14 jun 2021

Feedback: o que é e para que serve na empresa?

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A cultura do feedback é indispensável no meio corporativo há alguns bons anos. Apesar de ser muito mais do que uma tendência, no entanto, muitos profissionais ainda se confundem um pouco ao lidarem com esse tema.

Se esse assunto ainda te deixa um pouco perdido, este artigo é tudo o que você precisa ler hoje. Nesse sentido, vamos conversar sobre conceitos e tipos de feedbacks, bem como faremos uma reflexão sobre essa ferramenta de avaliação tão importante para a gestão de pessoas.

Dito isso, acomode-se por aí e se prepare para consumir um conhecimento que vai abrir seus horizontes.

Vamos lá?

 

O que é feedback na empresa?

Bastante popular no cenário corporativo, a palavra feedback faz parte do vocabulário da língua inglesa. Em tradução livre, assume significados como, “avaliação”, “comentário”, “opinião” e “retorno”. Nesse sentido, esse termo é incorporado ao idioma português para expressar um determinado ponto de vista.

Cortando para a ‘to do list’ de um gestor de pessoas, o feedback na empresa é uma forma de avaliar e opinar sobre a realização de uma tarefa. O foco dessa avaliação está no resultado em si, bem como no desempenho do avaliado. Em síntese, a ideia é fazer análises profundas para que, em feedbacks futuros, as constatações possam ser utilizadas na busca por performances cada vez melhores.

A definição de feedback conforme conhecemos atualmente, ou seja, sinônimo de avaliação de pessoas, surgiu em meio à recuperação da economia após a Segunda Guerra Mundial. O primeiro conceito desse termo, no entanto, data de cerca de 100 anos antes, isto é, o período final da Revolução Industrial. Naquela época, “feedback” estava relacionado ao processo de “retroalimentação”. Dessa forma, era a palavrinha que definia como a produção de energia, movimento e sinais de saída retomavam ao ponto inicial em um sistema mecânico.

 

Quais são os tipos de feedback?

Conforme você confere abaixo, existem quatro tipos de feedbacks. Apesar de relativamente opostos, no entanto, todos são complementares e, inevitavelmente, serão utilizados em algum momento.

Todos eles possuem em comum a necessidade de atentarmos para o tom da conversa. A comunicação deve ser assertiva, bem como discreta, pois não há necessidade de expor “defeitos” de qualquer pessoa. Portanto, acompanhe a leitura e, por consequência, saberá como e quando aplicá-los.

Feedback corretivo

Em primeiro lugar, precisamos esclarecer o porquê desse feedback não fazer parte do “feedback negativo”. O motivo é totalmente pertinente, pois a intenção é propor uma avaliação que aponte quais aspectos devem ser corrigidos, melhorados e mudados. A intenção aqui é corrigir algo e não punir.

O feedback corretivo, conforme dito linhas acima, serve para elencar os pontos que precisam ser melhorados. Nesse sentido, podemos pensar em comportamentos inadequados ou algo que cause impacto negativo em algum aspecto do dia a dia no trabalho. Em suma, essa análise é o ponto de partida quando há a necessidade de se mudar um comportamento.

Feedback negativo

Assim como quase tudo no universo, o cenário organizacional também tem suas dualidades. Logo, eventualmente, as coisas não saem conforme o planejado e, por consequência, os resultados não serão os melhores. E é aí que entra em cena o feedback negativo.

Ele é dado para corrigir alguma ação que não está alinhada aos objetivos da empresa. É muito importante, no entanto, ter atenção total para que um feedback negativo não vire uma chuva de críticas que possam diminuir o funcionário. O posicionamento aqui é mostrar ao colaborador o que fazer para corrigir erros de percurso e, consequentemente, ter melhores desempenho e resultados.

Feedback informal

Esse feedback acontece quando a liderança demonstra sua avaliação sobre as atividades realizadas pelos colaboradores ao longo do dia. Isso se dá, por exemplo, com um elogio por uma tarefa feita com sucesso, ou até mesmo um e-mail parabenizando a equipe pelo empenho.

O feedback informal pode ser realizado a qualquer momento. Sua característica mais marcante, portanto, é acontecer de modo que não interfira na rotina de trabalho e nem na produtividade do time. Na dúvida, durante o intervalo intrajornada, chame o liderado para um café e faça um elogio.

Feedback positivo

Esse feedback tem o objetivo de enaltecer um comportamento que desejamos que seja perene. Quando alguma realização de um determinado colaborador causa impacto positivo, é justo que ele receba um reconhecimento. Dessa forma, o funcionário se sentirá estimulado a repetir o comportamento. Caso haja omissão por parte da empresa, o procedimento sadio pode acabar caindo no ostracismo.

Para o funcionário, é indispensável saber se está cumprindo seu papel de maneira eficiente. Afinal, quando as atitudes trazem resultados, o funcionário tende a aumentar o engajamento com as cores da empresa. Em outras palavras, a sensação de que “pisa em ovos” não é das mais salutares.

 

A importância do feedback para o crescimento da empresa e do funcionário

No final das contas, o feedback é muito mais do que uma ferramenta do departamento de gestão pessoal. Dessa forma, podemos pensar nesse recurso como um instrumento de comunicação essencial para que todos na empresa compreendam se estão na direção certa. Em outras palavras, estamos lidando com um GPS para direcionar se a firma e os funcionários estão próximos da realização de objetivos e sonhos.

Abaixo, você confere alguns benefícios que a cultura do feedback traz para a empresa:

  • Aumento da confiança e da produtividade da equipe;
  • Diminuição do turnover;
  • Melhoria na qualidade de produtos, processos e serviços;
  • Humanização da relação entre empregador, líder e liderado;
  • Ajuda a tornar a empresa um lugar melhor para se trabalhar.

Como o sistema organizacional é uma via de mão dupla, é preciso entender os benefícios que o feedback proporciona para o colaborador.

  • Identifica e aperfeiçoa ainda mais os pontos fortes;
  • Reconhece pontos fracos e descobre como convertê-los em aprendizado;
  • Potencializa o desenvolvimento do marketing pessoal;
  • Incentiva algumas habilidades que promovem o crescimento profissional, como os 5 pilares da inteligência emocional;
  • Aumenta a motivação e engajamento.

Por fim, é inegável a relevância do feedback para o crescimento da empresa, bem como para a evolução profissional do colaborador. Logo, se por aí essas análises ainda não fazem parte do cotidiano, fica a sugestão de amadurecer os processos de implantação. Desde já, a equipe do Controle de Ponto Digital Genyo deseja sucesso e se coloca à disposição para te ajudar com qualquer dúvida.

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