19 set 2018

Controle de ponto para professores: como descomplicar?

Apesar de ser obrigatório por lei, o controle de ponto para professores nem de longe pode ser encarado como uma imposição burocrática para o cotidiano de uma instituição. Como gerencia a jornada diária dos colaboradores, essa ferramenta é de extrema importância para manter o orçamento da empresa sempre no azul.

 

Neste artigo você vai aprender:

Controle de ponto para professores

Tempo, espaço e dinheiro

O cenário prático de toda instituição

Uma solução genial

 

De acordo com a portaria 373 de 2011 do Ministério do Trabalho e Emprego, uma instituição pode usar formas alternativas para fazer o controle de ponto de seus funcionários. Sem desobedecer a lei, o mundo conectado faz com que tecnologias analógicas sejam cada vez mais peças de museu. Desta forma, o formato digital é o meio mais seguro, portátil e eficiente para que o RH consiga gerenciar a jornada de trabalho dos colaboradores de uma determinada empresa.

As transformações digitais vieram para ficar. E para não perder a relevância no mercado, independente da área de atuação, as organizações precisam ser competitivas, ágeis e modernizadas.

“Como fazer isso?”. O processo é longo, mas pode começar com uma otimizada nas ferramentas de trabalho do setor de RH. Neste post, você vai entender as vantagens de usar o sistema de ponto inteligente no meio educacional.

 

Controle de ponto para professores

Preparar aulas, corrigir provas e lançar notas são algumas das atividades do cotidiano de um professor. Para completar o leque de atividades, ainda existem as tarefas do lar e as obrigações relacionadas à família.

A legislação permite que o profissional da área da educação tenha escalas de trabalho um tanto quanto peculiares. Além de poder trabalhar até três turnos ao dia, o educador pode lecionar em escolas diferentes. Com uma jornada de trabalho tão intensa, a profissão faz com que mestre dos conhecimentos seja  um verdadeiro “acrobata do tempo”, pois é preciso se desdobrar entre as mil e uma tarefas da vida profissional e as demandas e agitos da vida particular.

Essa incomum distribuição das horas de trabalho e os desafios do cotidiano podem dar margens para que o professor tenha alguns deslizes organizacionais. Logo, pequenas confusões na hora de autogerenciar o ponto são mais comuns do que você imagina. Esses contratempos podem dificultar a contabilização de horas trabalhadas, além de trazer dores de cabeça para o fechamento de folha pelo RH.

 

Tempo, espaço e dinheiro

Apesar das praticidades do controle de ponto digital, muitos profissionais ainda preferem usar ferramentas que dispõem de tecnologias ultrapassadas, como, por exemplo, o ponto biométrico. Felizmente, já vivemos no futuro! E, como não poderia ser diferente, as soluções digitais são adaptadas para os mais variados setores.

Mas será que para o mercado educacional vale à pena investir recursos nesse tipo de equipamento? A seguir, você acompanhará três incentivos para adotar o controle de ponto inteligente.

Contabilizar horas trabalhadas, lançar faltas, calcular horas extras são algumas das funções que fazem “11 em cada 10 gestores de RH” terem pavor do final do mês. É justo, pois, afinal, qual profissional gosta de perder tempo fazendo longos cálculos e executando tarefas que podem ser feitas de maneira rápida, segura e legal? Lembre-se que no final das contas, os minutos livres para um gestor podem virar atividades realmente úteis para lidar com os desafios diários do trabalho.

Bastante popular entre as instituições de ensino, o sistema de biometria é uma tecnologia que depende de uma logística bem planejada. Vale lembrar que um relógio de ponto biométrico ocupa espaço e gera filas, pois cada funcionário precisa inserir sua impressão digital para fazer os registros de entrada, intervalos e saída. Por sua vez, o uso do controle de ponto alternativo depende apenas de um PC ou de um dispositivo mobile – smartphone ou tablet. Como funciona offline, esse sistema não necessariamente precisa de uma conexão com a internet para registrar ponto.

 

O cenário prático de toda instituição

Pense em uma escola que tenha mais de 10 profissionais em seu quadro de funcionários. Para otimizar o controle de ponto de maneira satisfatória, seria necessário investir dinheiro na compra de mais de um relógio biométrico. E se a escola tiver mais de uma unidade, mas relógios de pontos terão que ser comprados.

O mercado oferece equipamentos por preços que transitam entre R$ 199 e R$ 1.200. Além da verba gasta com a aquisição do aparelho, a instituição gastaria com bobinas de papel – usadas para imprimir os comprovantes dos pontos batidos – e com a instalação e manutenção do software que faz o aparelho funcionar.

Conclusão: pode parecer exagero, mas a frieza dos números mostra que os minutos gastos na fila de ponto acumulam um considerável atraso na jornada de trabalho de um professor. Por isso, além de agilizar e otimizar o fechamento de folha, o controle de ponto digital é a alternativa mais prática e barata para qualquer instituição de ensino.

 

Uma solução genial

Não é preciso de muita filosofia para concluir que fechar uma folha de ponto é uma tarefa fácil de ser simplificada. Para facilitar essa tarefa, no entanto, é preciso optar por uma solução digital. Por isso o sistema e aplicativo Genyo é ideal para ter menos gastos e liberar o RH para demandas mais importantes. Afinal de contas ele é permitido pelo MTE e sua instituição de ensino pode usar despreocupada.

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1 Comentário
  1. Juliana Pereira dia 10/09/2019 às 17:56 - Responder

    Justo o que eu procurava sobre ponto eletronico. Obrigada!

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