Entenda o papel da liderança nas organizações
05 abr 2021

Entenda o papel da liderança nas organizações

papel da liderança

O papel da liderança nas organizações é tema recorrente no mundo dos negócios. Apesar de ser deveras relevante, esse assunto ainda gera certas confusões. Nesse sentido, muitos profissionais – independente do setor de atuação – acabam não entendendo como os líderes devem se posicionar.

Apesar de relevante, esse tema é comentado menos do que deveria, concorda?

A boa notícia, no entanto, é que essa confusão toda tem data marcada para acabar. Para ser mais específico, no final deste artigo, esse assunto ficará 100% claro para você. Antes de mais nada, é preciso entender que há uma imensa distância entre ser chefe e ser líder.

Por isso, se prepare por aí e vamos em busca de mais conhecimento.

 

A importância e o real papel da liderança nas organizações

Uma empresa é um ecossistema que serve de cenário para o desenvolvimento simultâneo de vários processos. Em outras palavras, várias situações ocorrem diariamente e, claro, ao mesmo tempo. Logo, é evidente a necessidade de planejamento, comprometimento, senso de organização, gestão de tempo e mais um incalculável número de habilidades.

Com uma conta bem rápida, conclui-se que os esforços citados algumas linhas acima precisam de bastante coordenação. E é aí que entra em cena o papel da liderança, que vai bem além de distribuir ordens e tarefas. Assim sendo, o líder é o profissional que fica na linha de frente, sempre atento ao que acontece em todas as etapas dos processos. Por consequência, entre suas atribuições estão as tarefas de identificar erros, analisar resultados e propor planos que possibilitem os melhores desempenhos por parte da equipe.

Sem esse direcionamento correto, é provável que os colaboradores percam o rumo e rendam aquém das expectativas. Dessa forma, acontece uma indesejável cadeia de eventos, incluindo retrabalho, baixa produtividade e prejuízos financeiros.

Em suma, percebe-se que o papel da liderança nas organizações é cuidar de todos os assuntos que envolvem o gerenciamento de pessoas. Cabe ao líder pegar a “camisa 10 do time” e arquitetar as estratégias para que tudo seja executado com mais êxito possível.

Para desenvolver uma gestão de sucesso, é preciso saber manter os colaboradores motivados e engajados com os objetivos da empresa. Além disso, o bom gestor é perito em criar métricas, planejar a execução das tarefas e mensurar os resultados conquistados ao longo de um determinado tempo.

 

5 características de um bom líder organizacional

Agora que você conhece o papel da liderança nas empresas, chegou a hora de entender o que é preciso para fazer esse trabalho de gestão. Logo, esta etapa de nossa conversa é toda dedicada às características que formam um bom líder organizacional. Dentre elas, podemos destacar as 5 disponíveis abaixo.

 

Comunicação assertiva

Um líder organizacional deve ter uma comunicação clara, suave e objetiva. Nesse sentido, é importante ressaltar, que ser verdadeiro é bem diferente de ser mal-educado. Logo, é importante selecionar as palavras antes de dar feedback e se posicionar nas reuniões One-On-One.

A comunicação do bom líder também precisa ser efetiva. Em outras palavras, é necessário apresentar planejamentos, estratégias e tarefas de maneira mais entendível possível. Para evitar ruídos, experimente usar recursos visuais e documente tudo o que for dito.

 

Ética – indispensável para o papel da liderança

A conduta ética é um dos grandes exemplos que um líder pode passar aos demais. Esse valor tão indispensável deve ser usado nas relações com todos os envolvidos com a organização. Em resumo, seja ético com os membros da equipe – incluindo os seus superiores -, bem como com os clientes e concorrentes.

 

Criatividade

O bom líder organizacional precisa ter um perfil inovador e aberto a trabalhar com ideias novas. É aí que entra em cena a criatividade, qualidade que facilita a criação de eficientes formas de manter o time inspirado e motivado.

Além disso, a mente inventiva é capaz de ajudar a empresa no desenvolvimento de produtos e serviços, que atendam com mais eficiência às demandas do mercado. Porém, é preciso cuidado para não confundir o profissional criativo com a nociva habilidade de propor soluções antes mesmo de conhecer os problemas.

 

Proatividade

Por mais que confie na equipe, a liderança nunca deve “deitar em berço esplêndido” e esperar a chegada dos resultados positivos. Por isso, o líder precisa estar disposto a trabalhar com dedicação, persistência e foco. Em outras palavras, é preciso se doar ao máximo e transformar em ação as estratégias planejadas no campo das ideias.

 

Empatia

Entre outros protagonismos, o papel da liderança nas organizações também é quebrar paradigmas. Nesse sentido, não há mais espaço para o outrora vigente modelo de gestão baseado no controle e numa rígida hierarquia. Logo, o bom líder deve ser um exemplo de empatia, sobretudo em tempos de home-office.

Se colocar no lugar do outro é a única forma de entender as dificuldades e as responsabilidades que as pessoas encaram diariamente. Dessa forma, a liderança empática consegue captar os sentimentos e emoções alheios. E como exercer essa habilidade que é tão indispensável quanto a inteligência emocional? Simples: quando alguém do time apresentar um problema, procure abrir espaços para que esse colaborador possa organizar seus pensamentos. Seja um bom ouvinte e, consequentemente, estreite seus laços com seus colaboradores.

Além de amenizar o clima organizacional, a empatia estimula harmonia e engajamento. Por consequência, a empresa consegue estabelecer uma relação mais humanizada com seus colaboradores. Afinal, quem está no comando deixa de ser um “chefe temido” e assume um perfil mais acessível e amistoso.

 

Considerações finais sobre o papel da liderança

Se você chegou até aqui, percebeu que o papel da liderança nas organizações é formar equipes que trabalhem em sintonia, ou seja, com bastante harmonia. Os resultados desses esforços são os resultados positivos.

Para liderar de forma sadia, no entanto, é preciso ter uma pirâmide de habilidades – emocionais, profissionais e socias – na ponta dos dedos. Além das que conferimos linhas acima, o líder precisa ter intuição, carisma, positividade, confiança e senso de humor, só para citar algumas.

Por consequência, a conduta trabalhada na ética, na empatia e na inovação, estabelece as diferenças entre “chefia” e “liderança”. Neste nosso mundo corporativo moderno, não há mais espaço para gestões conduzidas de forma conservadora e autoritária. Com bastante equilíbrio, ponderação e bom senso, é possível desenvolver uma gestão livre e disciplinada. No final das contas, todos os envolvidos com a empresa e/ou serviço, saem no lucro.

Desde já, a equipe de controle de ponto digital Genyo deseja que você exerça o papel de liderança aí nos seus negócios de forma leve, transparente e exemplar. O sucesso, conforme você pode imaginar, é fruto do desempenho do bom líder.

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