns estados se destacaram pela quantidade de postos de trabalho gerados:

  • São Paulo liderou com a criação de 76.941 postos, representando um aumento de 0,6%.
  • Minas Gerais teve um saldo positivo de 40.796 vagas criadas, equivalente a um aumento de 0,9%.
  • Rio de Janeiro registrou a geração de 22.466 postos de trabalho, representando um aumento de 0,7%.

Esses números evidenciam a dinâmica variada do mercado de trabalho em diferentes regiões do Brasil, com estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro se destacando tanto em termos absolutos quanto relativos.

Por outro lado, é importante notar que outros estados também contribuíram significativamente para a geração de empregos, refletindo um panorama nacional de recuperação e crescimento econômico.

Quais são as principais causas do desemprego?

Mesmo com um considerável aumento na geração de emprego nos últimos períodos, milhões de brasileiros ainda enfrentam o desemprego. Esse cenário persistente de desemprego pode ser atribuído a uma série de fatores estruturais e conjunturais que afetam o mercado de trabalho.

Algumas das principais causas do desemprego incluem:

  • Ciclos Econômicos e Flutuações do Mercado: As economias são naturalmente sujeitas a ciclos de expansão e contração, o que pode resultar em variações na demanda por mão de obra. Durante períodos de recessão ou desaceleração econômica, as empresas tendem a reduzir suas operações e cortar empregos, aumentando os índices de desemprego.
  • Tecnologias Disruptivas e Automatização: O avanço tecnológico e a automação têm transformado rapidamente diversos setores da economia, substituindo o trabalho humano por máquinas e algoritmos. Isso pode resultar na obsolescência de certas habilidades e na redução da demanda por determinadas ocupações, levando ao desemprego estrutural.
  • Desigualdades de Qualificação e Educação: A falta de qualificação profissional e educacional pode limitar as oportunidades de emprego para muitos trabalhadores. À medida que a economia se torna cada vez mais baseada no conhecimento e na tecnologia, aqueles sem habilidades relevantes enfrentam dificuldades para encontrar emprego em setores em crescimento.
  • Desequilíbrio Regional: O desemprego muitas vezes é mais prevalente em determinadas regiões do país devido a disparidades econômicas, infraestrutura inadequada, falta de investimentos e oportunidades limitadas. Isso pode resultar em um excesso de mão de obra em certas áreas e escassez em outras.

Esses são apenas alguns dos fatores que contribuem para o desemprego persistente no Brasil, destacando a necessidade de políticas públicas e estratégias eficazes para enfrentar esse desafio complexo e promover a inclusão e o crescimento econômico sustentável.

Estou desempregado, o que fazer? Veja como conseguir um emprego

Se você está desempregado e em busca de uma nova oportunidade de trabalho, aqui estão algumas estratégias que podem ajudá-lo a encontrar emprego:

  • Revise e Atualize seu Currículo: Certifique-se de que seu currículo esteja atualizado, destacando suas habilidades, experiências relevantes e realizações. Adapte-o para cada vaga que se candidatar, destacando as qualificações que são mais relevantes para a posição em questão.
  • Use Sites de Empregos e Redes Profissionais: Explore sites de empregos online, como LinkedIn, Indeed, InfoJobs, e cadastre-se para receber alertas de vagas que correspondam ao seu perfil. Além disso, utilize redes profissionais para se conectar com recrutadores e profissionais da sua área de interesse.
  • Networking: Aproveite suas conexões pessoais e profissionais para buscar oportunidades de emprego. Participe de eventos da sua área de atuação, feiras de empregos, workshops e conferências para ampliar sua rede de contatos e obter informações sobre oportunidades de trabalho.
  • Entre em Contato com Empresas: Identifique empresas em que você tem interesse em trabalhar e entre em contato diretamente com elas. Envie seu currículo e uma carta de apresentação destacando seu interesse na empresa e explicando como você pode contribuir para o sucesso dela.
  • Seja Proativo e Persistente: Não desanime diante das dificuldades e rejeições. Continue buscando ativamente por oportunidades, enviando currículos, participando de entrevistas e se aprimorando profissionalmente. A persistência é fundamental para alcançar seus objetivos.
  • Considere Oportunidades Alternativas: Esteja aberto a considerar oportunidades de emprego temporárias, freelancers ou projetos independentes enquanto busca por uma posição em tempo integral. Essas oportunidades podem proporcionar experiência, networking e uma fonte de renda enquanto você busca por uma posição permanente.
  • Se Capacite e Aprimore suas Habilidades: Aproveite o tempo livre para investir em cursos de capacitação, workshops ou certificações que possam melhorar suas habilidades e torná-lo mais competitivo no mercado de trabalho. Esteja sempre aberto a aprender e se desenvolver profissionalmente.

Lembre-se de manter uma atitude positiva, perseverança e foco em suas metas durante a busca por emprego. Com dedicação e esforço, você aumentará suas chances de encontrar uma nova oportunidade que corresponda às suas expectativas e necessidades profissionais.

Quem tem direito ao seguro-desemprego?

O seguro-desemprego é um benefício concedido pelo governo brasileiro aos trabalhadores que foram dispensados sem justa causa, com o objetivo de prover assistência financeira temporária durante o período de desemprego. Para ter direito ao seguro-desemprego, é necessário atender aos seguintes requisitos:

  • Ser Trabalhador Formal: O benefício é destinado a trabalhadores que foram demitidos sem justa causa de empregos formais, incluindo trabalhadores domésticos, pescadores artesanais, e empregados resgatados.
  • Tempo de Trabalho: O trabalhador deve ter sido empregado por um período mínimo, que varia de acordo com o número de vezes que ele já solicitou o seguro-desemprego. Geralmente, é necessário ter trabalhado por pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses anteriores à data da dispensa para ter direito ao benefício pela primeira vez.
  • Não Estar Recebendo Outro Benefício: O trabalhador não pode estar recebendo outro benefício previdenciário, exceto auxílio-acidente e pensão por morte.
  • Não Possuir Renda Própria: O trabalhador não pode possuir renda própria suficiente para sua manutenção e de sua família durante o período de desemprego.

Como solicitar seguro-desemprego?

Para solicitar o seguro-desemprego, o trabalhador deve seguir os seguintes passos:

  • Reunir Documentação: Documentos pessoais, como RG, CPF e carteira de trabalho, Termo de rescisão de contrato de trabalho (TRCT) ou Termo de Homologação (quando aplicável), comprovante de saque do FGTS ou documento que comprove a rescisão do contrato de trabalho.
  • Agendar Atendimento: O trabalhador deve agendar um atendimento em um dos postos de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), através do site ou do aplicativo “Carteira de Trabalho Digital”.
  • Comparecer ao Atendimento: No dia e horário agendados, o trabalhador deve comparecer ao posto de atendimento do MTE, levando todos os documentos necessários.
  • Realizar o Pedido: No posto de atendimento, o trabalhador deve preencher o formulário de solicitação do seguro-desemprego e entregar os documentos necessários.
  • Acompanhar o Pedido: Após realizar o pedido, o trabalhador pode acompanhar o andamento do processo através do site ou do aplicativo “Carteira de Trabalho Digital”.

É importante ressaltar que o procedimento de solicitação do seguro-desemprego pode variar de acordo com a região e o órgão responsável pela gestão do benefício. Por isso, é recomendável verificar as orientações específicas de cada localidade.

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