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03 maio 2021

7 tipos de liderança: descubra qual é o seu

tipos de liderança

Os tipos de liderança conhecidos no meio corporativo dizem bastante do DNA da gestão de pessoas aplicada em uma determinada empresa. Afinal, cada um desses modelos de líderes possuem suas características individuais, bem como vantagens e desvantagens. Nesse sentido, é importante conhecer cada um dos estilos dos líderes.

Este artigo apresenta um raio-x sobre cada um dos 7 tipos de lideranças. O objetivo deste post é oferecer base teórica para dois tipos de análises:

  1. O empregador entenderá com mais clareza qual o perfil de liderança mais atua em sua organização.
  2. O líder poderá fazer sua autoanálise e, por fim, compreender como tem desenvolvido seu trabalho.

Assim sendo, logo nesse primeiro momento, você já sabe qual luz deve conduzir a sua leitura. Logo depois que terminar o post, você entenderá se há necessidade de modificar o modus operandi da gestão de pessoas praticada na sua empresa.

Vamos lá?

 

Quais são os tipos de liderança?

Apesar de distintos, alguns dos tipos de liderança são relativamente complementares. Alguns métodos são mais lights, enquanto outros são mais conservadores.

Seja como for, no entanto, cada um desses 7 modelos existentes são indispensáveis para entender o papel da liderança nas organizações. Abaixo, você confere cada uma das lideranças conhecidas no meio corporativo.

 

1. Liderança autocrática

A liderança autocrática concentra o poder nas mãos do líder. Cabe a esse profissional as rédeas da situação, ou seja, a palavra final.

Nessa gestão, liderança e liderados possuem uma relação vertical. Nesse sentido, os colaboradores que estão abaixo na hierarquia têm pouca voz sobre as etapas dos processos.

 

Vantagens da liderança autocrática
  • agilidade para a tomada de decisão;
  • gestor assume o controle dos processos;
  • equipe mais especializada e focada;
  • proximidade do líder pode aumentar a produção.
Desvantagens da liderança autocrática
  • ausência da liderança pode diminuir a produção;
  • o líder é visto como um “chefe mandão”;
  • as ideias dos colaboradores não são ouvidas;
  • centralização do poder sobrecarrega o gestor;

O gestor pode, por exemplo, determinar o horário do intervalo intrajornada dos funcionários. Por mais que seja feita uma consulta para saber que horários funcionam melhor, não há votação. Logo, a decisão final fica a cargo do líder.

 

2. Liderança carismática

Uma liderança carismática é aquela que consegue engajar seus colaboradores, inspirando-os a aprimorar suas próprias performances. Além disso, o lado pessoal é separado do profissional e, por consequência, o foco no trabalho é potencializado.

O gestor carismático tem a simpatia de todos e consegue penetrar nas emoções daqueles que o cerca. Nesse sentido, sua figura serve de inspiração para que esses seguidores dediquem-se mais e estejam sempre incentivados a apresentar novas ideias.

Vantagens da liderança carismática
  • notável competência na resolução de conflitos;
  • fidelidade da equipe para com o gestor;
  • engajamento do trabalhador;
  • bons resultados sem o líder fazer “linha dura”.
Desvantagens da liderança carismática
  • carisma do gestor é mais visto que suas competências técnicas;
  • dificuldade em dar feedbacks negativos;
  • figura de “amigo” do líder pode deixar o profissionalismo em segundo plano;
  • clima amistoso induz a imparcialidade em alguns julgamentos.

Outra característica emblemática de um gestor carismático é sua dedicação com os colaboradores. Nesse sentido, o líder auxilia diretamente cada liderado na lapidação de suas talentos e na correção das suas deficiências profissionais.

 

3. Liderança democrática

Dos tipos de liderança existentes, o democrático é o que mais incentiva a participação da equipe em todas as etapas dos processos de trabalho. Nesse sentido, o líder é aberto às sugestões, bem como às opiniões e contribuições dos liderados. Assim sendo, as responsabilidades são igualmente distribuídas e os colaboradores têm voz ativa na tomada de decisões.

A liderança democrática tem como prioridade a satisfação, o bem estar e a motivação do time. Em suma, o líder democrático procura estimular os bons relacionamentos interpessoais, a comunicação assertiva e o desenvolvimento dos funcionários.

Vantagens da liderança democrática
  • interação real entre líder e equipe;
  • valorização dos esforços do time;
  • todos se sentem mais responsáveis pelos projetos;
  • times mais comprometidos com seus trabalhos.
Desvantagens da liderança democrática
  • lentidão nas tomadas de decisões;
  • funciona melhor com equipes mais experientes;
  • demandas podem ficar à deriva por falta de quem assuma a direção do projeto;
  • nem sempre a melhor ideia é a escolhida.

Em suma, se os adeptos da gestão autocrática apostam na relação verticalizada para com o liderado, o líder democrático prega a horizontalidade.

 

4. Liderança liberal ou Liderança laissez-faire

Também chamada laissez- faire (termo em francês, que significa “deixai fazer”), a liderança liberal é conduzida de maneira mais colaborativa. O poder é menos centralizado, ou seja, todos participam com ideias, sugestões e, por consequência, das decisões.

O gestor liberal confia no potencial do time e mantém certa distância dos desenvolvimentos do processo. Essa liberdade se dá porque o gestor entende que lidera pessoas maduras e independentes. Em outras palavras, a liderança laissez-faire opta por deixar os subordinados sem acompanhamentos constantes.

Vantagens da liderança liberal
  • aumento de confiança, satisfação e comprometimento;
  • abertura para o intraempreendedorismo;
  • menos burocracia e mais descentralização do poder;
  • mais conhecimento compartilhado.
Desvantagens da liderança liberal
  • enfraquecimento da figura do líder;
  • liberdade desponderada pode gerar desorganização no ambiente de trabalho;
  • baixa produtividade, em razão de um menor controle de qualidade;
  • pode comprometer resultados de curto/médio prazo.

Apesar da liberdade, a liderança liberal não peca pela omissão. Afinal, o gestor continua com suas atribuições, incluindo a palavra final.

 

5. Liderança motivacional

A liderança motivacional é trabalhada na empatia, na reciprocidade e, sobretudo, na inspiração. Esse gestor é o que mais busca detectar, valorizar e premiar os talentos de seus liderados. Sua habilidade mais notável é a capacidade de fazer uma leitura completa sobre cada um de seus liderados.

Vantagens da liderança motivacional
  • melhora do clima da organização e eleva a qualidade do trabalho em equipe;
  • aumenta o engajamento e, naturalmente, a produtividade;
  • fortalece a cultura do feedback, sempre buscando manter o liderado comprometido;
  • trabalha empatia e outros pilares da inteligência emocional;
Desvantagens da liderança motivacional
  • os discursos podem cansar a equipe em alguns momentos;
  • tarefas podem acabar tendo menor atenção do que os colaboradores;
  • postura popular potencializa o impacto negativo dos feedbacks de melhoria;
  • só funciona se todos do time estiverem comprometidos.

As pessoas são diferentes entre si, ou seja, cada indivíduo tem vontades e capacidades únicas, bem como limitações. A harmonia no clima organizacional só acontece quando os talentos são valorizados e as deficiências compensadas. O gestor motivacional desvenda essa equação e, por consequência, faz com que a equipe seja eficiente.

 

6. Liderança paternalista

De acordo com especialistas, o líder paternalista é o favorito entre os trabalhadores brasileiros. Nessa gestão, os laços entre liderança e liderados são bem estreitos. Nesse sentido, o relacionamento entre as partes é semelhante a uma relação de pai e filho. Logo, o gestor prioriza amizade, cooperação, equilíbrio, inspiração e proteção.

Para conquistar os melhores resultados, a liderança paternalista constrói um clima organizacional agradável, bem como preza por uma relação harmoniosa entre os colaboradores. Assim sendo, o gestor foca no indivíduo e nas suas emoções.

 

Vantagens da liderança paternalista
  • melhor gerência de conflitos;
  • incentiva relacionamento interpessoal;
  • semeia lealdade entre os colaboradores;
  • promove inovação e criatividade.
Desvantagens da liderança paternalista
  • dificuldade com feedbacks de melhoria;
  • ambiente pode ficar demasiadamente permissivo;
  • equipe pode estranhar cobranças necessárias;
  • falta de autonomia dos colaboradores.

O principal foco da liderança paternalista é suprir as necessidades dos colaboradores. A ideia é buscar entender as dores e demandas, bem como não medir esforços para atender cada uma delas. Dessa forma, os funcionários sentirão satisfação plena com o trabalho e com a organização.

 

7. Liderança técnica

Eis o líder que possui todo o conhecimento técnico e sabe mais do que qualquer membro da organização. Visto como profissional altamente qualificado, suas decisões são respeitadas e seguidas pelos liderados.

Os colaboradores trabalham com segurança, pois conhecem a qualidade inquestionável de seu líder. Em contrapartida, o foco no lado técnico pode inibir as habilidades comunicativas entre as partes e, por consequência, o laço emocional fica fraco.

 

Vantagens da liderança técnica
  • decisões muito respeitadas pela equipe;
  • liberdade para inovar e renovar;
  • colaboradores sabem aonde buscar soluções para eventuais problemas;
  • habilidade em delegar tarefas.
Desvantagens da liderança técnica
  • pode ser enxergado como “mandão”;
  • foco maior nas competências técnicas, e menor nas habilidades sociais;
  • eventual autoritarismo pode inibir novas possibilidades de modos operandi;
  • comodismo de alguns profissionais, que atribuem ao líder toda a responsabilidade.

Em síntese, o líder técnico conhece muito bem as tarefas que cada colaborador executa. Com esse conhecimento, consegue enxergar o potencial que cada um pode fazer pela empresa. Logo, você tem mais chance de obter uma equipe de alta performance.

 

Qual é o melhor dos tipos de liderança?

Se você chegou até aqui, certamente percebeu os prós e contras de todos os tipos de liderança. Qual é o melhor deles? A resposta é simples: todos possuem virtudes e falhas. Logo, cabe ao líder, bem como à empresa, fazer as ponderações necessárias e aderir o que há de positivo em cada um dos modelos de gestão.

26 abr 2021

Mapa estratégico BSC: o que é e como fazer seu modelo

mapa estratégico BSC

Não é pequeno o número de gestores que encontram dificuldades para organizar a estruturação de uma determinada estratégia. Nesse sentido, os processos de desenvolvimento encolhem e refletem em todos os campos de atuação da empresa. Para não cair nessa armadilha, no entanto, o time de gestão de projetos deve contar com o mapa estratégico BSC.

Mas como usar essa ferramenta? Para que, de fato, ela serve, e como é o seu funcionamento? Qual a sua importância para a metodologia Balanced Scorecard [BSC]?

Neste artigo, você encontra essas e outras respostas sobre esse assunto. Continue por aqui e, por fim, o seu GPS será atualizado para pegar a rota correta da elaboração de estratégias que envolvam a metodologia BSC.

Vamos lá?

 

Para que serve um mapa estratégico?

Para responder a essa pergunta, pense na utilidade das duas palavras que formam o termo. Logo, temos o “mapa”, para direcionar, conduzir, etc; e a “estratégia”, que é a parte que envolve o planejamento que acarretarão decisões. Em conclusão, entende-se que o mapa estratégico é a ferramenta que mostra qual o caminho que deve ser seguido no desenvolvimento de estratégias.

Agora que você já entendeu as utilidades de um mapa estratégico, chegou a hora de aplicá-lo à metodologia BSC.

 

O que é o mapa estratégico BSC

Antes de partirmos para a explicação, precisamos relembrar o que é e para que serve o BSC. Em suma, trata-se de uma metodologia de medição e gestão de desempenho que inovou o obsoleto sistema de avaliação, que considerava somente a perspectiva financeira. Foi criada por Robert Kaplan e David Norton, professores da Harvard Business School.

Para desenvolverem essa importante ferramenta de análises, Kaplan e Norton sugeriram quatro perspectivas:

  • Financeira: analisam como as decisões estratégicas impactam a empresa;
  • Clientes: verifica a atuação no mercado, bem como a satisfação do cliente;
  • Processos Internos: foca na qualidade e na inovação dos processos realizados;
  • Aprendizado e crescimento: avalia a satisfação interna dos colaboradores.

Observe, abaixo, uma ilustração que relaciona a interação das perspectivas que movimentam o Balanced Scorecard.

A partir dessas perspectivas, é possível traçar o mapa estratégico BSC. Para elaborar a rota mais correta possível, no entanto, o gestor precisa seguir as 5 coordenadas abaixo.

 

1. Definir a visão de futuro

O primeiro passo para elaborar um mapa estratégico é usar a conhecida abordagem top-down. Nesse sentido, parte da visão macro [mais abrangente] para a micro [mais específica]. Logo, a primeira coordenada do processo é definir a visão de futuro.

Como fazer isso? Simples: chegou a hora rever ou estabelecer três fundamentos essenciais para uma empresa:

 

Missão

Aqui é preciso, literalmente, determinar com clareza e objetividade, o porquê de a empresa existir. Qual é o motivo dela estar ativa no cenário? Conforme os conceitos de Kaplan e Norton, a missão deve descrever como a organização espera competir no mercado e agregar valor aos clientes.

 

Visão

Agora, há um par de eventos que podem ser explicados com a relação “causa e consequência”. Sendo assim, a organização deve estabelecer um grande objetivo a longo prazo. Por suas vezes, os colaboradores encontram motivação e inspiração para desenvolverem o seu trabalho. Em suma, a empresa precisa contemplar um futuro que seja interessante para que os funcionários “comprem a ideia” e vistam a camisa.

 

Valores

Por fim, nós temos os valores! Sua função é determinar as características de uma determinada empresa. Em outras palavras, essa coordenada representa a maneira como uma organização se apresenta ao mercado e à sociedade para alcançar a visão e cumprir a missão.

 

2. Estabelecer temas estratégicos

Depois que definir a trinca “missão, visão e valores”, é preciso estabelecer temas estratégicos. Na prática, esses temas são as grandes dimensões que a empresa seguirá. Além disso, funcionam como um resumo das estratégias. Confira alguns exemplos de temas estratégicos:

  • Internacionalização;
  • Expansão geográfica;
  • Crescimento por aquisições;
  • Foco no cliente;
  • Excelência operacional.

Tem como trabalhar com todos que existem? Sim, claro. Porém, o ideal é estabelecer de 2 a 4 temas estratégicos. Dessa forma, você consegue mostrar explicitamente o que a empresa planeja para o seu futuro.

 

3. Escolher as perspectivas do negócio

A empresa pode ser enxergada por várias óticas. Nesse sentido, conforme vimos no começo deste artigo, o BSC sugere quatro perspectivas. A essa altura de nossa conversa, certamente você já compreendeu bem os conceitos de cada uma delas. Todavia, vamos fazer uma pequena recapitulação:

  1. Perspectiva financeira
  2. Perspectiva do cliente
  3. Perspectiva dos processos internos
  4. Perspectiva de aprendizado e desenvolvimento

Essas visões propostas por Kaplan e Norton são as que mais funcionam para empresas privadas e com fins lucrativos. Assim sendo, não funcionam para órgãos públicos ou organizações que não pautam pelo lado financeiro. Nos casos em que o lucro não é alicerce, pode-se pensar em perspectivas que visam cidadania ou justiça social, por exemplo.

 

4. Traçar objetivos estratégicos

Depois de selecionar quais perspectivas de negócios farão parte de sua estratégia, é hora de traçar os objetivos estratégicos que se enquadram em cada perspectiva. Antes de tudo, é preciso entender o conceito em torno de “objetivos estratégicos”. Assim sendo, saiba que eles são direcionadores que demonstram as mudanças que a empresa quer executar. Nesse sentido, pense na “otimização da logística”, na “construção de uma equipe capacitada”, nas “melhorias dos processos internos”, entre outras ações.

Os objetivos estratégicos devem ser distribuídos nas perspectivas do negócio. Por exemplo, se a estratégia é melhorar processos de gestão de pessoas, a empresa precisa lançar mão de ferramentas modernas como, por exemplo, o controle de ponto digital. Esse objetivo se enquadra na perspectiva de processos internos.

 

5. Sinalizar as relações de causa e efeito entre os objetivos

Por fim, sinalize as relações de causa e efeito entre os objetivos. Em boa parte das vezes, o cumprimento de um objetivo é necessário para que o outro também possa ser alcançado. Logo, de acordo com a lógica do BSC, os objetivos associados às perspectivas mais abaixo são indispensáveis para a execução dos mais acima.

Com base nas cinco coordenadas acima, você consegue elaborar o seu mapa estratégico. Abaixo, você confere um modelo de um mapa direcionado às atividades ligadas ao comércio e prestação de serviços.

Com esse planejamento, você vai otimizar os processos que envolvem toda a cadeia compreendida entre equipe e consumidor final. O mapa torna mais clara e entendível a ordem de execução dos objetivos estratégicos. Dessa forma, todos entendem com mais clareza a importância de alcançar cada um deles.

O próximo passo é executar as ações projetadas para atingir os indicadores e, por consequência, utilizar o mapa para guiar a jornada. Se organize, ouse, inove e – sobretudo – conquiste resultados!

20 abr 2021

Organização e produtividade: ouça os melhores podcasts!

organização e produtividade

Organização e produtividade são duas das habilidades que definem o perfil de um profissional. Quem consegue desenvolvê-las, inevitavelmente, é mais valorizado no mercado. Logo, se você é organizado e produtivo, são mais reais as suas chances de conquistar os melhores cargos e salários.

É até complexo mensurar a importância dessas duas palavrinhas, concorda? Em suma, são duas bases que ajudam na construção de uma carreira longeva, respeitável e vitoriosa.

Mas, cá entre nós, o seu domínio sobre essas questões está em dia? Se há uma necessidade de dar um upgrade nessa situação, este artigo é a leitura que você precisa fazer hoje. Afinal, por aqui nós temos uma lista com os melhores podcasts sobre organização e produtividade para te indicar.

Ainda não tem contato com esse tipo de produto? Não se preocupe! No final desta conversa, você terá todo o conhecimento necessário para aproveitar os conteúdos de um podcast.

Vamos lá?

 

O que é um podcast?

Nos idos de 2004, o conceito de podcast surgiu na comunicação digital. À época, o inovador produto funcionava como programa de rádio gravado e que poderia ser ouvido sob demanda. As definições para esse conteúdo, no entanto, foram reconfiguradas.

Por consequência do advento da Web 4.0, os podcasts atuais ganharam novos suportes e até interação com a plateia. Além disso, também assumem o formato de vídeo e são disponibilizados nas mais variadas plataformas de streaming. As audições continuam sob demanda, bem como podem acontecer ao vivo.

Viu só como essa ferramenta é interessante? Então, agora, imagine o que essa fonte de informação pode fazer no seu dia a dia de trabalho. Com uma rápida conta, fica claro o impacto que um podcast sobre organização produtividade pode causar no campo profissional.

Porém, é preciso ter certos critérios para não perder o tempo ouvindo conteúdo irrelevante. Para não cair nessas armadilhas, continue por aqui. A seguir, você confere as melhores indicações para dar play e agregar conhecimentos sobre como aumentar a produtividade no trabalho.

 

Podcast sobre organização e produtividade: os 5 melhores para ouvir no dia a dia

Antes de tudo, é imprescindível esclarecer que você pode ouvir um podcast sobre na hora mais oportuna. Assim sendo, o play pode ser dado durante o trabalho – desde que não atrapalhe as demais atividades -, bem como nos intervalos intrajornada e interjornada.

Se você chegou até aqui, certamente entendeu a relevância do tema tratado neste artigo. Logo, chegou a hora de conferir o material indicado para fazer experiências empíricas, concorda? Dessa forma, iremos sugerir só os melhores podcasts para que você possa ser um profissional mais produtivo e organizado.

 

Producast – Organização e Produtividade

Esse podcast oferece conteúdos que servem para todos que fazem parte do ecossistema corporativo. Nesse sentido, há episódios voltados para produtividade, gestão de tempo, motivação e dicas de organização profissional, por exemplo.

O Producast – Organização e Produtividade é conduzido por Vander Nascimento, consultor de ferramentas digitais e especialista em produtividade; e Eduardo Fernandes Begnami, coach de produtividade. Logo, o projeto é conduzido por profissionais preparados para ajudar o ouvinte com as questões que envolvem organização e produtividade.

Onde ouvir: o Producast tem vários canais oficiais, incluindo canal no YouTube, site e perfis no Soundcloud e no Spotify.

 

Trampapo

O Trampapo é uma realização conjunta da Catho, classificados de emprego online, e o Pod360, 1° hub brasileiro dedicado exclusivamente à criação profissional de podcasts. Na função de hosts, o produto conta com dois profissionais altamente qualificados. Nesse sentido, a bancada é divida por quem realmente tem algo a dizer. Nos microfones, nós temos ninguém mais e ninguém menos que:

Ana Paula Xongani: empreendedora, influencer digital e apresentadora do programa Se Essa Roupa Fosse Minha, do GNT.
Ricardo Morais: gerente sênior de marketing da Catho, professor na FIA, mentor na ProBono e MBA em Business Administration and General Management.

O diferencial do Trampapo é a busca pela visão humanizada entre empresa e colaborador. Afinal, de acordo com os idealizadores, o capital humano é o patrimônio mais importante dentre os ativos de qualquer organização. O conteúdo oferecido neste podcast aborda temas sobre comportamento no local de trabalho, alta performance, entre outros.

Onde ouvir: no site do Trampapo, você encontra vários links para audição das duas temporadas.

 

Eu Organizado

O Eu Organizado é um projeto de mentoria pessoal deveras interessante. Conduzida por Ana Carolina Queiroz, profissional da área de Letras, a iniciativa ensina as pessoas a “se organizarem por dentro e por fora”. Nesse sentido, o produto oferece conteúdos que abordam temas como, criatividade, rotina organizacional, combate à procrastinação, entre outros.

Atualmente, o podcast do Eu Organizado está na terceira temporada. Já são mais de 65 episódios, todos de fácil assimilação e com contextos edificantes. Em outras palavras, cada vez que você der o play, sua mente receberá informações que melhoram todos os campos de sua vida, inclusive o profissional.

Onde ouvir: no próprio site do Eu Organizado, no Spotify ou no iTunes.

 

Se Organizar Direitinho…

O Se Organizar Direitinho… é um dos tentáculos de produtos voltados à produtividade e organização idealizados por Gabriela Brasil. A ideia desse podcast é compartilhar conhecimentos que conduzem a construção de “uma vida mais organizada, produtiva e sem correria”. A apresentação fica por conta da própria Gabriela, consultora, educadora, empreendedora, produtora de conteúdo, além de graduada em Cinema e Mídias Digitais.

No Se Organizar Direitinho…, o ouvinte confere produtos com temáticas mais reflexivas. Dessa forma, você aprenderá sobre perfeccionismo, autoconhecimento e outros temas que te ajudarão a ser um profissional mais engajado e preparado.

Onde ouvir: via Spotify ou no canal de Gabriela Brasil no YouTube.

 

Produtive Me

O Produtive Me é um site especializado em oferecer dicas e truques sobre técnicas e ferramentas de organização e produtividade. Logo, o podcast é um dos mecanismos para fazer o conteúdo chegar ao grande público.

Um dos pontos altos do Produtive Me é a variação do conteúdo. Em suma, programas entregam informações certeiras sobre como gerenciar fluxos de trabalho, gestão de tarefas, entre outros.

Onde ouvir: no site do Produtive Me e no YouTube.

Por fim, a equipe do controle de ponto digital Genyo te deseja uma boa jornada de aprendizado. Cada um dos podcasts citados neste artigo te ajudarão a desenvolver as questões que envolvem organização e produtividade. É só dar o play e ficar atento às mensagens.

12 abr 2021

Livro de inteligência emocional: as melhores dicas de leitura

livro-de-inteligencia-emocional

Ter em mãos um livro de inteligência emocional (IE) é um hábito salutar. Afinal, essa habilidade é indispensável para os desenvolvimentos social e profissional do indivíduo. Nesse sentido, independente do seu papel no ecossistema corporativo, o domínio sobre esse tema é indispensável.

Portanto, desde já, que tal começar a cultivar o costume de praticar boas leituras?

Neste post, você confere as melhores dicas de livros sobre IE. Porém, lembre-se que só ler não é suficiente. Em outras palavras, tome nota de tudo que considerar interessante e, a partir daí, faça as devidas aplicações no seu dia a dia.

Vamos lá?

 

Livro de inteligência emocional para ler hoje: só os melhores

A inteligência emocional é a habilidade de equilibrar razão e emoção. Como não poderia ser diferente, dicas de leituras são mais preciosas do que qualquer conselho. Em primeiro lugar, lembre-se da inutilidade que há nas palavras escritas e não assimiladas. Portanto, se prepare para sugestões bibliográficas que darão upgrades em todos os campos de sua vida, sobretudo o profissional.

Antes de seguir com a nossa conversa, no entanto, é preciso esclarecer que o blog Genyo não compactua com quaisquer formas de violação de direitos autorais. Logo, não há motivos para indicarmos links para downloads piratas das obras citadas neste artigo.

Porém, você terá acesso para adquirir os formatos físico e digital dos livros, ou seja, exemplares originais das obras estarão na ponta de seus dedos. Assim sendo, não haverá distribuição ilegal de conteúdo. Para fazer a leitura dos eBooks, basta ter em mãos algum dispositivo eletrônico, como tablet, smartphone ou Kindle.

 

Inteligência Emocional – Daniel Goleman

Publicado pela primeira vez em 1995, nos Estados Unidos, Inteligência Emocional é considerada a magnum opus sobre o assunto. Com o providencial subtítulo “A teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente”, esse livro redefiniu a maneira de pensar sobre a questão da inteligência.

Bebendo nas fontes da psicologia e da neurociência, Daniel Goleman arquitetou o conceito de “duas mentes” – a racional e a emocional. De acordo com Goleman, a atuação conjunta de ambas moldam o destino do ser humano. Ainda segundo o autor, o entendimento acerca das emoções é indispensável para o desenvolvimento da inteligência do indivíduo.

O texto utiliza de exemplos cotidianos para explicar como os fracassos e a vitória são provenientes do manejo correto dos circuitos cerebrais da mente humana. Nesse sentido, Goleman descreve como os cinco pilares da inteligência emocional determinam nosso sucesso nos relacionamentos e no trabalho, bem como nosso bem-estar físico. Logo, todos os membros de uma determinada equipe sentirão o valor desta visão arrebatadora do potencial humano.

Disponível em: versões impressa e eBook, no site de editora Companhia das Letras.

 

O Poder do Hábito – Charles Duhigg

Lançado em 2012, O Poder do Hábito foi escrito por Charles Duhigg, um ex-repórter do jornal The New York Times. Puxado pelo subtítulo “por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios”, o livro aborda a ciência com respaldo nas questões da criação e reforma de hábitos.

Duhigg investiu duas décadas nas pesquisas sobre como os hábitos funcionam e como podem ser transformados, bem como moldados. De acordo com a narrativa, para mudarmos o que não funciona na vida, é necessário compreender duas variáveis:

  1. os nossos hábitos;
  2. o que nos motiva a fazer determinadas escolhas.

Por consequência desse entendimento, identificamos nossos objetivos. A partir desse conhecimento, podemos conduzir nossa rotina de modo que ela resulte nas mesmas recompensas, porém, de forma saudável e agregadora. O controle sobre os hábitos, conforme você pode imaginar, é um perfeito exercício para a inteligência emocional.

Disponível em: até o fechamento deste artigo, a editora Companhia das Letras só oferecia a versão eletrônica do livro.

 

Mindset: a nova psicologia do sucesso – Carol S. Dweck

Publicada em 2017, essa obra propõe mudanças na forma como pensamos, ou seja, o nosso mindset. A autora é Carol S. Dweck, ph.D., professora de psicologia na Universidade Stanford e especialista internacional em sucesso e motivação. Segundo Dweck, o nosso pensamento se divide nas duas variáveis abaixo:

  • Mindset fixo: é observado no indivíduo que teme o risco ou do novo. Esse medo todo se dá em razão da crença na existência de padrões de inteligência, entre outros fatores que provocam frustração.
  • Mindset de crescimento: é observado na pessoa que sempre mostra disposição para aprender, bem como para encarar os desafios. Além disso, o foco está na solução de problemas, alcançando o sucesso e a realização.

Pare uns segundos, faça uma análise e responda de forma sincera: com qual dos dois tipos de mindset você se identificou?

Seja lá qual for sua resposta, não se preocupe. De acordo com a autora, a forma como pensamos é maleável. Logo, se você se encaixou na segunda opção é possível mudar. Em outras palavras, o mindset é uma escolha pessoal.

Em suma, esse livro nos ensina que podemos utilizar os dois tipos de pensamento em situações distintas. Outra lição importantíssima é sobre a inexistência de fórmulas para o sucesso. Além disso, fica a reflexão sobre enxergamos as falhas como oportunidades de aprendizado.

Disponível em: versões impressa e livro digital, no site da editora Companhia das Letras.

 

Comunicação Não-violenta – Marshall Bertram Rosenberg

Um dos cinco pilares da IE diz respeito ao relacionamento interpessoal, também conhecido por sociabilidade. Esse fundamento está relacionado à questão da comunicação, ou seja, o tema desse livro de inteligência emocional é uma das bases dessa habilidade tão essencial.

Publicada em 2006, essa obra foi escrita por Marshall Bertram Rosemberg, doutor em Psicologia Clínica. Ao longo do texto, o autor apresenta uma metodologia voltada para aprimorar os relacionamentos interpessoais e diminuir a violência no mundo. Escrita no formato de manual prático, essa obra é aplicável em centenas de situações que exigem comunicação clara e assertiva.

Em suma, os ensinamentos do autor são úteis nas fábricas, empresas, escritórios, escolas, entre outros locais.

Ao longo das mais de 280 páginas, Rosenberg ensina ao leitor algumas formas de se libertar de condicionamentos limitantes. Logo, é possível aprender a mudar linhas de pensamento que levam a discussões, bem como a resolver conflitos de maneira justa e pacífica. Como resultado, torna-se mais fácil a criação de relacionamentos baseados em respeito, empatia e cooperação.

Disponível em: versões impressa e eBook, no site do grupo editorial Summus.

 

O Código da Mente Extraordinária – Vishen Lakhiani

Escrito pelo empresário e palestrante motivacional malaio Vishwn Lakhiane, O Código da Mente Extraordinária foi publicado em 2017. Apesar do subtítulo envolver termos que podem soar como autoajuda, esse livro de inteligência emocional tem um perfil mais, digamos, desafiador.

Ao invés de sugerir um amontoado de frases feitas sobre o desenvolvimento das mentes incomuns, o autor induz o leitor a pensar fora da caixa. Nesse sentido, o livro é um incentivo à autopermissão para questionar tudo o que sabe, bem como para quebrar as amarras. Assim sendo, o livro ensina como criar modelos de ação e comportamento em todos os campos da vida – incluindo o profissional.

Em tese, O Código da Mente Extraordinária nos mostra como buscar o que de fato nos faz feliz, de acordo com nossas crenças e convicções.

Disponível em: versões impressa e livro digital, no site do grupo editorial Novo Século.

 

Livro de inteligência emocional: desenvolva seu conhecimento

Se você chegou até aqui, certamente percebeu que nossas dicas de leituras oferecem variações de um mesmo tema. Logo, não falta material de qualidade para estabelecer os critérios de escolha e iniciar os seus estudos. Por consequência, sua biblioteca ficará mais completa e a IE será uma habilidade mais fácil de ser desenvolvida.

Por fim, mas não menos importante, a equipe do controle de ponto digital Genyo te deseja uma ótima jornada. Cada livro de inteligência emocional listado aqui, certamente, fará de você um profissional muito mais completo e engajado.

Boas leituras!

05 abr 2021

Entenda o papel da liderança nas organizações

papel da liderança

O papel da liderança nas organizações é tema recorrente no mundo dos negócios. Apesar de ser deveras relevante, esse assunto ainda gera certas confusões. Nesse sentido, muitos profissionais – independente do setor de atuação – acabam não entendendo como os líderes devem se posicionar.

Apesar de relevante, esse tema é comentado menos do que deveria, concorda?

A boa notícia, no entanto, é que essa confusão toda tem data marcada para acabar. Para ser mais específico, no final deste artigo, esse assunto ficará 100% claro para você. Antes de mais nada, é preciso entender que há uma imensa distância entre ser chefe e ser líder.

Por isso, se prepare por aí e vamos em busca de mais conhecimento.

 

A importância e o real papel da liderança nas organizações

Uma empresa é um ecossistema que serve de cenário para o desenvolvimento simultâneo de vários processos. Em outras palavras, várias situações ocorrem diariamente e, claro, ao mesmo tempo. Logo, é evidente a necessidade de planejamento, comprometimento, senso de organização, gestão de tempo e mais um incalculável número de habilidades.

Com uma conta bem rápida, conclui-se que os esforços citados algumas linhas acima precisam de bastante coordenação. E é aí que entra em cena o papel da liderança, que vai bem além de distribuir ordens e tarefas. Assim sendo, o líder é o profissional que fica na linha de frente, sempre atento ao que acontece em todas as etapas dos processos. Por consequência, entre suas atribuições estão as tarefas de identificar erros, analisar resultados e propor planos que possibilitem os melhores desempenhos por parte da equipe.

Sem esse direcionamento correto, é provável que os colaboradores percam o rumo e rendam aquém das expectativas. Dessa forma, acontece uma indesejável cadeia de eventos, incluindo retrabalho, baixa produtividade e prejuízos financeiros.

Em suma, percebe-se que o papel da liderança nas organizações é cuidar de todos os assuntos que envolvem o gerenciamento de pessoas. Cabe ao líder pegar a “camisa 10 do time” e arquitetar as estratégias para que tudo seja executado com mais êxito possível.

Para desenvolver uma gestão de sucesso, é preciso saber manter os colaboradores motivados e engajados com os objetivos da empresa. Além disso, o bom gestor é perito em criar métricas, planejar a execução das tarefas e mensurar os resultados conquistados ao longo de um determinado tempo.

 

5 características de um bom líder organizacional

Agora que você conhece o papel da liderança nas empresas, chegou a hora de entender o que é preciso para fazer esse trabalho de gestão. Logo, esta etapa de nossa conversa é toda dedicada às características que formam um bom líder organizacional. Dentre elas, podemos destacar as 5 disponíveis abaixo.

 

Comunicação assertiva

Um líder organizacional deve ter uma comunicação clara, suave e objetiva. Nesse sentido, é importante ressaltar, que ser verdadeiro é bem diferente de ser mal-educado. Logo, é importante selecionar as palavras antes de dar feedback e se posicionar nas reuniões One-On-One.

A comunicação do bom líder também precisa ser efetiva. Em outras palavras, é necessário apresentar planejamentos, estratégias e tarefas de maneira mais entendível possível. Para evitar ruídos, experimente usar recursos visuais e documente tudo o que for dito.

 

Ética – indispensável para o papel da liderança

A conduta ética é um dos grandes exemplos que um líder pode passar aos demais. Esse valor tão indispensável deve ser usado nas relações com todos os envolvidos com a organização. Em resumo, seja ético com os membros da equipe – incluindo os seus superiores -, bem como com os clientes e concorrentes.

 

Criatividade

O bom líder organizacional precisa ter um perfil inovador e aberto a trabalhar com ideias novas. É aí que entra em cena a criatividade, qualidade que facilita a criação de eficientes formas de manter o time inspirado e motivado.

Além disso, a mente inventiva é capaz de ajudar a empresa no desenvolvimento de produtos e serviços, que atendam com mais eficiência às demandas do mercado. Porém, é preciso cuidado para não confundir o profissional criativo com a nociva habilidade de propor soluções antes mesmo de conhecer os problemas.

 

Proatividade

Por mais que confie na equipe, a liderança nunca deve “deitar em berço esplêndido” e esperar a chegada dos resultados positivos. Por isso, o líder precisa estar disposto a trabalhar com dedicação, persistência e foco. Em outras palavras, é preciso se doar ao máximo e transformar em ação as estratégias planejadas no campo das ideias.

 

Empatia

Entre outros protagonismos, o papel da liderança nas organizações também é quebrar paradigmas. Nesse sentido, não há mais espaço para o outrora vigente modelo de gestão baseado no controle e numa rígida hierarquia. Logo, o bom líder deve ser um exemplo de empatia, sobretudo em tempos de home-office.

Se colocar no lugar do outro é a única forma de entender as dificuldades e as responsabilidades que as pessoas encaram diariamente. Dessa forma, a liderança empática consegue captar os sentimentos e emoções alheios. E como exercer essa habilidade que é tão indispensável quanto a inteligência emocional? Simples: quando alguém do time apresentar um problema, procure abrir espaços para que esse colaborador possa organizar seus pensamentos. Seja um bom ouvinte e, consequentemente, estreite seus laços com seus colaboradores.

Além de amenizar o clima organizacional, a empatia estimula harmonia e engajamento. Por consequência, a empresa consegue estabelecer uma relação mais humanizada com seus colaboradores. Afinal, quem está no comando deixa de ser um “chefe temido” e assume um perfil mais acessível e amistoso.

 

Considerações finais sobre o papel da liderança

Se você chegou até aqui, percebeu que o papel da liderança nas organizações é formar equipes que trabalhem em sintonia, ou seja, com bastante harmonia. Os resultados desses esforços são os resultados positivos.

Para liderar de forma sadia, no entanto, é preciso ter uma pirâmide de habilidades – emocionais, profissionais e socias – na ponta dos dedos. Além das que conferimos linhas acima, o líder precisa ter intuição, carisma, positividade, confiança e senso de humor, só para citar algumas.

Por consequência, a conduta trabalhada na ética, na empatia e na inovação, estabelece as diferenças entre “chefia” e “liderança”. Neste nosso mundo corporativo moderno, não há mais espaço para gestões conduzidas de forma conservadora e autoritária. Com bastante equilíbrio, ponderação e bom senso, é possível desenvolver uma gestão livre e disciplinada. No final das contas, todos os envolvidos com a empresa e/ou serviço, saem no lucro.

Desde já, a equipe de controle de ponto digital Genyo deseja que você exerça o papel de liderança aí nos seus negócios de forma leve, transparente e exemplar. O sucesso, conforme você pode imaginar, é fruto do desempenho do bom líder.

31 mar 2021

5 pilares da inteligência emocional: como aplicá-los

pilares da inteligência emocional

O equilíbrio entre razões e emoções é uma habilidade que reflete em todos os campos da vida. Mas como será que essa ponderação acontece? A resposta é simples: os pilares da inteligência emocional (IE) garantem que os dois hemisférios do cérebro funcionem em harmonia.

Este artigo aborda a questão dessas colunas que sustentam a IE, bem como suas aplicabilidades no dia a dia. Ao término da leitura, você terá bases para colocar em prática os procedimentos que refletirão – de maneira positiva – em sua vida profissional e pessoal.

Continue por aqui e, certamente, não terá arrependimento. Vamos em busca de mais doses de conhecimento?

 

Os 5 pilares da inteligência emocional

No ano de 1990, os psicólogos e teóricos Peter Salovey e John Mayer formataram o que viria a ser a inteligência emocional. Em suma, esse conceito lida com a habilidade de saber equilibrar a razão e a emoção. De acordo com eles, essa habilidade é associada aos princípios básicos abaixo:

  1. Percepção das emoções: a precisão com que um indivíduo identifica as emoções;
  2. Raciocínio por meio das emoções: utilizar informações emocionais para facilitar o desenvolvimento do raciocínio;
  3. Entendimento das emoções: captar variações emocionais nem sempre evidentes e compreender as emoções com mais profundidade;
  4. Gerenciamento das emoções: aptidão e desenvoltura para lidar com os próprios sentimentos.

Esses fundamentos facilitam a formação de uma ideia a respeito de quais são os alicerces da IE. Para entendê-los, no entanto, é preciso buscar a base teórica desenvolvida por Daniel Goleman, jornalista científico e psicólogo especializado nessa área. A seguir, você confere quais são os pilares da inteligência emocional.

 

1. Autoconhecimento emocional

Se conhecer é o primeiro passo para desenvolver a IE. Você precisa saber analisar as emoções e as ações que adota em resposta aos estímulos. Eis o pilar mais forte da inteligência emocional!

Porém, o autoconhecimento emocional não é tão fácil de dominar. Em outras palavras, ninguém descobre essas informações depois dos momentos curtidos nos intervalos interjornada e intrajornada. Afinal, a IE é fruto do desenvolvimento de vários processos de constantes aprimoramentos. Logo, não se desespere e, menos ainda, se desanime.

Para dar um start no seu processo de autoconhecimento, procure começar a escrever suas emoções. A partir dessas anotações pessoais, você terá um material para iniciar a sua jornada em busca do conhecimento pessoal.

 

2. Controle das emoções ou autogerenciamento

Antes de mais nada, é preciso entender que dias ruins vão e vêm com a mesma facilidade. Logo, é mais do que normal vivenciarmos situações adversas e encararmos problemas. Em suma, todos estamos sujeitos ao estresse e à ansiedade.

O importante, no entanto, é não cair nas armadilhas do desespero. Essas situações podem impulsionar decisões equivocadas. Para evitar essa miopia emocional, você pode começar eliminando o olhar negativo acerca das coisas. Mantenha o otimismo, pois, não há melhor maneira para encontrar as soluções mais eficientes.

Por fim, mas não menos importante, sempre que estiver diante de um momento adverso, mantenha a calma. Inspira, respira e não pira.

 

3. Automotivação

O pilar do autoconhecimento te incentiva a guiar suas emoções, sempre na busca da realização de objetivos. Afinal, a inteligência emocional requer análises acerca dos sentimentos, para que então possamos moldar nosso comportamento.

A partir do impacto de consciência descrito acima, surge a automotivação. Mas, calma! Se automotivar não é apenas mirar no espelho e gostar da imagem refletida.

Na real, a autoativação tem mais a ver com os processos de conseguir canalizar a energia da emoção, seja ela qual for, na intenção de conquistar objetivos. Nesse sentido você pode, por exemplo, entender que há maneiras de manter a calma na hora de realizar determinadas tarefas. Antes de uma reunião importante, experimente fazer uma meditação durante alguns minutos. Além disso, encaixe exercícios físicos em sua agenda, pois, eles te ajudarão a queimar a adrenalina

 

4. Empatia

o termo empatia é assunto popular, de fato. Porém, não é apenas uma palavrinha bonita de ser publicada em redes sociais. Dito isso, saiba que ser empático é realmente entender as outras pessoas.

Procure colocar-se no lugar do outro, bem como entender suas emoções e comportamentos. Além de aumentar a sua sensibilidade, a empatia te tornará mais receptível às novas ideias.

E como ser mais empático no dia a dia? Simples: seja sensível e demonstre preocupações verdadeiras. Se “coloque nos sapatos do outro” e tente caminhar. Isso tudo te ajudará a gerenciar com mais eficiência o último dos pilares da inteligência emocional.

 

5. Relacionamento interpessoal ou sociabilidade

A construção de relações mais positivas e edificantes é uma consequência da empatia. As habilidades sociais reverberam em todos os campos da vida. Afinal, é impossível viver ou existir sozinho. Nesse sentido, esteja de prontidão para lidar com pessoas de diferentes culturas e linhas de pensamentos.

Esse pilar da inteligência emocional é o que te ajuda a transitar, com a destreza de um campeão de Fórmula 1, entre os mais variados grupos sociais. Em outras palavras, a sociabilidade é uma das maneiras mais eficientes e sensatas para criar uma atmosfera amistosa ao seu redor. Uma das pedras angulares do relacionamento interpessoal, conforme você pode imaginar, é o respeito.

 

Como aplicar os pilares da inteligência emocional

viu só como os pilares da inteligência emocional são acessíveis? Não há mistério, receita ou milagre. As construções desses alicerces, entretanto, são frutos do desenvolvimento de habilidades.

Para aplicar esses pilares, é preciso entender que eles são complementares. A IE é um ciclo virtuoso, que começa na jornada do autoconhecimento e – quatro pilares depois – chega nas boas práticas de relacionamento interpessoal. Esse percurso todo acontece com a finalidade de incentivar o indivíduo a fazer reflexões sobre sentimentos e objetivos. Nesse sentido, uma vez mais, é possível observar o equilíbrio entre razão e emoção.

Gostou de conhecer um pouco mais sobre os pilares da inteligência emocional? Então, desde já, saiba que a equipe do Controle de Ponto Digital Genyo deseja que você tenha sucesso no desenvolvimento de seus processos. Dessa maneira, estamos certos de que você será um profissional em constante evolução.

25 mar 2021

Como aplicar a metodologia job rotation na empresa com eficiência?

O termo job rotation significa, em tradução livre, “rodízio de tarefas”. Trata-se de uma moderna metodologia de organização do trabalho que abrange os mais variados setores de atuação. Logo, é importante frisar que essa rotatividade é tendência entre startups de tecnologia, bem como nas gigantes da indústria automobilística.

Na prática, esses processos de rotatividade de trabalho consistem em delegar mais de uma tarefa para um mesmo funcionário. Desta forma, o colaborador aprende a executar várias funções. Consequentemente, essa polivalência proporciona um senso de engajamento entre trabalhador e empregador.

A ideia parece ser ótima e relativamente fácil de ser colocada em prática, concorda? Afinal, com comunicação se resolve muita coisa e todos os envolvidos saem ganhando com a experiência. Todavia, essa metodologia é desenvolvida a partir de uma série de etapas. Nesse sentido, aplicar esse rodízio de tarefas não é simplesmente emitir um comunicado informando que haverá troca de funções entre os funcionários dos times.

Neste artigo, você confere todos os passos necessários para aplicar o job rotation aí na sua empresa. No final da conversa, sua percepção sobre o assunto estará clara o suficiente para direcionar uma decisão.

Vamos lá?

 

4 passos para aplicar job rotation na empresa

Antes de convocar os departamentos de comunicação e de recursos humanos para realizarem, com total eficiência, os trâmites relacionados à implementação do job rotation aí na sua empresa, você não pode sair deste post. Continue por aqui, e não se arrependerá.

Primeiramente, é preciso entender que esses processos podem desgastar a relação entre empregador e empregado. Isso acontece, quando não há planejamento, transparência e certeza do que se quer fazer. Em outras palavras, todos os envolvidos precisam estar cientes de todas as etapas que conduzem os processos de rotação de atividades entre equipes.

Dito isso, chegou a hora de não só aprender como aplicar essa metodologia de rotatividade de tarefas, mas como reunir o conhecimento necessário para decidir se adota ou não essa metodologia. A seguir, você confere os 4 passos para aplicar o job rotation em uma empresa. Se o interesse de inovar é latente aí em sua mente, continue por aqui.

 

1. Analise o engajamento de seus colaboradores com a ideia

Antes de organizar os esforços para colocar a rotatividade de tarefas em prática, busque entender se os funcionários da empresa estão realmente interessados em participar dos processos. Afinal, esses processos envolvem mudanças e nem todos estão devidamente prontos para o desafio.

A partir do momento que ficar constatado que uma considerável parte do seu quadro de funcionários abraça a ideia, o RH pode iniciar as avaliações prévias para testar habilidades e conhecimentos dos colaboradores que toparam se envolver. É assim que a gestão de pessoas entenderá quem está apto a se candidatar para o job rotation.

 

2. Determine uma sequência lógica para o processo

Agora, que conseguiu identificar o nível de aderência ao projeto e que os candidatos estão cientes do que está por vir, chegou a fase de preparar a estrutura do job rotation. Para isso, considere os seguintes aspectos:

  1. Quanto uma área complementa a outra.
  2. O perfil – incluem-se aqui os interesses – dos envolvidos.

Caso o colaborador manifeste a vontade de se aprofundar na parte de vendas, por exemplo, ele pode passar pelas áreas de Marketing e Comercial. Se a ideia dele for conhecer a área de tecnologia da empresa, no entanto, que tal encaixá-lo nos times de Social Media ou de TI?

Apesar dos objetivos, a dica de ouro aqui é a ordem de implementação. Nesse sentido, os setores mais complexos devem ser os últimos a participarem da rotatividade de trabalho. Esse é o melhor jeito para que o colaborador consiga acumular conhecimentos e potencializar suas habilidades durante o processo.

 

3. Prepare mentores para o job rotation

Os setores da empresa precisam estar devidamente na mesma página. Nesse momento, a atuação do RH é fundamental, pois, não podem haver ruídos de comunicação. Logo, é preciso alinhar as expectativas e as atividades que serão desenvolvidas ao longo dos processos.

A próxima cena é preparar mentores que ajudarão a conduzir o job rotation. Vale destacar que essa função não necessariamente precisa ficar a cargo de um dos líderes da equipe. Em contrapartida, as mentorias devem ser praticadas por alguém que tenha domínio pleno sobre as tarefas para, então, transmiti-las aos colegas.

Cabe ao mentor apresentar os trabalhos que serão executados, sempre seguindo o que diz o planejamento. Além disso, também é necessário saber motivar e incentivar a relação entre a equipe e o “novato” para que seja criado um clima agradável e produtivo no setor. Em outras palavras, carisma e empatia são algumas das características do profissional responsável pela mentoria.

 

4. Mensure os resultados e dê os feedbacks necessários

Seja lá qual for o tipo de relação, a questão da comunicação é uma pedra angular. Nesse sentido, o feedback viabiliza uma troca de conversas entre empresa e colaborador. Quando o assunto é job rotation, é imprescindível entender os prós e contras e, sobretudo, o que pode ser melhorado antes de implantar uma nova rotatividade de tarefas.

Nessa ata, o ideal é listar e ranquear os aprendizados e as dificuldades encontrados no decorrer do processo. Além disso, é deveras interessante abrir um espaço para sugestões e críticas. Afinal, a ideia é que todos os envolvidos possam evoluir juntos.

Se você chegou até aqui, certamente percebeu que job rotation é uma estratégia que precisa ser usada de maneira correta. Além de aumentar o engajamento dos funcionários, a empresa formará profissionais mais polivalentes e mais preparados para o ambiente corporativo. Se juntamente com o seu departamento de recursos humanos você entendeu que seus colaboradores estão prontos para essa inovadora possibilidade de organização do trabalho, a equipe do Controle de Ponto Digital Genyo te deseja todo sucesso possível.

15 mar 2021

Como ser mais criativo no trabalho? Confira 5 dicas!

como ser criativo no trabalho

A criatividade é uma habilidade indispensável para profissionais de todas as áreas de atuação. Logo, “como ser mais criativo no trabalho” é uma pergunta que você deve se fazer diariamente. Afinal, toda empresa precisa de colaboradores que consigam enxergar o que quase ninguém vê.

Acima de tudo, precisamos esclarecer um ponto muito importante: o conceito de criatividade vai além de desenvolver ideias mirabolantes. Em outras palavras, a mente funcionalmente inventiva é aquela que consegue fazer conexões extraordinárias e encontrar soluções que sejam tão eficientes, quanto executáveis.

Se você deseja dar um start aí no seu lado criativo, este artigo é a sua leitura ideal para hoje. Ao término de nossa conversa, você terá dicas preciosas para ser uma pessoa cada vez mais criativa.

Vamos lá?

 

A importância de ter criatividade no trabalho

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, a criatividade estará no top 10 das habilidades profissionais mais valorizadas por grandes corporações até 2022. Esse ranking foi divulgado na pesquisa Future Of Jobs, realizada em escala global.

Essa relevância toda se dá porque todas as profissões são emolduradas por situações que demandam forças criativas para serem contornadas. Logo, o profissional mais criativo é aquele que consegue analisar a situação com perspectivas diferentes do comum e, consequentemente, ser um ponto de exclamação em um oceano de reticências.

 

Como ser mais criativo no trabalho?

Em primeiro lugar, precisamos esclarecer que a desenvoltura criativa é um processo gradual. Logo, não há como acordar com a cabeça fervilhando de ideias. A boa notícia, no entanto, é que há vários passos que você pode seguir para ser criativo.

Nesse sentido, cá estamos para te apresentar 5 dicas bem práticas para você aumentar a criatividade no trabalho e, consequentemente, ser um profissional ainda mais produtivo e valorizado.

 

1. Estimule a criatividade

Quando estiver fora do trabalho, procure cultivar hábitos que estimulem a criatividade. Aproveite o seu intervalo interjornada para fazer atividades pouco comuns ao seu cotidiano, isto é, nesse meio tempo, procure “pensar fora da caixa”. Mas como fazer isso? A lógica é simples: pequenas mudanças, grandes resultados.

Procure experimentar ver filmes de gêneros que normalmente você não veria, bem como se permita conhecer trabalhos de artistas inéditos aos seus olhos e ouvidos. Se você tem um hobby, pratique-o! Caso não tenha, procure um em caráter de urgência! Leia bastante e invista no aprendizado de um novo idioma.

Seja como for, procure vivenciar situações que possam te fazer enxergar diferentes maneiras e propostas para lidar com questões. No final das contas, você e as demais pessoas ao seu redor sentirão os efeitos proporcionados pelos estímulos da criatividade.

 

2. Esteja aberto às novidades

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante/Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo“, cantou Raul Seixas. Em suma, o saudoso patriarca do rock and roll nacional manifestou sua preferência por abrir a mente para mudanças. Afinal, como disse o não menos poeta Belchior, “o novo sempre vem”. Cabe a você a escolha de viver ensimesmado, bem como desenvolver um pensamento pequeno ou retrógrado.

Dito isso, que tal fazer o exercício de “abrir a janela”? Esteja pronto para conhecer novas ferramentas de trabalho, por exemplo. Procure dar abertura para novas metodologias e novos processos. Reveja conceitos profissionais! Por fim, sempre busque maneiras de fazer com que as novidades possam naturalmente serem convertidas em impulsos criativos.

 

3. Se cobre menos

A autopressão não te ajudará a ser mais criativo no trabalho. Portanto, não se cobre a ponto de diariamente querer ser o profissional que mudará os rumos do seu campo de atuação. Em síntese, evite descartar ideias precipitadamente.

Se uma ideia aparentemente imatura brotar em sua mente, procure desenvolvê-la. Nesse sentido, converse com os colegas e faça pesquisas que possam te ajudar a amadurecê-la. Além disso, apresente-a para quem toma a decisão final sobre a implementação.

Importante: caso ouça “não”, mantenha a cabeça erguida e continue trabalhando em seus insights. Quanto mais vazão você der para sua criatividade, mais seu cérebro entende que pode continuar produzindo. Essa animação desperta a sensação de que está sendo mais criativo no trabalho e as ideias aparecem de forma espontânea.

 

4. Faça anotações

Esse é um hábito cultivado por profissionais que fazem da criatividade uma ferramenta de trabalho. Em outras palavras, saiba que publicitários, escritores, jornalistas e designers, por exemplo, andam com um caderninho a tiracolo. Aos olhos dos mais leigos, fazer anotações pode parecer um gesto trivial. A realidade, no entanto, é bem diferente.

Os melhores insights podem aparecer durante uma caminhada, ou no meio de uma conversa, ou quando estamos curtindo uma boa música. Entretanto, são imensas as chances de uma boa ideia se perder no universo. Logo, um bloquinho de notas, um caderninho ou até mesmo um aplicativo no smartphone tornam-se alternativas infalíveis para que possibilidades criativas não sejam esquecidas.

Cultive o costume de anotar frases que te chamem atenção, focos centrais de ideias e qualquer coisa que venha à mente e instigue o seu lado criativo. O mesmo hábito de passar as coisas para o papel, conforme você pode supor, vale para seus sonhos e projetos.

 

5. Entenda o problema antes de pensar na solução

Quando aparece um problema ou uma situação adversa, você é a pessoa que sai em busca de mil e uma soluções? Se a sua resposta for “sim”, saiba que está cometendo uma proatividade ineficiente. Para que perder tempo tentando resolver algo que você, de fato, ainda nem sabe o que é?

O primeiro passo é respirar, inspirar e não pirar. Em seguida, você terá o equilíbrio emocional para encarar o desafio de descobrir qual problema precisa realmente resolver. Evite gastar tempo e energia desenhando respostas inovadoras. Consequentemente, sua criatividade terá espaço para aflorar e encontrar soluções assertivas.

Se você chegou até aqui, certamente está com mais preparo para exercer seu lado criativo de forma correta. Agora, é contigo! Coloque essas dicas em prática e observe a evolução profissional acontecer. Desde já, a equipe do Controle de Ponto Digital Genyo te deseja todo sucesso possível!

09 mar 2021

BSC: conceitos, benefícios, desvantagens e indicadores

BSC

O BSC é uma metodologia indicada para empresas que almejam conquistar a excelência em suas formas de atuação. A evolução da concorrência, a busca por atender os anseios dos clientes e a necessidade de otimizar os processos internos são alguns dos fatores que tornaram o mercado exigente e implacável. Para lidar com essa situação, as organizações necessitam de estratégias que promovam inovação e, claro, engajamento.

Neste artigo, você experimenta um primeiro contato com essa ferramenta que pode se tornar fundamental para os seus negócios. Seus conceitos já fazem a diferença no cenário há cerca de três décadas. Logo, chegou o momento de refletir sobre a necessidade de dar esse passo tão importante.

Vamos lá?

 

O que é a ferramenta BSC

BSC é uma sigla em inglês para o conceito Balanced Scorecard. Em tradução livre, o termo passa a ser entendido como “Indicadores Balanceados de Desempenho”. Sua origem data de algum momento de 1992, pelas mãos e mentes de Robert Kaplan e David Norton, professores da Harvard Business School.

Em suma, BSC é uma metodologia de medição e gestão de desempenho desenvolvida para inovar o até então sistema de avaliação, que considerava apenas a perspectiva financeira.

Se caracteriza por ampliar a visão estratégica e não focar apenas nos indicadores econômicos e financeiros da empresa. Sua implementação é simples, não restritiva e precisa ser combinada com outras ferramentas, como análise 5W2H e SWOT.

Antes de seguirmos com a nossa conversa, é necessário frisar que o BSC é o antídoto para acabar com a miopia que, eventualmente, pode comprometer a visão estratégica de sua empresa. Dito isso, continue por aqui e aprofunde mais sobre esse assunto tão relevante para os seus negócios.

 

Quais são os indicadores de BSC

Já que uma metodologia jamais funcionaria de forma espontânea, o BSC carece de algumas engrenagens para promover a medição e a gestão de desempenho. Nesse sentido, Kaplan e Norton determinaram como indicadores um total de quatro perspectivas: aprendizado e crescimento, financeira, clientes e processos internos.

Abaixo, você confere uma explicação detalhada sobre cada um desses indicadores.

 

1. Perspectiva financeira

Basicamente, essa perspectiva se ocupa de analisar como as decisões estratégicas impactam a empresa. Para tal, é imprescindível traçar os objetivos financeiros a longo prazo, sempre pensando em planejamentos estratégicos que abranjam as demais perspectivas.

O sucesso dessa perspectiva pode ser medido pela lucratividade, bem como pelo crescimento da empresa e pelo aumento do valor para os stakeholders [acionistas, em tradução livre]. Por isso, é importante entender dois pontos:

  1. qual imagem a empresa deseja transmitir aos acionistas
  2. como os acionistas, de fato, a enxergam

Além disso, o gestor pode adotar os seguintes indicadores:

  • Aumento de receitas;
  • Redução de custos unitários;
  • Redução das despesas operacionais.

Todavia, se os resultados estiverem aquém do esperado, o problema pode ser reflexo de má definição, ou implantação, ou execução das estratégias.

 

2. Perspectiva do cliente

Aqui é verificada a atuação da empresa no mercado, bem como a satisfação dos clientes. É o momento de identificar e selecionar os resultados que serão avaliados, como aquisição, participação de mercado, retenção, satisfação e rentabilidade.

Considera fatores que realmente atraem esse público. Em outras palavras, você pode pensar nas características do produto. Desta forma, avalie funcionalidade, qualidade e preço do que é oferecido; a relação com o cliente, qualidade da experiência de compra e relações pessoais; e a imagem, ou seja, a reputação da organização no mercado.

Em suma, é imprescindível entender a visão dos clientes sobre a empresa. E o melhor jeito de descobrir essa resposta, segundo os autores, é entender os seguintes pontos:

  • Qual é o percentual de clientes que a empresa mantém relações comerciais? [Retenção de clientes]
  • Quantos novos clientes foram captados num determinado tempo?
  • Qual o nível de satisfação relativo a critérios previamente estabelecidos?

Além dos questionamentos acima, é preciso entender a lucratividade do cliente, ou seja, fazer a medição relativa ao lucro da empresa no nicho específico, incluindo os esforços necessários para atender o cliente.

 

3. Perspectiva dos processos internos

O objetivo dessa perspectiva é focar na qualidade dos processos realizados, bem como no grau de inovação inserido neles. É preciso analisar produtividade, tecnologia, custo e tempo de desenvolvimento, com foco na constante reparação de danos, melhoria e excelência dos processos.

O grande diferencial que o BSC reflete aqui é a aplicação de novas técnicas em diversas fases dos processos internos. A ideia é buscar acompanhar o desenvolvimento tecnológico e, consequentemente, conquistar posição de destaque no mercado. A eficiência, no entanto, é proporcional ao engajamento da equipe.

Kaplan indica três características indispensáveis para o desenvolvimento da perspectiva dos processos internos:

  • Inovação: atender as necessidades dos clientes, sempre pensando alguns passos à frente;
  • Operação: aprimoramento do custo, qualidade e tempo de resposta. A operação começa com o pedido do produto/serviço e termina na entrega;
  • Pós-venda: fundamental para uma empresa construir uma reputação saudável no mercado. Inclui garantias, consertos, comunicação, retorno e devoluções, por exemplo.

 

4. Perspectiva do aprendizado e crescimento

O papel dessa perspectiva é avaliar a satisfação interna dos colaboradores. Em outras palavras, é o momento de procurar estreitar as relações entre a empresa e o funcionário. Para isso, o gestor pode pautar os ativos intangíveis conquistados, isto é, aqueles que colaboram para o desenvolvimento da organização ao pensar em um futuro de sucesso.

Os objetivos e medidas de infraestrutura necessários para atingir com sucesso os objetivos também entram nesse aspecto. É preciso questionar constantemente a capacidade da empresa de crescimento e melhoria.

Entre os indicadores importantes para medir o sucesso dessa perspectiva estão a rotatividade de colaboradores, engajamento e satisfação. Além disso, o gestor também pode utilizar alguns pilares da gestão estratégica de pessoas, como capacitação e treinamentos.

 

As vantagens  do Balanced Scorecard

Desde que usado corretamente, o BSC entrega sete benefícios bem notáveis. O principal deles é a possibilidade de alinhar um planejamento estratégico, sempre em busca de objetivos definidos. O ganho aqui é a possibilidade de mensurar e gerenciar com mais minúcia as ações e medidas reais que ajudarão a alcançar as metas e objetivos traçados pela organização. As demais vantagens proporcionadas pelo Balanced Scorecard são:

  • Melhor visualização do futuro;
  • Upgrade contínuo na qualidade dos produtos e no desempenho dos colaboradores;
  • Favorece a comunicação clara, assertiva e o feedback entre a equipe;
  • Estimula a cultura do aprendizado, bem como a busca pelo conhecimento;
  • Agiliza a execução, monitoramento, medição e direcionamento dos planos de ação;
  • Permite a melhoria de resultados.

Conforme você deve ter percebido, o pacote de benefícios proporcionados pelo BSC é deveras interessante. Mas como todo processo costuma ser uma via de mão dupla, essa metodologia também apresenta algumas desvantagens. E, nesse sentido, é dever da equipe do Controle de Ponto Digital Genyo te apresentar o lado não benéfico do “Indicadores Balanceados de Desempenho”.

 

As desvantagens do BSC

Os calcanhares de aquiles do BSC são mais conceituais do que práticos. Afinal, o funcionamento desta ferramenta depende do devido preparo dos gestores. Em suma, os profissionais precisam de perícia técnica para identificar as eventuais falhas e, consequentemente, corrigi-las.

Outras desvantagens detectadas são as possíveis dificuldades de definição de objetos e indicadores não financeiros. A consequência aqui é a geração de indicadores que podem induzir a empresa a se comportar em função de um indicador em detrimento dos reais problemas da organização. Apesar dos pesares, no entanto, tudo é uma questão de adaptação, treinamento e engajamento.

Agora que chegou até aqui, você percebeu que os benefícios e ganhos superam quaisquer adversidades que possam comprometer a aplicação do BSC. Porém, o assunto ainda não acabou! Numa próxima conversa vamos entender todos os caminhos necessários para aplicar essa metodologia na empresa. Até lá!

04 mar 2021

Inteligência emocional: o que é e quais são suas vantagens

inteligencia-emocional

A psicologia utiliza o termo inteligência emocional (IE) para classificar o indivíduo que tem certa facilidade para identificar suas emoções, bem como seus sentimentos. Os reflexos de seu uso saudável reverberam em vários campos da vida, inclusive o profissional.

O termo estreou na literatura científica no ano de 1966, por meio de um artigo assinado pelo psicólogo americano Hanskare Leuner. A sua concepção, no entanto, foi aprofundada décadas depois, em 1989, pelo psiquiatra infantil Stanley Greenspani. Posteriormente, em 1990, os psicólogos Peter Salovey e John Mayer ajudaram a desbravar os conceitos e os empregos da IE.

Essas habilidades são influenciadas por uma combinação de vários traços de personalidade. Seus níveis mais elevados são associados a um sem-número de benefícios. Neste artigo, além de entender toda a parte conceitual da IE, você compreenderá como sua aplicação pode influenciar positivamente no dia a dia de trabalho.

 

O que é inteligência emocional?

Inteligência emocional é o nome que a psicologia usa para batizar o conjunto de competências relacionadas ao manejo das emoções. Em outras palavras, a IE é “como” e “quanto” conseguimos perceber, processar, compreender e gerenciar os aspectos emocionais que nos são caros.

De acordo com a neurociência, para entendermos o funcionamento do cérebro, podemos dividi-lo em dois. Nesse sentido, o lado esquerdo é o responsável pela compreensão lógica e raciocina das coisas, ou seja, lida com fatores relacionados à matemática, cognição, entre outros. Em contrapartida, o hemisfério direito se ocupa da compreensão emocional do mundo, isto é, trata dos sentimentos, intuição e subjetividades.

No contexto citado acima, desenvolver IE é conseguir entender o mundo por meio dos estímulos. Para isso, é necessário equalizar a utilização dos dois hemisférios do cérebro.

Por fim, não podemos nos esquecer que a inteligência emocional influencia, de forma positiva, a saúde física e mental. Nesse sentido, ela ajuda a prevenir distúrbios psicossomáticos, bem como transtornos de ordem psicológica, como ansiedade e depressão. Além disso, segundo a ciência, doenças cardíacas, câncer e diabetes, entre outras enfermidades, estão diretamente associadas a sentimentos/emoções não trabalhados corretamente pelo paciente.

 

IE e suas vantagens

A inteligência emocional tem como foco o desenvolvimento da habilidade de potencializar e gerenciar cada emoção, sempre buscando melhorias que impactam os relacionamentos interpessoais e as competências profissionais. Consequentemente, há um efetivo aumento na qualidade de vida em geral.

Caso consiga aplicar os fundamentos da IE diariamente, e de forma correta, o indivíduo desenvolve linhas de pensamento cercadas de ideias mais fluidas e ordenadas. Logo, as decisões serão tomadas de maneira menos impulsiva e mais objetiva. O controle emocional também possibilita o desenvolvimentismo de competências sociais. Essas habilidades constroem relacionamentos interpessoais saudáveis, respeitosos e longevos.

Outro ponto deveras notável é a abertura para o autoconhecimento. Afinal, a inteligência emocional ensina como reconhecer capacidades, bem como limites. A pessoa consciente das próprias habilidades e competências, consegue traçar metas e objetivos tangíveis, ou seja, não há brechas para planos que trazem mais frustração, desânimo e menos realizações.

 

Exemplos práticos de inteligência emocional

Indivíduos com IE desenvolvida sabem lidar melhor com personalidades pouco maleáveis ou mesmo com clientes mais exigentes. Como são bons ouvintes e têm empatia, os emocionalmente inteligentes propõem melhores soluções para problemas, conseguindo passar a confiança que o cliente precisa sentir para ficar satisfeito. A seguir, você confere algumas outras situações que envolvem exemplos práticos dessa habilidade.

 

Sabe ouvir feedbacks

Pessoas com inteligência emocional recebem feedbacks, tanto os positivos quanto os negativos, com mais facilidade. Isso ocorre porque elas não tomam a crítica como algo negativo e nem a levam para o lado pessoal. Em contrapartida, os elogios ouvidos embevecem bem menos aqueles que são emocionalmente preparados. A ideia aqui é fazer do feedback e das reuniões One-On-One os cenários perfeitos para melhorar.

 

Lida melhor com imprevistos

O indivíduo com inteligência emocional não se deixa abalar por imprevistos. Mesmo tendo os sentimentos negativos momentâneos, bem comuns nas adversidades, eles sabem que quaisquer situações podem ser contornadas.

As pessoas com IE desenvolvida conseguem inspirar, respirar e não pirar – simples assim. Consequentemente, sem muito espaço para o estresse, a produtividade no trabalho tende a ser bem mais satisfatória. Esses profissionais são indicados para gerenciar equipes de alta performance, pois, o autocontrole é uma habilidade indispensável para essa atribuição.

 

Gerenciamento de conflitos

Conflitos são bem comuns no dia a dia, inclusive no trabalho. Para lidar com essa situação tão corriqueira, há uma técnica relacionada à IE que é bastante eficaz. Nesse sentido, basta diminuir o volume da voz sempre que o interlocutor aumentar o dele. Outro método é ficar em silêncio diante de alguém visivelmente nervoso ou alterado.

Essas técnicas, de fato, parecem bem simples. Porém, é preciso muito controle emocional para colocá-las em prática. Em suma, os emocionalmente inteligentes são ótimos conciliadores e colaboram para a manutenção de um ambiente positivo.

 

Considerações finais

Os profissionais que conseguem desenvolver inteligência emocional são cada vez mais valorizados no mercado. Afinal, reconhecer suas próprias limitações e trabalhar para ser tolerante com as falhas dos outros são capacidades acessíveis apenas aos que estão na constante busca pela excelência. Além do mais, esses indivíduos conseguem manter um constante estado de vigilância.

Já o indivíduo que não desenvolve habilidades de IE, inevitavelmente, tende a ser uma pessoa que perde o controle facilmente. O tal do “de pavio curto” afasta as pessoas e reflete negativamente na sua imagem pessoal e profissional, prejudicando seus relacionamentos interpessoais. Consequentemente, a pessoa “estourada” costuma amargar fracassos retumbantes em todos os campos da vida.

Se chegou até aqui, você compreendeu a importância de saber equilibrar razão e emoção. Num próximo artigo, além de te contar mais sobre esse tema tão importante, nós da equipe de Controle de Ponto Digital Genyo iremos te dar dicas definitivas sobre como desenvolver a sua inteligência emocional.