Fraude no INSS: confira se você teve benefícios descontados

Fraude no INSS leva à queda do presidente do órgão e prisão de 6 pessoas! Entenda quem são as vítimas e veja como conferir o extrato. Veja mais neste artigo!
Sumário
fraude no inss (crédito: UOL)

Um dos maiores esquemas de desvio de recursos já registrados no país veio à tona na última quarta-feira (23 de abril), após uma operação conjunta entre a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União.

O alvo: um golpe bilionário contra aposentados e pensionistas, envolvendo cobranças indevidas diretamente nos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

As investigações apontam que o grupo por trás da fraude no INSS atuava desde 2019 e, ao longo dos anos, teria desviado cerca de R$ 6,3 bilhões.

O golpe funcionava por meio de mensalidades lançadas nos contracheques dos beneficiários, sem qualquer autorização prévia. Em muitos casos, as vítimas sequer sabiam que estavam tendo valores descontados mês a mês.

  • Sendo assim, como saber se você teve benefícios descontados pela fraude no INSS?

Continue lendo! Neste artigo, vamos mostrar como esse esquema operava, de que forma foi descoberto e quais são os caminhos para que você verifique se também foi afetado.

Se você recebe aposentadoria ou pensão do INSS, é hora de olhar com atenção seus extratos e entender como se proteger de práticas semelhantes.

Fraude no INSS 2025: o que é?

A mais recente investigação da Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União, revelou um golpe sofisticado que afetou diretamente milhares de beneficiários do INSS.

O esquema consistia na aplicação de descontos não autorizados nos contracheques de aposentados e pensionistas, por meio de mensalidades vinculadas a supostos serviços que nunca foram prestados.

Segundo os órgãos responsáveis pela apuração, os desvios ocorreram entre 2019 e 2024 e podem ter movimentado mais de R$ 6,3 bilhões.

As cobranças eram feitas por associações que ofereciam vantagens como acesso a academias ou convênios médicos, mas sem qualquer estrutura para atender os segurados.

Em muitos casos, a adesão a esses serviços foi registrada com assinaturas falsificadas, sem o conhecimento das vítimas. Uma pesquisa realizada com 1.300 beneficiários mostrou que 97% deles jamais autorizaram esses descontos, o que reforça o caráter fraudulento do esquema.

Como funcionava a fraude no INSS?

O esquema fraudulento operava de forma silenciosa, porém altamente lucrativa.

A prática envolvia o lançamento de descontos mensais nos benefícios pagos pelo INSS, como se os aposentados e pensionistas fossem filiados a associações voltadas à defesa de seus direitos.

O detalhe é que a imensa maioria dessas pessoas nunca solicitou qualquer vínculo com essas entidades, tampouco autorizou qualquer tipo de cobrança.

As associações alegavam oferecer serviços como orientação jurídica, convênios com academias e até planos de saúde. No entanto, a estrutura dessas instituições era praticamente inexistente, o que indica que o objetivo real era apenas capturar recursos públicos de forma indevida.

As investigações identificaram pelo menos 11 entidades envolvidas no golpe – vamos mostrar a lista no tópico seguinte.

Todas foram alvos de medidas judiciais, e os contratos mantidos com os beneficiários foram suspensos. Com o avanço da operação, a estimativa é de que os prejuízos aos cofres públicos alcancem R$ 6,3 bilhões.

A repercussão do caso também provocou mudanças na liderança do INSS. O presidente do órgão, Alessandro Stefanutto, foi exonerado do cargo no mesmo dia em que a operação foi deflagrada.

Até o momento, o novo nome para o comando da instituição ainda não foi divulgado.

Entidades investigadas pela fraude no INSS

A operação conduzida pela Polícia Federal com apoio da Controladoria-Geral da União teve desdobramentos em diversos estados e resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão, além de prisões preventivas.

O objetivo foi desarticular uma rede de entidades suspeitas de realizar descontos indevidos nos benefícios de milhares de segurados do INSS.

As autoridades apuram desvios que teriam ocorrido ao longo de cinco anos, entre 2019 e 2024, com um impacto financeiro estimado em R$ 6,3 bilhões.

As instituições investigadas apresentavam-se como associações de apoio a aposentados, mas, segundo os dados colhidos até o momento, estariam envolvidas na cobrança de mensalidades sem autorização dos beneficiários.

Confira a lista das entidades que estão sob investigação:

  • Conafer
  • AAPPS Universo
  • Caap
  • Aapen (antiga ABSP)
  • Contag
  • Sindnapi/FS
  • ABCB/Amar Brasil
  • AAPB
  • Adpap Prev (anteriormente Acolher)
  • Unaspub
  • Ambec

Como foi descoberta a fraude no INSS?

As primeiras pistas do esquema surgiram ainda em 2023, durante uma análise administrativa feita pela Controladoria-Geral da União (CGU).

A partir desse levantamento, surgiram fortes indícios de irregularidades, o que levou à comunicação com a Polícia Federal no início de 2024 para aprofundar as investigações.

Com o avanço das apurações, a Polícia Federal instaurou 12 inquéritos para investigar possíveis crimes ligados a descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas.

A CGU entrevistou mais de 1.200 beneficiários e descobriu que 97% deles jamais haviam autorizado qualquer tipo de desconto mensal em seus pagamentos.

O levantamento revelou também que, em cerca de 72% dos casos analisados, as entidades não haviam apresentado ao INSS a documentação obrigatória para realizar os descontos em folha.

Além disso, muitas das autorizações eram falsas, com assinaturas adulteradas ou sem qualquer consentimento formal dos segurados.

Boa parte das entidades investigadas formalizou Acordos de Cooperação Técnica com o INSS, permitindo, em tese, que os valores fossem descontados diretamente da aposentadoria dos filiados.

No entanto, a verificação das autorizações era falha ou, em alguns casos, inexistente, o que facilitou a inserção de cobranças fraudulentas.

As descobertas revelam um padrão de fraude sofisticado, que envolvia falsificação de documentos e oferecimento de serviços fictícios como assistência jurídica e descontos comerciais, sem qualquer entrega real ao público-alvo.

Presos, afastados e investigados pela fraude no INSS

A operação que revelou o esquema bilionário envolvendo entidades e servidores do INSS levou à prisão de seis pessoas e ao afastamento de nomes ligados à cúpula do Instituto.

A ação, coordenada pela Polícia Federal e pela CGU, também envolveu o bloqueio de bens avaliados em mais de R$ 1 bilhão.

Prisões e apreensões

A ofensiva foi executada em 34 cidades e cumpriu mais de 200 mandados de busca e apreensão. Cinco prisões ocorreram nas primeiras horas da operação. No fim do dia, uma sexta pessoa, que estava foragida, também foi detida.

Todos os detidos têm ligação com entidades sediadas em Sergipe, suspeitas de participar ativamente das fraudes contra aposentados e pensionistas.

Durante as buscas, foram apreendidos veículos de alto padrão, dinheiro em espécie, peças de valor artístico e joias, reforçando as suspeitas de enriquecimento ilícito com os valores desviados.

Servidores afastados

A investigação também apontou envolvimento de servidores do INSS, o que levou à demissão de Alessandro Stefanutto do comando do Instituto.

Outros cinco nomes foram afastados cautelarmente de suas funções por decisão judicial. São eles:

  • Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho – ocupava a Procuradoria-Geral do INSS;
  • Giovani Batista Fassarella Spiecker – atuava na coordenação do atendimento ao público;
  • Vanderlei Barbosa dos Santos – exercia a função de diretor de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão;
  • Jacimar Fonseca da Silva – era o responsável pela coordenação de Pagamentos e Benefícios;
  • Um sexto servidor, que também colaborava com o esquema, teve o nome mantido sob sigilo.

As investigações seguem em andamento, com foco em ampliar o rastreamento de valores desviados e identificar outros possíveis envolvidos, tanto dentro do setor público quanto nas associações beneficiadas com os descontos irregulares.

Meu benefício foi descontado pela fraude no INSS? Como saber

Se você é aposentado ou pensionista e suspeita que seu benefício tenha sido afetado por descontos indevidos, é possível verificar diretamente no extrato do INSS.

O documento detalha todas as retiradas feitas do seu benefício, incluindo valores referentes a crédito consignado e mensalidades associativas.

Para fazer consultar o extrato INSS e saber se seu benefício foi descontado, siga o passo a passo abaixo:

  • Acesse o app ou site Meu INSS.
  • Faça login com CPF e senha do Gov.br.
  • No menu, clique em “Extrato de benefício”.
  • Selecione o número do benefício em questão.
  • Na tela seguinte, o extrato completo será exibido.
  • Verifique se há descontos relacionados a mensalidades associativas, que podem ser indícios de fraude.

Caso identifique qualquer irregularidade, entre em contato com o INSS para esclarecer a situação e evitar mais prejuízos. Você pode usar o próprio aplicativo, ou ligar para o órgão na Central de Atendimento 135.

O que é mensalidade associativa?

A mensalidade associativa é uma cobrança realizada por entidades, como associações e sindicatos, para financiar os serviços que elas oferecem aos seus membros.

No caso dos aposentados e pensionistas do INSS, essas mensalidades podem incluir benefícios como assistência jurídica, descontos em academias, planos de saúde e outros serviços, embora, em muitos casos, essas ofertas não sejam cumpridas ou sequer autorizadas pelos beneficiários.

Essas cobranças só podem ser feitas se houver uma autorização expressa do beneficiário, por meio de um contrato formalizado com a entidade.

No entanto, como demonstrado nos casos de fraude, muitas vezes as mensalidades são cobradas indevidamente, sem o consentimento dos aposentados e pensionistas, resultando em descontos fraudulentos diretamente dos benefícios pagos pelo INSS.

Se você não se lembra de ter autorizado qualquer tipo de cobrança desse tipo, vale a pena verificar seu extrato de benefício, como descrito anteriormente, para garantir que não haja descontos irregulares sendo realizados.

Como excluir mensalidade associativa no INSS?

Se você identificar um desconto indevido em seu benefício relacionado a mensalidades associativas, é possível solicitar a exclusão desse valor de forma simples, utilizando o aplicativo ou o site Meu INSS, ou até mesmo entrando em contato com a central de atendimento 135.

Veja o passo a passo para realizar esse procedimento:

  • Abra o aplicativo “Meu INSS” no seu celular.
  • Faça login com seu CPF e senha do Gov.br.
  • Clique em “Novo pedido”.
  • Digite “Excluir mensalidade” na busca e selecione o serviço correspondente.
  • Leia as instruções que aparecerem na tela e avance conforme solicitado.

Para garantir que as entidades não realizem mais descontos indevidos, também é possível bloquear os benefícios para associações:

  • Entre no aplicativo “Meu INSS” ou no site.
  • Faça login com CPF e senha do Gov.br.
  • Na página inicial, utilize o campo de pesquisa para procurar “Solicitar bloqueio ou desbloqueio de mensalidade”.
  • Clique no nome do serviço que aparece na lista.
  • Leia as instruções na tela e siga o passo a passo para concluir a solicitação.

Além disso, o beneficiário tem a opção de entrar em contato diretamente com a associação que aplicou o desconto para pedir a devolução das contribuições cobradas de forma indevida.

Caso precise do ressarcimento, você pode ligar para o número 0800 da associação, que deve estar disponível no seu holerite. Outra forma é enviar um e-mail para [email protected], detalhando o ocorrido.

O INSS também entrará em contato com a entidade responsável pelo desconto, solicitando os documentos que comprovem a autorização ou requerendo a devolução dos valores.

Se necessário, é possível registrar queixas e denúncias sobre os descontos não autorizados no Portal Consumidor.Gov ou diretamente na Ouvidoria do INSS, através da Plataforma Fala BR.

Outras fraudes no INSS: histórico

A fraude na Operação Sem Desconto, que revelou descontos indevidos no valor de até R$ 8 bilhões em benefícios de aposentados e pensionistas, resultou na demissão do presidente do INSS, Alessandro Stefanutto.

Contudo, essa operação é apenas uma entre diversas ações realizadas ao longo dos anos para combater fraudes envolvendo o INSS. Veja abaixo outros casos notáveis:

2021 – Operação Bússola

  • Esta operação revelou um esquema de falsificação de documentos para concessão de aposentadoria rural.
  • O golpe gerou um rombo de R$ 55,8 milhões, mas a ação evitou perdas ainda maiores, estimadas em R$ 623 milhões.
  • Trinta e quatro pessoas foram presas.

2009 – Operação Zeppelin

  • Em Sorocaba (SP), a Polícia Federal desarticulou um esquema envolvendo aposentadorias fraudulentas, causando um prejuízo de R$ 5 milhões.
  • Funcionários e advogados cobravam propina para criar vínculos falsos para cerca de 400 pessoas.

2006 – Fraude com Carimbo Falso

  • Em Cubatão (SP), foi descoberta uma fraude envolvendo um médico do INSS, que falsificava atestados médicos com seu próprio carimbo.
  • Duas pessoas foram presas pela falsificação de documentos.

2007 – Fraude com 400 Benefícios Falsos

  • A Polícia Federal prendeu 15 pessoas em Minas Gerais, após descobrir uma fraude envolvendo 400 benefícios falsos e um prejuízo de R$ 4,5 milhões.
  • Entre os detidos estavam servidores do INSS e até uma pessoa que se passava por bispo da Igreja Católica.

2010 – Fraude no LOAS

  • No Rio de Janeiro, 30 pessoas foram presas por fraudar o LOAS (Benefício de Prestação Continuada), destinado a idosos, com a participação de servidores do INSS e advogados.
  • Os envolvidos cobravam propinas para agilizar os processos.

2012 – Operação Desmanche

  • A Polícia Federal prendeu 12 pessoas no Maranhão por fraude envolvendo aposentadorias e o LOAS.
  • A operação resultou em um prejuízo de R$ 1,8 milhão, além da apreensão de 180 cartões magnéticos.

2004 – Esquema “Mortos-Vivos”

  • Em Cuiabá, servidores do INSS reativavam benefícios de pessoas falecidas ou com morte presumida e transferiam os pagamentos a procuradores.
  • O esquema resultou em um prejuízo de R$ 1,2 milhão, com 14 pessoas presas.

2012 – Operação Licomedes

  • O prejuízo causado por essa fraude foi de R$ 5 milhões.
  • Funcionários do INSS inseriram dados falsos no sistema, concedendo benefícios a pessoas já falecidas ou inexistentes.

2012 – Operação Tornado

  • Em Cuiabá, 14 pessoas, incluindo cinco servidores do INSS, foram presas por envolvimento em um esquema de fraude com concessão de benefícios fraudulentos.

2025 – Operação Mandatum

  • No início de 2025, foi desarticulado um esquema de falsificação de atestados médicos para concessão de benefícios de aposentados possivelmente falecidos, causando um prejuízo de R$ 2,6 milhões.

2025 – Operação Melhor Idade

  • Essa operação foi uma continuação da investigação sobre fraudes envolvendo “idosos de aluguel” para o BPC/LOAS.
  • A ação revelou 285 identidades falsas e causou um prejuízo de R$ 23 milhões, com mandados cumpridos em quatro estados.

2025 – Operação Ribaldo

  • No Tocantins, a operação investigou a falsificação de documentos para obter benefícios previdenciários, com mandados sendo cumpridos também no Maranhão.

2025 – Operação Rewind

  • Em fevereiro de 2025, um servidor do INSS no Ceará foi preso após reabrir processos indeferidos e conceder benefícios irregulares, resultando em retroativos e empréstimos fraudulentos.

2025 – Operação Vovorica

  • Deflagrada no Maranhão, a operação investigou a reativação de benefícios e empréstimos consignados fraudulentos, com um prejuízo inicial de R$ 1,48 milhão.

2025 – Operação Caça ao Tesouro

  • Em março de 2025, a Polícia Federal prendeu nove pessoas no Rio de Janeiro por um golpe que envolvia saques ilegais no valor de R$ 50 milhões, com a participação de servidores e advogados.

2025 – Operação Falsas Aparências

  • No Piauí, foi desmantelado um esquema de fraude no INSS que envolvia falsificação de documentos para a concessão de benefícios.
  • A operação resultou no sequestro de R$ 3 milhões em bens.

2025 – Operação Vicarius

  • No Rio Grande do Norte, criminosos utilizaram documentos falsos para sequestrar benefícios do INSS e realizar empréstimos fraudulentos, gerando um prejuízo significativo.

FAQ

O que é a fraude no INSS?

A fraude no INSS é um esquema que desviou bilhões de reais de aposentados e pensionistas através de descontos indevidos nos benefícios. Esses descontos foram aplicados por associações sem autorização dos beneficiários, e os serviços prometidos nunca foram prestados.

Como posso saber se meu benefício foi afetado pela fraude?

Você pode verificar se houve descontos indevidos acessando seu extrato no “Meu INSS”. Caso identifique valores de mensalidades associativas que você não autorizou, é possível entrar em contato com o INSS para resolver a situação.

O que são mensalidades associativas?

Mensalidades associativas são cobranças feitas por entidades, como associações ou sindicatos, para financiar serviços como planos de saúde, assistência jurídica ou descontos em academias. Elas só podem ser aplicadas se houver autorização expressa do beneficiário.

Como posso excluir uma mensalidade associativa do meu benefício?

Se identificar um desconto indevido, você pode solicitar a exclusão da cobrança diretamente pelo aplicativo “Meu INSS”. Também é possível bloquear novos descontos dessas associações através da mesma plataforma.

O que devo fazer se encontrar descontos fraudulentos no meu extrato?

Se você detectar descontos não autorizados, deve fazer uma solicitação para excluir a mensalidade associativa, utilizando o aplicativo “Meu INSS” ou entrando em contato com a Central de Atendimento 135. Além disso, pode procurar a associação responsável para solicitar a devolução dos valores descontados.

Como foi descoberta a fraude no INSS?

A fraude foi descoberta após uma investigação realizada pela Controladoria-Geral da União e pela Polícia Federal, que revelou a cobrança indevida de mensalidades associativas desde 2019. A análise de mais de 1.200 beneficiários indicou que 97% não haviam autorizado esses descontos.

Quais entidades estão sendo investigadas pela fraude?

Diversas entidades, como Conafer, AAPPS Universo, e outras, estão sendo investigadas por envolvimento no esquema de descontos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.

Como posso me proteger de fraudes no INSS?

Verifique regularmente seus extratos e desconfie de cobranças que você não tenha autorizado. Se identificar qualquer irregularidade, entre em contato com o INSS o mais rápido possível para evitar novos descontos.

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