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25 set 2020

Guia definitivo para você entender o que é CBO

cbo

No dia a dia do de uma empresa é comum gestores e funcionários lidarem com o preenchimento de algumas informações relativamente desconhecidas. Uma das mais requisitadas é a CBO, já ouviu falar?

Bastante importante, esse conjunto de três letras significa Classificação Brasileira de Ocupações.

Criada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), essa sigla identifica e classifica todas as ocupações legalmente reconhecidas no mercado de trabalho brasileiro. Suas informações constituem uma cadeia de dados estatísticos fundamentais para o desenvolvimento de um dos setores mais relevantes da sociedade.

Nesta conversa de hoje, além de entender essa classificação, você saberá como encontrá-la.

Vamos nessa?

 

O que é a CBO?

A CBO é um documento que ilustra a realidade das profissões no mercado de trabalho brasileiro. Criada pelo MTE, sua primeira versão data de 1982 teve uma atualização em 1994. A edição atualmente em vigor surgiu em 2002, com referências buscadas na Classificação Internacional Uniforme de Ocupações (CIUO).

A iniciativa tem como objetivo relacionar e classificar o sem-número de ocupações, bem como os seus sinônimos, formalizadas no mercado de trabalho brasileiro. Segundo o site do MTE, sua organização é descrita por família, sendo que, cada uma delas “constitui um conjunto de ocupações similares correspondente a um domínio de trabalho mais amplo que aquele da ocupação”.

As informações sobre as ditas “famílias” das ocupações servem, por exemplo, para mapear a definição das atribuições dos cargos. Desta forma, uma rápida consulta à CBO pode ajudar a empresa a não cometer acúmulo de funções e, assim, evitar o risco de ações trabalhistas na Justiça.

A CBO é atualizada pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. Como alimentam as bases estatísticas de trabalho e servem de subsídio para a formulação de políticas públicas de emprego, esses dados precisam estar sempre em dia.

 

Para que serve a CBO?

Sempre que um novo profissional for admitido, o código CBO da sua função deve estar registrado na sua carteira de trabalho. Essa obrigatoriedade é justificada por um único motivo: é com essa informação que o governo atribui os benefícios previdenciários e outros direitos trabalhistas. Em contrapartida, a classificação das ocupações orienta o empregador acerca das informações sobre carga horária e atividades relacionadas à ocupação.

A seguir, você confere quais são os órgãos e serviços que utilizam a CBO como fonte de informações sobre o trabalhador brasileiro:

  • Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED;
  • Fiscalização do trabalho;
  • IBGE – Pesquisas: Censo, PNAD (Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios), PME (Pesquisa Mensal de Emprego);
  • Imigração;
  • Ministério da Saúde – nos registros de mortalidade profissional, incidência de doenças relacionadas à ocupação e RIPSA (Rede Interagencial de Informações para a Saúde);
  • Previdência Social – CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais);
  • Receita Federal – no Imposto de Renda Pessoa Física;
  • Relação Anual de Informações Sociais – RAIS;
  • Seguro Desemprego;
  • Sistema Nacional de Emprego (Sine).

Importante: a CBO não tem poder para regulamentar uma profissão. Sua função é intitular, codificar e catalogar todas as informações referentes às ocupações devidamente reconhecidas no território nacional.

Percebeu como os dados da CBO são relevantes para algumas das entidades mais importantes da sociedade? Por essas e outras, esses dados alimentam as bases estatísticas de trabalho e ajudam a mapear as formulações das chamadas “políticas públicas de emprego”.

 

Como funciona a classificação

Linhas acima, você conferiu que a CBO é organizada por famílias de ocupações afins. Esses grupos são divididos em duas categorias de subgrupos, principais e específicos. e, depois, em subgrupos mais específicos, sempre de acordo com as atividades que são exercidas em cada função.

A classificação também assume duas formas distintas:

  1. Enumerativa: o código e o título da ocupação;
  2. Descritiva: explica todas as atividades referentes a uma determinada ocupação.

Por ser mais objetiva, a enumerativa é mais utilizada em pesquisas domiciliares, censo e registros administrativo. Já classificação descritiva, justamente por ser mais completa, é importante nas pesquisas e estudos mais aprofundados referentes ao mercado de trabalho.

 

Como consultar a CBO de um cargo?

Sua empresa vai abrir vagas? Se assim for, inevitavelmente você precisará da CBO dos respectivos cargos. Essa informação é indispensável para garantir que o cargo discriminado na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) esteja de acordo com todas as atividades desenvolvidas pelo novo colaborador. Além do mais, a classificação assegura que as atribuições estejam dentro das normas de segurança e trabalhistas vigentes.

A pergunta que não quer calar é: “como consultar a CBO de um cargo?”. A resposta, como podes imaginar, não poderia ser mais simples! Continue comigo, e já já te explico!

Essa consulta pode se dar por três vias, todas elas gratuitas. Uma busca imediata pode ser feita diretamente CTPS, caso o colaborador contratado assuma algum cargo que tenha exercido anteriormente. Para tal, basta verificar a informação, no campo indicado, na página referente a “Contrato de Trabalho”, conforme disponível na foto abaixo.

A consulta CBO também pode acontecer online, por meio de uma plataforma oficial do MTE. Para fazer a pesquisa, basta acessar a página de buscas do portal e escolher se quer pesquisar por nome da ocupação, código, estrutura ou título de A-Z.

Há ainda os sites que contam com um sistema de busca, que encontra a função e número de classificação com a ajuda de uma palavra-chave, relativamente semelhante ao modelo do MTE. Caso escolha essa opção de pesquisa, é indispensável ter cautela para selecionar a fonte, uma vez que nem todas disponibilizam informações oficiais. Por questões de imparcialidade, o Genyo opta por não indicar nenhum site que ofereça essas possibilidades de pesquisas.

Agora, é com você! Use o método que considerar mais correto, prático e inteligente para encontrar todas as informações sobre a CBO que precisar. No mais, boas contratações!

03 set 2020

Relógio de ponto digital: 5 motivos para começar a usar!

relógio de ponto digital

Você já parou para pensar que bater ponto é a primeira e a última coisa que os funcionários de sua empresa fazem todos os dias? Além de começo e final do expediente a equipe também usa o relógio de ponto para registrar entrada e saída da hora do almoço.

Dependendo do sistema de ponto usado aí na sua firma, no final das contas, o cumprimento dessa obrigação legal resulta em muito tempo perdido. Mas e se eu te contar que não há motivos de perder nem mais um minuto com essa tarefa rotineira? E se eu te dizer que a fila em frente ao relógio de ponto vai simplesmente acabar?

Não é mágica, nem milagre e muito menos promessas que vão do nada para o lugar algum. É tudo uma questão de tecnologia, simples assim. Trata-se do relógio de ponto digital, a solução que revoluciona qualquer a gestão de pessoas.

Ficou curioso para saber sobre esse assunto? Então, continue por aqui! Garanto que no final da conversa, o seu atual controle de ponto vai ser lembranças de um passado recente.

 

Por que usar relógio de ponto digital na empresa?

Antes de entrarmos nessa questão, você precisa saber que há uma imensa lista de motivos para usar o relógio de ponto digital aí na sua empresa. Essa tecnologia automatiza e facilita o desenvolvimento de algumas funções que consomem muito esforço do gestor de pessoas.

Para não tomar muito do seu tempo precioso, este texto reúne 5 motivos para você adotar essa moderna forma de controle de ponto. Você está preparado para inovar?

 

1. Controle de ponto digital é permitido por lei

Publicada em 2011, a portaria 373 MTE autorizou a utilização de formas alternativas de controle de ponto dos funcionários. De acordo com Art. 2° do documento redigido pelo Ministério do Trabalho e Emprego, “os empregadores poderão adotar sistemas alternativos eletrônicos de controle de jornada de trabalho, mediante autorização em Acordo Coletivo de Trabalho.

 

2. Uma questão de praticidade

Na era da internet das coisas, não há mais motivos para que o departamento pessoal passe longas horas fechando folha de ponto, calculando pagamentos, lançando faltas e lidando com tantas tarefas burocráticas. Com as praticidades do relógio de ponto digital, o seu DP ganha tempo para dedicar-se às outras tarefas importantes, como, por exemplo, fiscalizar o cumprimento das normas e evitar processos trabalhistas para a companhia.

 

3. É uma solução ecologicamente correta

Um funcionário que trabalha em horário integral bate ponto quatro vezes por dia. Considerando que para cada batida o relógio emite um comprovante, e a jornada de segunda à sexta, uma pessoa produz cerca de 20 papeizinhos por semana. Multiplicando por quatro semanas, essa média pode chegar a 80.

É muito papel, concorda? E quando chega o momento de jogar tudo isso fora?

Agora, pensa em uma empresa que tenha, no mínimo 20 funcionários… São, pelo menos, 1600 comprovantes por mês! Por ano, quantos quilos de papel será que essa firma produz? A quantidade é imensa, e o meio ambiente leva prejuízo. Afinal de contas, o papel é produzido a partir de polpa de celulose, insumo fabricado por processos industriais, cuja matéria-prima são as árvores.

Com o relógio de ponto digital, não há necessidade de imprimir comprovantes. Todos os registros ficam seguramente armazenados em um software, cujo acesso pode se dá a qualquer momento. Trata-se de uma tecnologia prática, legal e ecologicamente correta.

 

4. Ajuda sua empresa a conter gastos

No item anterior desta lista, você viu que que outras tecnologias fornecem comprovantes físicos. Além disso, há relógios de ponto que precisam de energia elétrica para funcionar. Duas despesas aparentemente irrisórias, mas que a médio/longo prazo geram custos consideráveis.

Com o controle de ponto digital, sua empresa cortará as bobinas de papel do orçamento e terá um aparelho a menos ligado na tomada. No final de um semestre, por exemplo, seu departamento financeiro te dará ótimas notícias a respeito da verba economizada com a contenção dessas duas despesas.

 

5. Evita a contaminação por Covid-19

O relógio de ponto digital um sistema prático, amparado por lei, amigo da natureza e que gera economia. Para melhorar, essa tecnologia é forte aliada na propagação de vírus e bactérias.

 “Como assim?”, você sabiamente questiona. A resposta é simples: com o controle de ponto digital, o funcionário pode bater ponto usando o telefone celular. Sendo assim, não há compartilhamento de tela biométrica entre colegas. Em tempos de pandemia de Covid-19, toda medida é válida para evitar que o Coronavírus se espalhe.

Fica a reflexão: com a iminente retomada de trabalho in loco, a biometria passa a ser um problema e o relógio de ponto digital a solução.

 

Genyo, o melhor controle de ponto digital para sua empresa

Se você chegou até aqui, certamente percebeu que o relógio de ponto digital é a solução que o seu departamento pessoal precisa para automatizar processos burocráticos. Além disso, essa tecnologia te ajuda a conter despesas e faz bem à natureza.

O controle de ponto digital Genyo é a opção mais indicada, econômica e eficiente para a sua empresa. Por não demandar instalações e manutenções técnicas, a aplicação do Genyo é um trabalho a menos na to do list equipe de TI. Além do mais, o sistema funciona no computador e oferece aplicativo grátis para Android e iOS.

O sistema possui usabilidade intuitiva, design moderno e blindado contra invasão de hackers. Além disso, há várias funcionalidades que auxiliam os gestores na elaboração de métricas estratégicas para o desenvolvimento de qualquer ambiente profissional. Para começar, tem como acompanhar a batida de ponto em tempo real. Também é possível calcular horas excedentes de forma automática, criar escalas de trabalho e fechar a folha de ponto em questão de minutos!

Veja bem: faltam apenas alguns cliques para você sentir os efeitos da relação custo x benefício do Genyo! Crie já sua conta, e automatize uma série de burocracias que consomem tempo de todos os seus funcionários.

03 set 2020

Relógio de ponto eletrônico ainda vale a pena?

relogio-de-ponto

Ir até o relógio de ponto e fazer os registros de entrada, pausas e saídas e uma das tarefas permanentes da to do list do colaborador de uma empresa. Independente se o trabalho é in loco ou em home office, o registro de jornada é uma das obrigatoriedades que validam a relação entre empregador e funcionário.

No post de hoje, vamos conversar sobre o relógio de ponto eletrônico, uma das ferramentas de gestão de jornada mais usada no mercado. Mas será que ainda vale a pena investir nessa tecnologia que não é tão barata? Na era da internet das coisas e da busca pelo ecologicamente correto, qual é a necessidade de usar um equipamento que imprime comprovantes de papel?

Se esses questionamentos são centelhas para suas reflexões, não feche a janela de seu navegador. Ao longo deste texto, você ficará mais antenado nesse assunto e conhecerá a ferramenta que trará inovação no departamento pessoal da sua empresa.

Simbora?

 

Quais são os tipos de controle de ponto eletrônico

Lembra ou já ouviu falar da época em que o relógio de ponto era mecânico era o método de comprovar a jornada diária de trabalho? Me refiro aos equipamentos em que o colaborador colocava seu cartão e fazia suas batidas de ponto.

Por ser propenso à fraudes, demandar muito tempo do funcionário, comprometer a precisão do fechamento da folha, entre outras coisas, esse sistema caiu em desuso. Seguindo seu curso natural, a tecnologia inovou com a criação do relógio de ponto eletrônico.

Essa metodologia, no entanto, pode ser feita com vários equipamentos. Antes de conhecê-los, no entanto, você precisa saber a resposta da pergunta abaixo:

 

Como funciona o relógio de ponto eletrônico?

O funcionamento simples: o sistema registra todos os horários da jornada de trabalho dos colaboradores por meio de relógios de ponto ou de equipamentos devidamente apropriados. Na prática, o registro de jornada funciona assim:

  • Quando chega na empresa, o colaborador registra a entrada;
  • No horário de almoço, ele registra o início e fim da pausa;
  • Ao término da jornada, é batido o ponto da saída;
  • Para cada uma dessas batidas, o colaborador recebe um comprovante impresso.

Todas as informações são enviadas para o departamento pessoal, que cuida dos detalhes de fechamento da folha de ponto. No final do mês, o colaborador analisa e assina sua folha.

Agora que você compreendeu o funcionamento dessa metodologia, confira os tipos de equipamentos eletrônicos para controle de ponto.

 

Cartão magnético

No final dos anos anos 90 foi implementada a ideia de usar o crachá de identificação do funcionário como cartão magnético de ponto. Esse acessório contém um chip que o identifica no sistema quando dá entrada, pausa ou saída do trabalho.

Por mais que tenha automatizado os processos, graças à redução do tempo gasto para fazer as batidas de ponto, essa tecnologia apresenta duas falhas gravíssimas:

  1. É passível de fraudes, pois um funcionário pode usar o cartão do colega;
  2. O desgaste natural dos cartões gera custos operacionais.

Atualmente com poucos adeptos, essa tecnologia ainda é usada em algumas empresas.

 

Relógio de ponto biométrico

Esse equipamento faz a contagem de ponto com base na leitura da impressão digital do colaborador. Como essa variável é única para cada indivíduo, as possibilidades de fraudes são nulas.

As marcações de ponto são armazenadas na memória do relógio, que imprime um comprovante para cada batida realizada.

Para fazer o fechamento da folha, é preciso exportar essas informações para um outro software. A necessidade de um espaço físico para a instalação desse aparelho, bem como as eventuais filas para bater ponto, também são características negativas.

Além do gasto com bobinas de papel, esse equipamento também tem custos de manutenção, instalação e compra. Um relógio fabricado por uma marca bem conceituada no mercado não custa menos do que R$1000,00 (mil reais).

 

O relógio eletrônico é a melhor opção de controle de ponto?

Analisando friamente, não é. Além da geração desnecessária de comprovantes – como é o caso do relógio biométrico, você leu linhas acima que essa tecnologia tem outros fatores que comprometem a relação custo x benefício.

Dito isso, qual é a solução? Simples: o controle de ponto digital!

Assim como o relógio de ponto eletrônico, a modalidade digital também está entre as alternativas de controle de jornada autorizadas pela Portaria 377 MTE. Além disso, essa tecnologia também é devidamente preparada para impedir fraudes e tem várias outras vantagens. Se você quer saber qual controle de ponto é o ideal para sua empresa, continue comigo!

 

Genyo, a solução digital para substituir o relógio de ponto eletrônico

No mercado brasileiro de ferramentas de gestão, o Genyo é a melhor opção de controle de ponto digital. Trata-se de uma tecnologia trabalhada na praticidade. Para você ter uma ideia, não são necessários mais do que 10 minutos para começar a usar.

Além de não ter que gastar dinheiro para comprar/alugar e instalar um relógio na parede da sua empresa, a aplicação do Genyo não demanda manutenções técnicas. Para melhorar tudo, o sistema funciona no computador e oferece aplicativo grátis para Android e iOS. Na prática, isso quer dizer que o seu colaborador pode bater ponto usando o próprio telefone celular.

E as boas novas não param por aí! O software possui funcionalidades milimetricamente planejadas para deixar a gestão da jornada de trabalho ainda mais completa.

Por ser digital, o Genyo dispensa o uso do comprovante impresso. Todas as informações sobre os registros de ponto ficam armazenadas em um sistema seguro e acessível com poucos toques. É possível saber o local exato de onde foram registradas entradas, pausas e saídas, bem como solicitar a identidade do colaborador por meio de uma foto. 

Viu só como é possível fazer controle de ponto com segurança, praticidade e flexibilidade? Não desperdice o tempo DP de sua empresa com longas horas dedicadas ao fechamento da folha de ponto do mês. Não tenha medo de inovar e adote, agora mesmo, esse serviço que é inteligente até no nome.