Arquivos relógio de ponto - Controle de Ponto Eletrônico Digital - Genyo

Tag de arquivos: relógio de ponto

22 fev 2021

Tudo o que você precisa saber sobre produtividade marginal

produtividade marginal

O termo “produtividade marginal” pode, de fato, soar de maneira pejorativa ou pouco criteriosa, segundo as percepções dos mais leigos. A verdade, no entanto, é que estamos lidando com um conceito da economia neoclássica. Nesse sentido, não há motivos para gerar preocupações acerca de possíveis situações irregulares.

Mas será que esse tipo de produção relativamente pouco comentada na mídia acontece aí na sua empresa?

Neste artigo, você aprende tudo o que precisa saber sobre produtividade marginal. Além da definição, conversaremos sobre cálculos e usos práticos. Por fim, esse tema de nome tão inusitado será desmistificado de uma vez por todas.

Agora, vamos para nossa dose semanal de conhecimento!

 

O que é produtividade marginal

A produtividade marginal [Pmg] corresponde à variação na produção que resulta da utilização de uma unidade diferente do fator de produção, mantendo constantes a quantidade de outros insumos como, por exemplo, a matéria-prima e os equipamentos utilizados nos processos. Dessa forma, o produto final aumenta ou diminui conforme a variação das entradas (input) de novos elementos nos processos de produção.

Esse conceito é utilizado para entender o equilíbrio entre as receitas de venda e os custos de produtos ou serviços. É importante conhecer a produtividade marginal do seu negócio, pois, se no fim das contas os custos da empresa excedem a receita de vendas, acontece a perda de dinheiro.

Antes de continuarmos com o assunto da produtividade marginal, há um esqueminha de definições que você precisa entender:

  1. Produto total: quantidade do produto que se obtém da utilização do fator variável, mantendo-se fixa a quantidade dos demais fatores.
  2. Produto marginal: relação entre as variações do produto total e as variações da quantidade utilizada do fator.
  3. Produto médio: resultado do quociente da quantidade produzida pela quantidade utilizada desse fator.

Agora que as diferenças entre os produtos estão claras, chegou a hora de conferir uma importante etapa da jornada do entendimento sobre produtividade marginal. Vamos lá?

 

Como calcular a produtividade marginal?

Para calcular a produtividade marginal, você vai usar a fórmula Pmg = Δ Y / Δ X.
Confira abaixo a explicação das variáveis:

  • Pmg = produtividade marginal
  • Δ Y = variação de saída [variação no output]
  • Δ X = variação de entrada [variação no input]

Deu um nó na cabeça aí? Não se preocupe! O segredo é encarar a matemática como ciência que usa números e equações para explicar o mundo.

Filosofia à parte, vamos conferir um exemplo prático desse cálculo. Acompanhe abaixo:

Uma confecção com 15 colaboradores produz 700 camisas. Graças à contratação de um novo funcionário, mas utilizando as mesmas máquinas, a produção sobe para 707 peças. De acordo com a fórmula que vimos acima, qual será o valor da produtividade marginal? Observe o cálculo:

  • 707 – 700 (variação no output) = 7
  • 16 – 15 (variação no input) = 1
  • 7 / 1 = 7 peças por cada trabalhador adicional

O valor calculado permite descobrir o número de unidades produzidas por um novo trabalhador contratado na empresa, a chamada produtividade marginal. No exemplo acima, em vez de 15 trabalhadores, a empresa passou a contar com 16, obtendo assim um novo volume de produção. Não tem segredo! Após calcular o valor das variações, divide-se a output pela input. O resultado é a Pmg, ou seja, a produção aumenta em 7 camisas por trabalhador adicional.

Viu só como a produtividade marginal pode ser interessante para um negócio? Agora, vamos entender uma importante relação entre esse tipo de produção e os lucros de uma empresa.

 

Como maximizar lucros com produtividade marginal

Primeiramente, devemos internalizar dois conceitos básicos da administração. Ambas definições foram retiradas do site Dicionário Financeiro, glossário que abrange investimento, finanças pessoais, empreendedorismo e carreira.

  • Custo marginal: alterações causadas no custo total para uma mudança unitária na quantidade produzida.
  • Receita marginal: é o adicional rendido à empresa com um aumento da produção obtida com uma unidade extra.

Com base nessas diretrizes, o conceito de produtividade marginal pode ser o fio da meada para determinar a quantidade ideal de funcionários e equipamentos que a empresa precisa para operar de maneira plena. A seguir, você confere a simulação de uma avaliação de contratação.

  • Uma empresa fatura R$ 1700,00 em receitas
  • A contratação de um trabalhador extra vai custar R$ 1250,00
  • A chegada do novo trabalhador vai gerar um ganho líquido de R$ 450,00

Logo, a contratação desse funcionário pode acontecer tranquilamente. Em outras palavras, a mão de obra dele vai aumentar a receita de maneira deveras satisfatória.

Bem interessante essa possibilidade de maximizar os lucros com a produtividade marginal, concorda? Porém, a exemplo de boa parte dos fundamentos da economia, sempre há o outro “lado da moeda”. A seguir, vamos conversar sobre quando esse tipo de produção pode ser nociva.

 

A produtividade marginal decrescente

Para avaliar se vale a pena investir na produtividade marginal, você deve entender que se o “custo marginal” for superior à “receita marginal”, a empresa pode começar a ter prejuízos. Quando há esse resultado pouco desejável, temos a produtividade marginal decrescente.

Em síntese, se um determinado insumo é aumentado o suficiente para superar o volume de produção, a produtividade marginal passa a ser desinteressante. O exemplo clássico para ilustrar essa situação pode ser visto na indústria agrícola. Para tal, vamos considerar dois fatores de produção:

  1. extensão de terra
  2. quantidade de trabalhadores

Considere que a plantação é feita sempre no mesmo terreno e com as mesmas técnicas de plantio. Assim, a única forma possível para aumentar a produção é contratar mais colaboradores. Logo, ao acrescentar um trabalhador a mais na lavoura, a produção total irá aumentar. Se adicionar um segundo lavrador, contudo, a produção irá aumentar, mas em um nível menor do que a adição anterior.

A situação descrita acima acontece porque a extensão da terra é a mesma. Portanto, o segundo trabalhador contratado não vai conseguir gerar a mesma produtividade adicional dos trabalhadores anteriores. Em outras palavras, quando toda a extensão da terra já está sendo utilizada, o acréscimo na produção ao aumentar o número de membros na equipe vai diminuindo sucessivamente. Por isso, se considera que esse sistema apresenta produtividade marginal decrescente.

Agora que chegou até aqui, certamente você já tem os caminhos para implantar a produtividade marginal de forma eficiente aí na sua empresa. Desde já, a equipe do Controle de Ponto Digital Genyo deseja sucesso total nos seus processos. Até a próxima!

15 fev 2021

4 métodos para aumentar a produtividade no trabalho

produtividade no trabalho

Desenvolver uma boa produtividade no trabalho é um dos objetivos mais preciosos que você, colaborador, precisa ter em sua carreira. Em suma, essa habilidade ajuda a elevar o seu nível profissional, bem como os padrões de qualidade dos serviços ou produtos da empresa em que você trabalha.

Para ser produtivo, no entanto, é preciso saber como fazer do tempo um aliado. Essa gestão saudável torna o profissional mais atrativo para o mercado, bem como aumenta suas chances por melhores salários.

Mas, como anda a sua produtividade? Se “te sobram tarefas no final de cada jornada”, este artigo é indispensável. Ao longo desta nossa conversa, você ficará por dentro de alguns métodos que te ajudarão a produzir mais, sem fazer hora extra ou desperdiçar preciosas horas de trabalho.

Ah, antes de tudo, só preciso deixar claro que este não é um texto de autoajuda. O conteúdo que você consumirá abaixo é todo trabalhado em bases científicas. Está pronto para os novos ares? Então, continue comigo e não se arrependerá.

 

Como aumentar a produtividade no trabalho?

Num artigo recente, nós conversamos sobre a técnica Pomodoro, uma infalível metodologia de gestão de tempo. A boa notícia, no entanto, é que há várias outras formas para ser produtivo. Nesse sentido, cá estamos para te apresentar 4 metodologias para você aumentar a sua produtividade no trabalho e, consequentemente, fazer suas tarefas sem estresse. Vamos lá?

 

1. Princípio de Pareto

O Princípio de Pareto, ou lei 80/20, é um método que lida com a relação “causa/consequência”. Segundo esse método, 80% dos efeitos surgem a partir de 20% das causas.

Bastante polivalente, essa proporção pode ser aplicada em vários campos da vida. Todavia, vamos trazer esse raciocínio para o dia a dia de trabalho. Nesse sentido, pense em duas possibilidades:

  • 20% dos seus esforços produzem 80% dos seus resultados.
  • 20% das suas distrações resultam em 80% da improdutividade.

Com essas proporções em mente, concluímos que se trata de uma metodologia que orienta as pessoas que se distraem facilmente e têm dificuldade de agir. Em outras palavras, quem sabe usar o Princípio de Pareto, troca a procrastinação pelo aumento da produtividade no trabalho.

Por fim, mas não menos importante: não há a necessidade de programas específicos para trazer a Lei 80/20 para a sua realidade. É mais uma questão de auto avaliar o grau de influência que os problemas que tornam um profissional improdutivo exercem no seu dia a dia. Posteriormente, basta você adotar as medidas apropriadas para solucioná-los e, consequentemente, aumentar a sua produtividade no trabalho.

 

2. Método Kanban

O método Kaban é indicado para quem começa muitos projetos, mas não consegue terminar quase nem um. Conforme sua tradução livre, o termo “kaban” significa “cartão”. Por ser muito imagético e fácil de usar, facilmente é confundido com outras ferramentas de gestão. Então, desde já, mentalize que essa metodologia não é uma variação para to do list, bem como não é sinônimo para a filosofia de trabalho just-in-time.

Desenvolvido pela montadora de carros Toyota, esse sistema de controle de produção ou gestão de tarefas tem como variáveis a “agilidade” e o “visual”. Esses princípios básicos podem ser definidos no esquema abaixo:

  • Ser ágil: gerenciar as tarefas com rapidez, acompanhando o ritmo de trabalho de equipes que possuem entregas com prazos bem apertados e definidos.
  • Ser visual: funciona com a ajuda de um esquema de colunas e cartões (que podem ser coloridos), facilitando a visualização do que precisa ser feito por todos os membros da equipe.

Na prática, você deve organizar um quadro com as respectivas colunas: “por fazer”, “em andamento” e “concluído”. Em cada uma, adicionam-se as tarefas que se encontram nos respectivos estágios de desenvolvimento, mudando de coluna conforme seu progresso.

Essa representação visual te ajuda a identificar todas as atividades pendentes, definir prioridades e, por fim, gerenciar melhor o seu tempo. O mercado oferece softwares para o método Kaban. Porém, nada impede a confecção artesanal do painel e dos cartões.

 

3. Lei de Parkinson

Você já deixou uma tarefa para os “45 do segundo tempo” e acabou “levando o serviço para a prorrogação”? Não se preocupe, pois, esse hábito é tão ruim quanto é antigo. Prova disso é que, em 1955, o historiador Cyril Northcote Parkinson publicou um artigo, no The Economist, sobre esse assunto.

De acordo com Parkinson, “o trabalho expande-se de modo a preencher o tempo disponível para sua realização”. Em outras palavras, se uma tarefa tiver que ser realizada dentro de 15 minutos, você não medirá esforços para cumprir o prazo. Em contrapartida, se essa mesma tarefa tiver sido estipulada para ser cumprida em um dia, você gasta todo o tempo disponível para também respeitar o deadline.

A boa notícia, no entanto, é que você precisa apenas dos quatro passos abaixo para se beneficiar da Lei de Parkinson.

  1. Crie um senso de urgência em suas tarefas: isso vai te tirar de sua zona de conforto, bem como te dará mais tempo de qualidade e foco.
  2. Estabeleça metas ousadas: elas te impulsionam a fazer o que deve ser feito, mesmo que apareçam as distrações e os infames “ladrões de tempo”.
  3. Monte uma agenda: organize o seu dia, simples assim. Chega de perder tempo com o pensamento “o que farei agora?”. Determine horários e compromissos pré-estabelecidos.
  4. Relaxe: o descanso é mais que justo. Aproveite bem os seus intervalos interjornada e intrajornada.

Viu só como gestos considerados banais podem ajudar a aumentar a produtividade no trabalho?

 

4. Getting Things Done [GTD]

Você é do tipo de pessoa que pensa em várias coisas de forma simultânea, mas no final do expediente quase nada saiu do campo das ideias? Se a sua vida profissional é sufocada pelo conceito “Tudo Ao Mesmo Tempo Agora”, presente em um dos discos dos Titãs, o método Getting Things Done [GTD] é o que você precisa. Afinal, ser produtivo não significa fazer mais, mas sim aproveitar melhor o tempo. Para isso, é preciso ter a mente tranquila.

Inventando pelo norte-americano David Allen, consultor e instrutor em produtividade, o GTD existe há mais de 30 anos. Com o tempo, Allen reuniu diversos aprendizados e técnicas de produtividade em um livro chamado “Getting Things Done” – ou “A arte de fazer acontecer”, em português.

Em suma, o GTD se baseia em cinco passos. Observe abaixo como fazer as coisas acontecerem:

  • Coletar: é o momento de “tirar da cabeça todas as ideias e lembranças de coisas a fazer e passar para algum lugar mais confiável”. Nesta lista, você vai elencar obrigações, tarefas, projetos, objetivos e tudo o que requer sua atenção.
  • Processar: analise cada uma das coisas que coletou e decida o que fazer, o que delegar e o que vai virar projeto.
  • Organizar: organize suas listas! Tudo que for relacionado à sua vida pessoal, por exemplo, vai para uma listinha chamada “trabalho”. No diretório “pessoal”, inclua os assuntos pessoais.
  • Revisar: chegou a hora de fazer a revisão de todo o sistema. A ideia aqui é atualizar as informações e obter perspectivas.
  • Executar: não é só pegar a tarefa e terminá-la. É ter o engajamento para executar, naquele momento, a coisa mais importante que deveria estar fazendo.

Depois que usar o GTD, você descartará frases como “24 horas é pouco!” ou “fiz tanta coisa, mas parece que não fiz nada”.

 

A importância de ter produtividade no trabalho

Se você chegou até aqui, percebeu que ser produtivo é algo totalmente alcançável. Basta se organizar e usar as metodologias acima com bastante foco e atenção. O primeiro passo, inclusive, pode ser dado exatamente agora.

Os bons níveis de produtividade no trabalho farão de você um profissional mais engajado e melhor posicionado no mercado. Consequentemente, serão maiores as suas chances de conquistar cargos de liderança e, sobretudo, confiança. Em suma, o desempenho exemplar é fundamental para a construção de uma carreira longeva, vitoriosa e inspiradora.

Agora que terminamos essa conversa, que tal começar a colocar tudo isso em prática? Desde já, saiba que a equipe do Controle de Ponto Digital Genyo te deseja todo sucesso possível.

08 fev 2021

Como aplicar a gestão estratégica de pessoas na sua empresa?

gestão estratégica de pessoas

Gestão estratégica de pessoas pode até parecer um conceito complexo relacionado à área de Recursos Humanos. Essa trinca de palavras, no entanto, é duma importância imensurável para uma empresa.

Para começar, essa forma de gerenciamento humaniza a relação entre empregador e empregado. Em outras palavras, a figura do colaborador deixa de ser um número no fechamento de folha de pagamento e ganha contornos de total relevância. Dessa forma, o funcionário percebe o cuidado que lhe é dedicado e, consequentemente, retribui com performances que rendem melhores resultados.

Em contrapartida, a organização melhora sua presença nos scores do mercado e consegue abrir portas para melhores investimentos e parcerias. Além disso, a firma torna-se mais atrativa para talentos, ou seja, cria situações cada vez mais propícias para formar equipes de alta performance.

Em síntese, estamos falando de um processo que é bom para todos os envolvidos com uma determinada empresa. Afinal de contas, sempre é recomendável ter relações diretas ou indiretas com quem é bem cotado no cenário. E, então? Você já pratica a gestão estratégica de pessoas? Neste post você encontra todas as informações necessárias para aplicar esse processo tão interessante aí nos seus times.

Vamos lá?

 

A importância da gestão de pessoas para uma organização

A gestão estratégica de pessoas é imprescindível para o desenvolvimento de uma organização. Essa contemporânea metodologia de gerenciamento pessoal reúne práticas que incentivam o desenvolvimento do capital intelectual de uma determinada empresa. Afinal de contas, esse é o ativo mais importante que um negócio pode ter.

Mas como tirar essas ideias tão revolucionárias do papel? Primeiramente, é preciso entender que não há fórmulas prontas. Nesse sentido, o fio da meada é entender e aplicar algumas diretrizes. A boa notícia, entretanto, é que se você continuar por aqui, logo vai aprender como implantar a gestão estratégica de pessoas aí na sua empresa.

 

6 passos para aplicar gestão estratégica de pessoas na empresa

Como qualquer processo, a gestão estratégica de pessoas precisa de alguns esforços para acontecer. A boa notícia, no entanto, é que não estamos falando de práticas fora do alcance de um profissional de Recursos Humanos devidamente qualificado.

O fio da meada, a propósito, é conhecer e saber como praticar os 5 pilares da gestão estratégica de pessoas. Só para refrescar um pouco a memória, aqui vão eles:

  1. Motivação
  2. Processos de liderança
  3. Treinamento e desenvolvimento profissional
  4. Trabalho em equipe
  5. Comunicação assertiva

O esqueminha acima é didático, bem como intuitivo. Com essa base em mente, e sobretudo, na prática, você não terá turbulências com o uso dos 6 passos para aplicar a gestão estratégica de pessoas na empresa. Agora, vamos a eles.

 

1. Compreender os objetivos da empresa

Em primeiro lugar, é necessário entender os reais objetivos da empresa e como os Recursos Humanos estão sintonizados com a trinca “missão, valores e visão”.

Exemplo prático: se a diretoria planejar expandir alguma área de atuação ou até mesmo concentrar esforços em um novo produto, o RH não pode ter muitas dores para entender quais competências e perfis profissionais são recomendados para atender às demandas da nova empreitada. Posteriormente, a motivação, os treinamentos e a comunicação serão trabalhados de forma bem mais dinâmica.

 

2. Mapear as habilidades e competências técnicas dos colaboradores

Conhecer os colaboradores é indispensável para fazer uma eficiente gestão estratégica de pessoas. Nessa etapa, você conseguirá entender de que maneira os colaboradores atuais colaboram com o cumprimento das metas e dos objetivos. Além disso, observará as habilidades técnicas e perfis comportamentais deles.

Você também entenderá quais funcionários são especialistas em áreas específicas. Um momento interessante para mapear essas habilidades é durante a análise de avaliação de desempenho.

Outro conhecimento importante proporcionado por esse estudo gira em torno das barreiras evolutivas e oportunidades de desenvolvimento profissional. Com essas informações em mãos, ficará bem mais fácil elaborar um plano de ação para aproveitar os pontos fortes e resolver as fraquezas dos membros dos times.

 

3. Prever as necessidades da organização

Chegou o momento de estimar os requisitos futuros organizacionais. Para fazer essa previsão, você vai usar a clássica relação abaixo:

  • Demanda – faça uma estimativa de quantos funcionários com as habilidades específicas serão essenciais para atender às necessidades futuras da empresa.
  • Oferta – tenha conhecimento sobre os colaboradores que estão atualmente disponíveis para ajudar a empresa a atingir seus objetivos estratégicos.

Com esses conhecimentos é possível determinar quais cargos deverão ser abertos e quais competências serão necessárias, a longo prazo, para que o plantel atual possa assumir as responsabilidades futuras. Além disso, você entenderá se a experiência dos colaboradores está sendo bem utilizada.

 

4. Conte com ferramentas para automatizar a gestão estratégica

Identifique os problemas que dificultam o desenvolvimento do funcionário no trabalho. Para isso, é necessário promover auditorias das ferramentas utilizadas e entender quais delas podem ajudar na automatização e economia de tempo em etapas burocráticas.

Se o fechamento da folha de ponto demanda muito tempo, por exemplo, o controle de ponto digital é a solução que você precisa para tornar sua gestão de pessoas mais leve e dinâmica.

 

5. Faça avaliações e ações corretivas

Crie um cronograma para revisar a sua gestão estratégica de pessoas. Essas avaliações vão acompanhar o progresso alcançado e também identificarão os pontos de melhoria.

 

6. Mantenha a equipe treinada e motivada

O treinamento e a motivação da equipe são dois pilares da gestão estratégica, lembra? Então, essas bases devem ser constantes na empresa. Afinal de contas, o colaborador que conhece suas atribuições e domina as ferramentas de trabalho, inevitavelmente, é mais produtivo e entrega melhores resultados.

Já a motivação, como você pode supor, vai além de pagar salários compatíveis com o mercado. O colaborador realmente motivado é aquele que tem a voz ouvida, bem como enxerga que a empresa incentiva crescimento profissional, entre outras coisas.

Se você chegou até aqui, certamente, já tem todo um direcionamento para aplicar a gestão estratégica de pessoas aí na sua empresa. Agora, basta traçar as estratégias que vão otimizar os seus processos de gerenciamento. Dessa forma, sua equipe vai entregar melhor desempenho e, consequentemente, resultados mais satisfatórios. Desde já, a equipe Genyo te deseja sucesso total no desenvolvimento de seus processos!

02 fev 2021

5 indicadores de produtividade individual em uma empresa

indicadores de produtividade

Os indicadores de produtividade são indispensáveis para o desenvolvimento eficiente do trabalho de um gestor de pessoas. Essas ferramentas ajudam a mensurar o desempenho dos funcionários, bem como ilustram o desenvolvimento dos processos internos de uma empresa. Além disso, tais formas de monitorias direcionam tomadas de decisões como, por exemplo, contratação ou demissão.

Mas… E aí, na sua empresa? Você conta com essa ferramenta para fazer o trabalho de gestão? Se a sua resposta for “não”, nunca é tarde para começar!

Este artigo apresenta uma porção de informações pertinentes sobre esse assunto. Em síntese, nós da equipe do Blog Genyo te apresentaremos os melhores exemplos de indicadores para medir o nível de desempenho dos membros de seu time. Por fim, as boas ideias irão pairar sobre o seu planejamento e, consequentemente, a sua gestão de pessoas nunca mais será a mesma.

Vamos lá?

 

O que são indicadores de produtividade?

Com origens no termo em inglês Key Performance Indicator [KPI] (Indicador-Chave de Desempenho, em tradução livre), os indicadores de produtividade são as variáveis utilizadas para mensurar a evolução das operações de uma organização. Entre outras aplicabilidades, ajudam a monitorar o desempenho dos funcionários.

Os KPIs são obtidos a partir de parâmetros comparativos entre o produto ou serviço gerado pela organização e os recursos que foram empregados para a produção. Um dos insumos necessários nos processos é a mão de obra do funcionário. A seguir, vamos conversar sobre os indicadores que te ajudarão a mensurar o desempenho de cada um dos membros de sua equipe.

 

5 KPIs para monitorar a produtividade dos funcionários

O sucesso de um produto ou de um serviço prestado está diretamente relacionado ao desempenho dos funcionários. Por isso, o gestor de pessoas precisa saber mensurar as performances profissionais dos membros de sua equipe.

Conforme supracitado em outro momento deste post, esse trabalho é guiado pelos KPIs. A seguir, você confere 5 exemplos de indicadores para monitorar a produtividade aí no seu time.

 

1. Pontualidade

Aqui não é exatamente sobre o funcionário chegar na hora certa e bater ponto todos os dias. A pontualidade como KPI diz respeito ao cumprimento de prazos. Nesse sentido, o gestor deve avaliar se as entregas de tarefas respeitam o deadline estipulado durante as reuniões de planejamento.

Para conseguir monitorar a pontualidade com as entregas, você precisa conhecer todos os detalhes das funções desempenhadas por cada colaborador. Dessa forma, são evitadas as avaliações injustas e os feedbacks equivocados.

Imprevistos acontecem, bem como contratempos. Quando os prazos não são respeitados com muita frequência, no entanto, pode ser que haja alguns problemas com gestão de tempo no trabalho.

Se você detectar que um funcionário ou outro apresenta muita dificuldade com as entregas, evite medidas enérgicas logo num primeiro momento. Vá com calma. Procure entender a situação, dialogar e direcionar soluções. Afinal de contas, as conversas construtivas podem impedir demissões precipitadas.

 

2. Velocidade nos processos

Esse indicador de produtividade é complementar ao primeiro desta lista. Porém, a velocidade para desenvolver os processos está relacionada à questão da organização de tarefas. Em outras palavras, quanto mais “perdido” o funcionário for, mais dificuldade ele terá para zerar a sua to do list.

Em suma, esse KPI te ajuda a detectar tudo que é tipo de “ladrão de tempo”, incluindo a procrastinação e distrações externas. Geralmente, esse tipo de situação acontece quando há dificuldade em organizar tarefas. Para melhorar os números desse indicador, você pode sugerir metodologias de gerenciamento de tempo, incluindo a Técnica Pomodoro.

 

3. Incidência de erros

O erro é uma condição sine qua non da existência humana, isto é, nenhum de nós consegue passar pela vida sem errar. Logo, um deslize aqui e outro ali são razoavelmente aceitáveis no dia a dia de trabalho. As falhas constantemente repetidas, no entanto, podem comprometer a produtividade de um funcionário, bem como a imagem do produto ou da empresa.

Nesse sentido, considere os erros que são cometidos com um certo grau de incidência. Uma vez que a empresa oferece treinamentos e ferramentas de trabalho, e o funcionário conhece bem as suas tarefas, não há motivos para que a mesma falha seja uma insistente constante.

Para resolver esse problema, é preciso conhecer a sua raiz. Será que há influência de fatores externos no desempenho do colaborador? E se esse erro for uma peça de um “efeito dominó” que começa em outros setores da equipe? Vale a reflexão, concorda?

Por isso, procure conversar e entender a situação. É preciso manter a calma, conhecer os detalhes do problema, ouvir a voz do colaborador, contar com toda ajuda possível para buscar a solução e dialogar com os responsáveis do setor. Em outras palavras, antes de adotar medidas enérgicas, como demissão, faça uma investigação profunda e descubra as causas e as soluções do problema.

 

4. Redução de custos

Eis um KPI muito interessante para avaliar a produtividade de um funcionário. Afinal de contas, os custos gerados nunca podem superar os lucros. Nesse contexto, o funcionário que consegue conter gastos ajuda a reduzir os custos operacionais da empresa.

Como observar esse indicador de produtividade? Simples: cada detalhe da rotina do colaborador, tende a evidenciar a preocupação dele com o orçamento. Em outras palavras, observe o cuidado e preocupação do funcionário com os materiais e equipamentos de trabalho.

Será que as impressões são feitas de maneira sustentável? O computador fica ligado na hora do intervalo intrajornada? O último a sair da sala ou do escritório apaga as luzes? A longo prazo, esses pequenos gestos podem fazer uma imensa diferença nas despesas com escritório.

 

5. Qualidade do produto ou do serviço

Esse KPI é monitorado com a ajuda da principal razão de ser de um negócio: os clientes. Ouvir a voz do consumidor final é um fator indispensável para a conquista dos melhores resultados.

Esse indicador de produtividade pode ser observado nas informações obtidas nas pesquisas de satisfação. Se os índices de reclamações, pedidos de trocas de produtos, reprovação do serviço prestado forem altos, a sua equipe está oferecendo um trabalho aquém do desejado. Outro fator importantíssimo é a nota recebida nos atendimentos. Nesse sentido, se a média de pontuação for baixa, o seu time não entrega uma boa experiência ao público.

Para ser justo, no entanto, lembre-se de implantar programas de treinamentos. Além disso, é indispensável manter os funcionários atualizados sobre os hábitos do consumidor e tendências do cenário .

Se você chegou até aqui, certamente passou a ter um direcionamento para lidar com as análises de produtividade na sua equipe. Agora, basta traçar as suas estratégias e dar um plus na gestão de pessoas. Desde já, a equipe do Controle de Ponto Digital Genyo deseja sucesso total para o desenvolvimento de seus processos.

25 jan 2021

Os 5 pilares da gestão estratégica de pessoas nas empresas

gestão estratégica de pessoas

A gestão estratégica de pessoas é fundamental para o sucesso de uma empresa no mercado. Essa forma de gerenciamento busca desenvolver e aplicar ações que visam impactar os colaboradores. Nesse sentido, a intenção é mostrar para cada funcionário que a empresa não o enxerga como um ativo contábil, ou seja, as pessoas são mais importantes do que os números.

“Mas como será que essa metodologia de gerência funciona?”, sabiamente você nos questiona. Será que basta premiar os funcionários com salários compatíveis com a realidade da profissão? Ou então, quem sabe, uma cesta de Natal bem completa e um cartãozinho de agradecimento já são suficientes para resolver tudo? Na verdade, os processos de gerenciamento estratégicos são mais intensos. Todavia, não se assuste! Tudo é possível, desde que o setor de Recursos Humanos esteja disposto a atuar de formas inovadoras e inventivas.

Neste post, vamos entender quais são os cinco pilares da gestão estratégica de pessoas. Ao longo da conversa, ficará bem claro quais âncoras você deve usar para que a sua gerência de capital humano seja estrategicamente voltada para a valorização de cada membro do quadro de funcionários. Como consequência, você terá equipes engajadas, produtivas e alinhadas com a cultura organizacional da empresa.

Ficou instigado para conhecer mais sobre esse assunto? Então, continue por aqui. No final do nosso papo, suas ideias estarão devidamente oxigenadas para colocar tudo isso em prática.

Vamos lá?

 

5 pilares da gestão estratégica de pessoas

Assim como boa parte dos processos desenvolvidos em ambiente corporativo, a gestão estratégica de pessoas tem algumas bases. A seguir, você confere os cinco pilares que sustentam essa metodologia tão moderna e diferenciada para gerir capital humano.

 

1. Motivação

A motivação da equipe é fundamental para que um projeto seja desenvolvido de forma plena. A falta dela, em contrapartida, provoca desânimo, procrastinação e todas as distrações que impedem o funcionário de fazer uma eficiente gestão de tempo no trabalho.

O desafio aqui é compreender o fator que motiva cada um dos colaboradores a fazer parte da empresa. Uns buscam melhores salários e benefícios, outros procuram alinhar seus valores pessoais com a organização e há os que são movidos a desafios. Nesse cenário, cabe ao gestor de pessoas conhecer os componentes de seu time e empreender em cima dos fatores que mais os motivam.

 

2. Processos de liderança

A função de um líder é indispensável para o sucesso da gestão estratégica de pessoas. Em outras palavras, esse profissional talentoso, sagaz e carismático é peça chave para trabalhar a motivação dos demais colaboradores da empresa.

Os processos de liderança, contudo, ultrapassam a questão de anunciar ou celebrar os bons resultados conquistados pela equipe.

Antes de tudo, o líder precisa dominar certas habilidades. Nesse sentido, é imprescindível saber ouvir, bem como resolver conflitos e dar os feedbacks necessários – como a reunião One on One, por exemplo. Além disso, há a necessidade de entender o papel de mentor, ou seja, ser o exemplo que os liderados terão o interesse em seguir.

 

3. Treinamento e desenvolvimento profissional

Investir na capacitação dos funcionários é uma das formas de incentivo mais eficientes na gestão estratégica de pessoas. Funcionário bem preparado, trabalha mais motivado e aumenta os níveis de competitividade da empresa.

Já que o mercado passa por constantes transformações, o colaborador precisa se manter atualizado sobre suas funções. Por isso, é prudente promover treinamentos periódicos. Também são recomendáveis investimentos em programas de desenvolvimento profissional, ou seja, incentive e patrocine atividades que elevem o nível intelectual e as habilidades de seus funcionários.

 

4. Trabalho em equipe

No final do século XIX, em 1884, o escrito francês publicou a obra Os Três Mosqueteiros. Segundo consta, os protagonistas daquela fascinante história tinham como lema a clássica frase “um por todos e todos por um”. Dando um salto de cerca de 130 anos, podemos buscar no mote desses inesquecíveis personagens as referências para formatar um dos pilares da gestão estratégica. Trata-se do trabalho em equipe!

Trabalhar em equipe é ter em mente que os times são os componentes de uma célula, mesmo que os trabalhadores estejam envolvidos em projetos distintos. Na teoria, o discurso é bonito. Para funcionar de forma eficiente, no entanto, o gestor precisa encarar o desafio de eliminar quaisquer vestígios de competição entre as equipes. É aí que entra em cena a filosofia dos Três Mosqueteiros, cuja aplicação, você confere abaixo:

  • Promova a interação natural entre os colaboradores da mesma equipe. Um software de gestão de tarefas, como o Trello, monday.com ou Taskworld é uma ótima ferramenta para acompanhar os progressos das to do lists individuais, bem como do projeto em geral.
  • Organize reuniões para o acompanhamento de cada projeto. Quando todos da equipe ficam por dentro do desenvolvimento das etapas, é mais fácil manter o foco.
  • Incentive momentos de descontração, pois, em gestão estratégica, o ambiente organizacional nunca é só “colocar a mão na massa”. Momentos de conversa, sem colocar o trabalho em pauta, são mais que saudáveis para criar senso de união. Em outras palavras, você precisa incentivar a interação dos funcionários fora do horário de trabalho.

Com essas ações, você consegue desenvolver um quadro de funcionários unido, focado e engajado com a busca dos melhores resultados. Consequentemente, todos os envolvidos na cadeia do negócio saem com lucro.

 

5. Comunicação assertiva

Eis um pilar básico para o desenvolvimento saudável de qualquer relacionamento, sobretudo o profissional. Com bastante eficiência e clareza, a comunicação assertiva leva todas as informações traçadas no planejamento ao conhecimento de todos os colaboradores.

Acontece, porém, que se comunicar de forma efetiva vai além de enviar uma circular e informar sobre os acontecimentos do mês. Na verdade, é preciso saber dar e receber feedbacks, bem como ouvir as demandas dos colaboradores. Também é importante promover reuniões sobre todas as fases dos projetos, ou seja, do planejamento aos detalhes finais da execução, mas não sem passar pelos estágios de desenvolvimento de cada etapa.

Agora que você já conhece os 5 pilares da gestão estratégica de pessoas, nós aqui da equipe do Controle de Ponto Digital Genyo temos um recado importante: o assunto não acabou. Posteriormente, nós vamos conversar sobre como implantar essa forma de gerência tão eficiente. Até a próxima!

18 jan 2021

A importância da gestão estratégica de pessoas nas empresas

gestão estratégica de pessoas

A gestão estratégica de pessoas é imprescindível para que uma empresa supere os desafios cotidianos relacionados à produtividade. Essa prática é indispensável para viabilizar processos, desenvolver as demandas e atingir os objetivos traçados para o desenvolvimento profissional de todos os colaboradores.

O termo “gestão estratégica de pessoas”, de fato, pode até soar como um jargão da área de Recursos Humanos. Esse tipo de gerência, no entanto, impacta diretamente no crescimento da empresa, promove vantagem competitiva e ajuda a moldar os propósitos da cultura organizacional.

Antes de tudo, preciso comentar que não é fórmula mágica para o sucesso de uma equipe de trabalho. Na realidade, conforme você verá a seguir, estamos lidando com uma série de vantagens que aumentam o engajamento dos funcionários com o empregador e, consequentemente, melhoram a produtividade e o posicionamento da empresa no cenário.

Neste post, vamos conversar sobre a importância da gestão estratégica de pessoas no dia a dia corporativo. No final das contas, você certamente estará pronto para tomar a decisão de implantar essas práticas aí nos seus negócios. Se prepare para conhecer um conceito que realmente revoluciona qualquer departamento de gestão de pessoas. Continue por aqui e não se arrependerá.

Vamos lá?

 

O que é gestão estratégica de pessoas?

A gestão estratégica de pessoas é o conjunto de práticas que viabiliza e alinha os interesses dos colaboradores com os da organização. Sempre intencionando promover o desenvolvimento do capital humano nas empresas, essas ações atuam no sentido de reter, captar e desenvolver talentos.

Visando a busca pela constante evolução profissional, esse modelo de gerência entende os anseios profissionais dos colaboradores. Em contrapartida, não há usurpação com os interesses da empresa e as atuações buscam propor medidas para que todas as metas sejam cumpridas. Com uso saudável da gestão estratégica de pessoas, você consegue:

  • Identificar, desenvolver e aplicar o capital intelectual dos colaboradores
  • Entender quais são as oportunidades e receios desses profissionais competentes
  • Compreender como os colaboradores ajudarão a atingir as metas
  • Mensurar as expectativas de ambas as partes
  • Analisar o nível das performances de cada colaborador
  • Potencializar o impacto que as equipes provocam na empresa

É importante ressaltar que esse trabalho pode ser feito tanto por profissionais de RH, quanto por todos os outros colaboradores que exercem cargos de liderança.

Por fim, mas não menos importante: o senso estratégico na gestão de pessoas percorre todo o ciclo empregado na empresa, ou seja, envolve as etapas que vão do recrutamento ao desligamento do funcionário. Desde já, você precisa mentalizar que essas vantagens são conquistadas com ações que envolvem motivação e engajamento.

 

Como surgiu a gestão estratégica de pessoas

O surgimento do Departamento Pessoal [DP] data de algum momento do século XIX. A principal atribuição do então novo setor era mensurar os custos das empresas. Naquela época a relação entre empregador e funcionário era relativamente objetificada, isto é, cada colaborador era visto como mais um ativo contábil da empresa. Portando, os números eram mais importantes do que as pessoas.

Com a criação da Consolidação das Leis do Trabalho [CLT], na primeira metade do século XX, no entanto, as empresas começaram a se preocupar com o cumprimento das leis trabalhistas. Naquele contexto, então, surgiram os profissionais responsáveis por fiscalizar o cumprimento destas regras. Posteriormente, a esse campo de atuação foi dado o nome de Recursos Humanos [RH].

Seguindo a evolução natural do mercado, os setores em questão foram assumindo demandas distintas. A partir da década de 1970, inclusive, o DP passou a focar exclusivamente nas tarefas mais operacionais, que envolvem a relação entre funcionário e empresa. Consequentemente, o RH começou a aplicar contornos humanizados ao outrora perfil cheio de características operacionais da função. Nesse cenário, por exemplo, foram elaborados os primeiros planejamentos estratégicos para reter talentos e trabalhar o lado motivacional das equipes.

Em razão dessa concepção humanizada na relação entre empresa e funcionário, surgiu a gestão estratégica de pessoas. A partir dessa mudança no ambiente corporativo, surgiu essa inovadora forma de gerência que trouxe práticas para engajar os membros da equipe e promover a cultura organizacional. Entre outras metodologias, aplica-se pesquisas para conhecer o perfil de cada colaborador, sempre no intuito de estreitar laços e conseguir extrair o melhor rendimento possível.

 

A importância da gestão estratégica de pessoas

O modelo de trabalho no cenário atual foca na identificação dos funcionários com a empresa, ou seja, o tempo em que o fator salário era o principal atrativo para um talento, já é coisa do passado. Nesse contexto, a gestão estratégica induz a busca por funcionários com características alinhadas ao pensamento do empregador. Afinal de contas, o capital intelectual é o ativo mais valioso em uma organização.

As boas estratégias na gestão de pessoas espantam o clima organizacional pesado, um dos responsáveis por afastar talentos, além de comprometer a qualidade das equipes de alta performance. Se não contar com essas práticas de gerência, inevitavelmente, você verá sua empresa sofrer com os impactos negativos do turnover. E, como todos sabemos, a alta rotatividade de funcionários não é bom para o score de um determinado negócio no mercado.

O uso correto dessas ações de valorização de pessoas, entretanto, facilita a criação de times engajados e que só fazem elevar a produtividade, bem como possibilita um melhor entendimento para coordenar os talentos. Além de desejar fazer parte de uma cultura organizacional que incentive possibilidades de crescimento, o colaborador precisa sentir que sua voz é ouvida. Funcionário feliz, entrega melhores resultados. Consequentemente, a firma ganha vantagem competitiva, virtude essa que reverbera no desempenho financeiro – incluindo atração de investimentos – bem como na qualidade dos serviços ou produtos.

Percebeu a importância de desenvolver essas práticas de gerenciamento em uma empresa? Mas para atuar de forma assertiva, sempre respeitando as individualidades de cada pessoa, você precisa entender os pilares da gestão estratégica de pessoas. Essa conversa, no entanto, ficará para um próximo post. Nos veremos lá, combinado?

13 jan 2021

4 benefícios de fazer controle de férias digital

controle de férias

Se o controle de férias aí na sua empresa ainda é feito de forma analógica, você está no blog post certo. Para entender o porquê dessa afirmação, sugiro que reflita sobre uma questão bem específica. Veja bem: quantas horas de trabalho, folhas de papel e material de escritório o seu departamento pessoal precisa para gerenciar os períodos de descanso dos colaboradores?

De cabeça é meio complexo responder a essa pergunta, de fato. Se ligar alguns pontos, no entanto, você consegue analisar a gravidade da situação.

Vamos aos fatos: além da custosa elaboração de várias planilhas, sempre cheias de abas, há muitas trocas de informações com contabilidade, cálculos de vencimentos e recolhimento de assinaturas. Como se não fosse suficiente tanta burocracia, é preciso atentar para com as datas ideais e analisar os pedidos de férias dos colaboradores. Uma decisão equivocada, como você pode imaginar, é a centelha para um inflamado efeito dominó, cujo a última peça são prejuízos financeiros..

Mas você sabia que essa metodologia de gestão é ultrapassada? Na era da Web 4.0, a tecnologia possibilita a automatização desses processos.

Neste texto, vamos conversar sobre as vantagens de adotar o controle de ponto digital. Além do mais, você será apresentado à solução ideal para o gerenciamento online das temporadas de descanso de seus funcionários.

Vamos lá?

 

As vantagens do controle de férias automatizado

O controle de férias é uma das rotinas mais constantes na to do list do departamento de gestão de pessoas de uma empresa. Essa monitoria é uma ação imprescindível para que a firma tenha tempo hábil para conseguir manter um satisfatório nível de produtividade durante os períodos de ausência que desfalcam as equipes. A seguir, você confere os 4 principais benefícios encontrados no gerenciamento digital dos períodos de descanso de seus funcionários.

 

1. Dinamização dos processos

O gerenciamento automatizado das férias elimina boa parte das intervenções do departamento pessoal. Essa dinamização das tarefas desburocratiza os processos e, consequentemente, torna a gestão do fluxo mais ágil. Sem a necessidade de investir muito tempo e energia em trivialidades arcaicas como, por exemplo, elaboração de planilhas e conferências exaustivas, o gestor poderá cuidar de demandas que possam ajudar a elevar a produtividade da equipe.

 

2. Informações com mais credibilidade

O controle manual de férias é passível a alterações, confusões e até deslizes que possibilitam o esquecimento de dados. A gestão automatizada pode ser associada ao controle de ponto digital e buscar, com maior exatidão, todos os dados referentes à jornada de trabalho.

Essa integração facilita o entendimento sobre o tempo que há entre os períodos aquisitivo e concessivo. Sendo assim, são minimizados os riscos de períodos de descanso tirados em datas erradas, bem como as possibilidades de pagamento dobrado das férias.

 

3. Melhor integração entre setores

A comunicação rápida e dinâmica entre os setores é indispensável para o bom andamento de uma empresa. No que tange o controle de férias, e de ponto em geral, o fácil diálogo entre o departamento pessoal e a contabilidade deve ser encarado como prioridade. Afinal de contas, um pequeno erro da gestão nos período aquisitivo e concessivo da temporada de descanso pode resultar em multas e problemas trabalhistas.

Graças à tecnologia moderna do controle de férias digital, a integração entre departamento pessoal e contabilidade fica bem mais sólida. Com alguns poucos cliques e comandos, é possível acessar a nuvem que armazena todas as informações e relatórios que norteiam a marcação das férias dos funcionários.

 

4. Diminuição de despesas

A gestão de férias online tende a conter despesas. Como os dados ficam armazenados em nuvem, não há a necessidade de fazer as tradicionais, e sempre em duas vias, impressões de documentos. Consequentemente, não há gastos com papel, tinta de impressora, energia elétrica, pastas e móveis para arquivos.

E sabe o que é melhor? É que além das vantagens que você conferiu acima, temos a indicação infalível para otimizar esse processo aí na sua gestão de pessoas. Continue comigo e conheça a solução inteligente que vai dar o upgrade definitivo na maneira como você gerencia as férias dos funcionários aí na empresa.

 

Genyo: o seu controle de férias digital mais completo

O controle de férias é tão importante quanto o gerenciamento da folha de ponto. Quando levadas a sério, essas demandas refletem produtividade, organização, transparência e tantos outros valores responsáveis pela saúde de uma empresa. Apesar da inquestionável relevância, essas tarefas ainda são burocráticas e demandam mais tempo do que o necessário.

E qual é a ferramenta ideal para automatizar esses processos? A resposta é bem simples: o Controle de Ponto Digital Genyo.

O software possui funcionalidades incríveis que facilitam o controle de férias. Quando o período de descanso de um determinado trabalhador é marcado, o sistema saberá quais dias não esperar batidas de ponto. Desta forma, na hora de fechar a folha, o departamento pessoal já não precisará de fazer conferências e cálculos. Além disso, o serviço entrega relatórios que mostram os períodos concessivo e aquisitivo para que a empresa possa programar as férias aos funcionários.

A praticidade do Genyo suaviza, de maneira geral, a gestão de pessoas. Trata-se de uma tecnologia que reúne praticidade, segurança e agilidade nos processos. Por essas e outras, não perca mais tempo! Venha conhecer essa solução que é genial até no nome.

05 jan 2021

7 dicas definitivas de como fazer controle de férias dos funcionários

controle de férias

O controle de férias bem feito é indispensável para o bom andamento da gestão de pessoas de uma empresa. Uma programação justa e clara dos períodos de descanso, inevitavelmente, é um triunfo para manter os colaboradores motivados e engajados com a rotina de trabalho.

Dar férias aos funcionários, no entanto, vai muito além de assinar alguns papéis e ficar algumas semanas sem manter contato com a pessoa. Na verdade, há uma série de procedimentos que facilitam esse gerenciamento – que é tão importante quanto o controle de ponto. Afinal de contas, o ritmo e a qualidade do trabalho não podem cair de produção quando uns forem aproveitar os merecidos dias de relaxamento, concorda?

No post de hoje, você confere 7 dicas infalíveis para fazer o controle de férias com eficiência e leveza. Um destes procedimentos, se me permite um spoiler, vai revolucionar a forma como você gerencia os processos de períodos de descanso.

Vamos lá?

 

Como fazer um controle de férias eficiente?

Esse tipo de controle pode soar como uma tarefa burocrática. Mas quando há conhecimento acerca da relevância da pauta férias na relação entre empregador e colaborador, esse pensamento mais pragmático muda completamente de tom.

Por essas e outras, aqui estamos para te passar 7 dicas infalíveis para você gerenciar as férias dos funcionários com eficiência. Veja só como são simples os processos abaixo.

 

1. Tenha um histórico das férias gozadas

Solicite um histórico detalhado dos períodos de férias gozados por todos os funcionários. Essa informação você consegue junto à contabilidade ou nos arquivos do departamento responsável por fechar a folha de pagamento. De preferência, peça um documento com as seguintes informações:

  • nome do funcionário;
  • período aquisitivo (de/até);
  • dias de férias gozados.

Esses dados te ajudarão a enxergar muita coisa importante. Entre outras informações indispensáveis, uma delas te ajuda a zelar pela saúde financeira da empresa. Veja bem: se um funcionário não tirar férias no período previsto em lei, a firma pode ser acionada judicialmente e ser alvo de processo trabalhista por parte do colaborador com vencimentos atrasados.

 

2. Defina a política de férias da empresa

Com a Reforma Trabalhista de 2017, a questão das férias ficou um pouco mais flexível. Entre outras mudanças, os 30 dias de descanso podem ser divididos em até três períodos; desde que nem um deles dure menos que cinco dias corridos, e pelo menos um deles seja maior que 14 dias corridos.

A regra abrange funcionários com idades menores que 18 e maiores de 50 anos. A divisão de férias não pode ser imposta por nenhuma das partes. Recomenda-se uma negociação que fique interessante para trabalhador e empresa.

Apesar da flexibilidade, o empregador tem a possibilidade de definir a política de férias da empresa. Exemplo prático: o regulamento interno pode decidir que as férias tenham início às segundas ou terças, haja vista que a lei determina que o período sempre comece três dias úteis antes do final de semana.

 

3. Coloque as políticas de férias ao alcance de todos

Depois que estabelecer as políticas de férias, a empresa deve deixá-las acessíveis a todos os funcionários. Não precisa ser um documento gigantesco e detalhado: basta pincelar os principais pontos e explicá-los com clareza, transparência e agilidade.

São várias as possibilidades para manter os colaboradores informados sobre essas diretrizes. Entre outras, você pode usar um mural de recados, enviar newsletter e – claro – expressar verbalmente em reuniões específicas. Informação, nunca é demais.

 

4. Defina prazos

O departamento de gestão de pessoas pode determinar um prazo para que os funcionários apresentem seus pedidos de férias. Essa medida ajuda a minimizar os impactos que as ausências causarão na produtividade.

O período de descanso deve ser acordado com bom senso. É preciso dar um tempo hábil para o colaborador se programar para desfrutar seu período de descanso, de fato. Em contrapartida, a empresa deve montar a agenda de forma que não comprometa o rendimento. No caso do comércio varejista, por exemplo, novembro e dezembro não são os meses mais indicados para funcionários gozarem férias.

 

5. Prepare a equipe para lidar com as ausências

Quem sai de férias é o funcionário, não é o setor. Na prática, isso quer dizer que as tarefas do colaborador que foi curtir seu período de descanso não podem ficar à deriva.

Para continuar realizando suas atividades sem danos colaterais, a empresa precisa designar outro profissional para cuidar dos processos e afazeres do colega ausente. Sendo assim, antes do período de férias do empregado se iniciar, recomenda-se que o supervisor da área que será afetada pela ausência defina quem ficará encarregado pelo trabalho do empregado que entrará em recesso.

Em alguns casos, há treinamentos para que as atividades continuem seguindo seu fluxo. Um período médio de 15 dias de antecedência pode ser o suficiente para que as férias de um não tragam colapso para os demais.

 

6. Cuidado para não sobrecarregar setores

Quando um funcionário sai de férias, é normal que algum outro profissional assuma as tarefas. Afinal de contas, o setor não pode parar. É comum que as obrigações do empregado ausente sejam realocadas para algum outro funcionário que, além de ter de lidar com as próprias tarefas, também cuidará do trabalho do colega. Se essa solução caseira gerar acúmulo de funções e intolerável queda de rendimento, a empresa pode optar por contratar funcionários temporários para suprir as demandas.

 

7. Conte com a tecnologia voltada à gestão de pessoas

Dentre seus vários benefícios, a Web 4.0 nos proporciona a tecnologia que permite a automatização de uma série de processos. Não há motivos para investir tempo e capital intelectual em tarefas que podem ser resolvidas com alguns poucos toques no teclado de um computador ou na tela de um dispositivo smart.

Nesse cenário, a gerência de períodos de descanso pode ser feita de forma automatizada. Para isso, você precisa de um software orientado à área de gestão de pessoas. O Controle de Ponto Digital Genyo também cumpre essa função de gerenciamento! Nessa nossa próxima conversa, você confere todas as vantagens de fazer o controle de férias digital.

29 dez 2020

Técnica Pomodoro: aprenda a ser mais produtivo no trabalho

técnica pomodoro

Sabe aquela sensação de trabalhar bastante, mas não render na mesma proporção? Já provou o sabor de sobrar tarefas no final de seu expediente, mesmo o dia parecendo ser interminável? Tudo isso é desagradável, de fato, mas saiba que você não está sozinho nessa. Na realidade, essas situações são mais comuns do que parecem.

A melhor notícia, entretanto, é que há solução para esses clássicos problemas que envolvem gerenciamento de tempo e produtividade.

Se essas questões atrapalham a sua jornada, você precisa urgentemente conhecer e aplicar a técnica Pomodoro. Não é milagre, nem mágica e muito menos conselhos motivacionais. Trata-se de uma das mais eficientes metodologias de gestão de tempo que os profissionais dos nossos tempos utilizam como ferramenta organizacional. Os resultados são surpreendentes, eficientes e impactantes.

Ficou curioso para saber sobre esse assunto? Então, se prepare. Neste post, você vai conhecer o que é, como funciona e quais os benefícios que esse método pode agregar ai no seu dia a dia no seu trabalho.

Se prepare, e venha conhecer um procedimento que revolucionará a sua jornada laboral diária.

 

O que é a técnica Pomodoro

A técnica Pomodoro é uma metodologia de gestão de tempo, com foco no aumento da produtividade. Sua criação data de 1988 e é atribuída ao italiano Francesco Cirillo. Naqueles tempos, o então universitário procurava maneiras eficientes para gerenciar o tempo dedicado aos estudos e, consequentemente, obter um melhor rendimento acadêmico.

Num belo dia, ele teve a brilhante ideia de usar um timer de cozinha, cujo formato era um tomate (pomodoro, em italiano), como ferramenta organizacional.

O objeto girava durante 25 minutos e nesse meio tempo, sem interrupções, Cirillo mantinha o foco 100% nas suas tarefas da faculdade. Nada de ir ao banheiro, beber água e nem mesmo levantar da cadeira. Ao término do prazo, o cronômetro emitia um forte sinal, que indicava o momento de fazer breves intervalos antes de retomar os afazeres. Quando voltava, o mesmo ciclo de ¼ de hora era reiniciado.

Cirillo manteve discrição com o método inovador até o ano de 1992, quando percebeu que os resultados eram realmente satisfatórios, e decidiu compartilhar a sua invenção com o mundo. A partir de então, o método Pomodoro foi caindo no gosto do público e sendo adaptado, inclusive para uso no meio corporativo. E é exatamente sobre isso que vamos conversar mais adiante, continue por aqui e não se arrependerá.

 

Como funciona o método Pomodoro?

A técnica tem como premissa a ideia de que dividindo o fluxo de trabalho em blocos de concentração intensa, é possível melhorar a agilidade do cérebro e estimular o foco na execução das tarefas. Se pensar na relação “causa x consequência”, temos a gestão de tempo eficiente refletindo resultados de alta performance.

Essa combinação é perfeita para o dia a dia de trabalho, concorda? E o melhor de tudo, é que não há segredos para colocar a metodologia em prática. Basicamente, você precisa apenas de um timer [um cronômetro também serve], de uma to do list (lista de tarefas) e de compromisso consigo mesmo. A seguir, confira um esqueminha para organizar o seu uso do método Pomodoro.

  • Preencha sua to do list;
  • Escolha por qual tarefa vai começar;
  • Divida seu tempo em períodos de no mínimo 25 minutos (esses são chamados “pomodoros”);
  • Trabalhe sem interrupções durante esses períodos;
  • Quando o timer tocar (ao fim do primeiro pomodoro), pare de trabalhar e marque o status da tarefa (faça um X nas tarefas concluídas ou anote o percentual de conclusão);
  • Faça um breve intervalo de 5 minutos. Aproveite essa pausa para fazer algo não relacionado à tarefa (vá ao banheiro, contacte um cliente, tome um cafézinho, etc);
  • Recomece um novo pomodoro.

A cada quatro pomodoros, faça uma pausa maior (entre 15 e 30 minutos) para descansar. Esses intervalos melhoram o bem estar, além de ajudarem a “oxigenar” o cérebro. No final das contas, sua agilidade mental estará cada vez mais forte.

Ah! Saiba que todas as medidas de tempo acima são as sugeridas no método clássico. Você tem autonomia para encontrar as durações ideais dos seus períodos de descanso e dos seus pomodoros.

 

Os benefícios de usar a técnica pomodoro no trabalho

Se a técnica pomodoro fosse um conteúdo vazio, suas aplicações não aconteceriam ao redor do mundo há mais três décadas. Desde que usada com bom senso no dia a dia de trabalho, essa metodologia pode trazer resultados bem interessantes. Agora que chegou até aqui, observe as vantagens proporcionadas por esse método inovador.

Para começar, você sentirá a diminuição da ansiedade, pois terá um direcionamento.

As anotações e o correto gerenciamento de tempo te ajudarão a elaborar metas, e a organizar melhor as suas atividades. Consequentemente, não sentirá sobrecarga e verá a diminuição dos níveis de estresse justamente por conseguir fazer uma coisa de cada vez.

Outro benefício é o aumento do foco e da concentração nas tarefas, evitando dar brecha aos “ladrões de tempo” como, por exemplo, procrastinação, falta de planejamento e distrações. Além disso, o senso de urgência desperta a agilidade para buscar as melhores soluções.

Por fim, mas não menos importante: com melhor qualidade e quantidade de trabalho, você será bem mais produtivo! Quando os melhores resultados são alcançados, a motivação aumenta e, no final das contas, sua argumentação para reivindicar um aumento salarial será mais justa.

Importante: as melhorias não apareceram “da noite para o dia”. É necessário ter disciplina e persistência para encontrar o seu padrão de uso da técnica. Não desista, pois os resultados te tornarão um profissional ainda mais qualificado.

Viu só como o método pomodoro é altamente vantajoso? Nós da equipe do Controle de Ponto Digital Genyo desejamos sucesso total aí na sua implementação dessa metodologia tão eficaz. Numa próxima conversa, inclusive, você será apresentada a alguns aplicativos e recursos que te ajudarão a aderir as maravilhas dessa técnica. Por agora, que tal compartilhar o link deste post com seus amigos que também querem melhorar a gestão do tempo no trabalho?

15 dez 2020

Por que fazer controle de férias dos funcionários?

O controle de férias dos funcionários é uma das tarefas mais importantes no cotidiano de um departamento de gestão de pessoas. Afinal de contas, gozar períodos de descanso é um direito trabalhista. E quando esse tipo de prerrogativa não é respeitada, a empresa inevitavelmente colhe prejuízos financeiros e vê seu prestígio ser arranhado.

No cenário corporativo atual, como você bem sabe, não há espaços para descuidar de detalhes que possam causar danos ao trabalhador. Além disso, a conduta ilibada é a maneira mais eficiente de aumentar o score no ranking do mercado.

Por essas e outras, neste texto nós vamos esclarecer a importância de se fazer o controle de férias dos colaboradores. Para elucidar essa situação, iremos guiar nossa conversa com base nos seguros passos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Vamos lá?

 

Quais são as regras das férias, segundo a CLT?

De acordo com o Art 129 da CLT, as férias são o período em que o trabalhador tem o direito a gozar de 30 dias corridos de descanso. Segundo a Organização Internacional do Trabalho, “esse período é obrigatório e essencial, como garantia para manter a saúde e segurança do trabalhador”.

Ainda de acordo com o mesmo artigo, “todo empregado terá direito anualmente ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da remuneração”, ou seja, o período de descanso também é pago pelo empregador. Com uma rápida conta, conclui-se que não é uma questão de benefício. Respeitar as férias é uma obrigação legal da empresa para preservar a integridade física do empregado, bem como para se proteger de processos trabalhistas.

A seguir, você confere algumas respostas sobre esse assunto tão importante no dia a dia de uma empresa.

 

Quando o empregado pode tirar férias?

Para responder a essa pergunta, precisamos esclarecer dois conceitos:

  1. período aquisitivo → são os 12 meses que antecede o direito do trabalhador de tirar 30 dias de férias.
  2. período concessivo → são os 12 meses que a empresa tem para definir o mês que o colaborador irá gozar de seu tempo de descanso.

Ambos os termos acima constam nas determinações da CLT. Após o cumprimento do período aquisitivo, o colaborador já pode tirar férias.Exemplo prático: se um funcionário foi contratado no dia 2 de agosto de 2020, o direito ao período de férias dele começa a partir do dia 2 de agosto de 2021.

A empresa, no entanto, tem um prazo de 12 meses, após o término do período aquisitivo, para conceder o direito de férias ao colaborador. Isso quer dizer, que as férias do exemplo acima podem começar até o dia 1º de agosto de 2022.

Nota mental: o período de férias vale conforme a data de assinatura do contrato e não conforme a data em que o colaborador saiu para gozar dos dias de descanso.

 

O funcionário pode ser demitido durante as férias?

Demissão sem justa causa não pode acontecer durante as férias. Essa prática pode gerar processos por danos morais. Nesses casos, a empresa precisa aguardar o colaborador voltar do período de descanso para fazer a desligamento – imediato ou com aviso prévio – e os demais acertos rescisórios.

 

Qual a determinação da CLT sobre o aviso de férias?

Segundo o Art. 135 da CLT, o funcionário deve receber por escrito o aviso de férias com, no mínimo, 30 dias antes do início das férias de fato. Essa prerrogativa deve ser seguida para que o colaborador tenha tempo hábil de programar como aproveitará o período de descanso, bem como para que a empresa se organize para superar o tempo de ausência do empregado.

Além disso, o empregador deve documentar o período de descanso do colaborador no livro ou ficha de registro de funcionários. No que lhe concerne, o funcionário deve entregar sua Carteira de Trabalho à empresa, para fins de registros no documento, antes de gozar das férias.

 

Como ficaram as férias com a Reforma Trabalhista?

A Reforma Trabalhista de 2017 promoveu uma série de mudanças nas relações entre empregador e funcionário. Entre as novidades, há alguns detalhes que um gestor precisa considerar quando for programar os períodos de descanso dos colaboradores. A seguir, você confere as informações que vão nortear a sua gestão de férias.

 

Sobre o fracionamento das férias:

Se antes havia insatisfações e queixas por parte de empregadores e colaboradores, a divisão das férias agora está mais flexível:

  • Está autorizado o fracionamento do período de férias para trabalhadores menores de 18 anos e maiores de 50;
  • As férias podem ser divididas em até três períodos, sem a necessidade de justificativa, mas com o consentimento do funcionário;
  • Em caráter obrigatório, um dos períodos de descanso deve ser de no mínimo 14 dias. Os demais devem ser de, pelo menos, cinco dias corridos cada.

Outra determinação imprescindível para agendar as férias de um funcionário diz respeito à data de início do período de descanso. Fique atento ao calendário, pois há duas diretrizes que precisam ser cumpridas sem concessões ou acordos.

  • As férias devem sempre se iniciar com 3 dias de antecedência do final de semana;
  • E também devem começar sempre com 3 dias de antecedência em relação a feriados.

Apesar de ser comum o cenário em que o trabalhador sugere um período para tirar férias, quem deve decidir o momento é o empregador. É importante ouvir os anseios do funcionário, para que as partes possam entrar em acordo e ninguém ficar descontente.

 

A importância de se fazer o controle de férias

Se você chegou até aqui, certamente observou que os períodos de descanso são assegurados por lei. Independente da óbvia questão legal, no entanto, há outra situação que endossa a relevância do controle de férias. Trata-se de uma palavra que é o alicerce de qualquer mindset: o planejamento.

Uma vez que o time não está preparado para os dias de ausência de um de seus membros, o caos é instalado. Uma equipe desfalcada e sem a devida preparação, inevitavelmente, desencadeia um terrível efeito dominó. Neste cenário, a sobrecarga de tarefas causa insatisfação, que gera queda na produção, que culmina na redução de lucros.

Numa próxima conversa, nós aqui da equipe do Controle de Ponto Digital Genyo te daremos todas as dicas infalíveis para você fazer o controle de férias de seus gerenciados com eficiência, leveza e praticidade.