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18 abr 2022

Qual o ponto mais importante para inovar o RH da empresa?

ponto mais importante

Se um gestor for perguntado sobre “qual seria o ponto mais importante para inovar no rh”, as chances de ter uma resposta pronta é bem remota. Na verdade, a inovação pode ser vista como uma colcha de retalhos, que vai tomando formas e virando uma peça eficiente no que se propõe. Dessa forma, temos várias frentes para pensarmos em estratégias que possam vir a otimizar resultados, performances, lucros, etc e tal.

Mas como, por onde começar e por que inovar na área de RH? Essas e outras respostas, você encontra ao término desta nossa conversa. Não há “fórmulas mágicas” e tampouco receitas a serem seguidas. O que te apresento aqui são os pontos mais relevantes para promover a inovação no seu departamento de recursos humanos.

Vamos lá?

 

Por que inovar na área de recursos humanos da empresa?

As inovações na área de RH reverberam as consequências positivas nas mais diversas áreas de uma organização. Nesse sentido, as melhorias colocam a empresa em dia com a transformação digital, bem como estabelecem conexões com as modernidades do meio corporativo atual. Abaixo, você confere alguns dos benefícios que a inovação do (s) ponto (s) mais importantes pode proporcionar:

  • Fortalecimento da marca empresarial;
  • Atração e retenção de talentos;
  • Otimização dos processos internos;
  • Desenvolvimentos dos times e colaboradores;
  • Engajamento e motivação dos funcionários;
  • Desenvolvimento da gestão e de lideranças;
  • Aumento da qualidade dos serviços e produtos;
  • Potencialização de lucros.

Em suma, essas melhorias provocam um ciclo virtuoso que toda empresa precisa viver. Afinal, trata-se de uma questão que automatiza processos, motiva equipes, melhora a qualidade dos serviços e produtos, bem como torna a empresa mais competitiva e lucrativa.

 

5 pontos mais importantes para inovar o RH

A inovação no departamento de recursos humanos deve assumir uma visão caleidoscópica. Ou seja, as ações devem ser enxergadas sob prismas distintos, pois abrangem várias áreas. Para nortear suas estratégias, irei sugerir os pontos mais relevantes para renovar no RH.

 

1. Cuidado com a cultura organizacional

A valorização do capital humano é uma das premissas mais importantes do meio corporativo atual. Afinal, os talentos são os patrimônios imateriais mais preciosos que uma empresa possui. Dito isso, é importante incentivar o RH a turbinar as demandas da cultura organizacional com o employer branding, estratégias que ajudam a fortalecer a “marca do empregador”. Dessa forma, é importante que os gestores estejam prontos para:

  • zelar pelo bem-estar do funcionário dentro da empresa;
  • manter a boa imagem da organização tanto para público interno (colaboradores); quanto para o público externo (clientes, fornecedores, comunidade, etc).

O funcionário que se sente acolhido, inevitavelmente entrega melhores resultados, que podem ser traduzidos em maiores lucros.

 

2. Investimento em capacitação para os colaboradores

Para além de contratar talentos que se destacam no mercado, é importante pensar em soluções para promover o desenvolvimento profissional dos colaboradores. Por isso, é fundamental dar carta branca para que o RH elabore programas de capacitação dos colaboradores. Afinal, os mercados estão cada vez mais competitivos e cuidar do desenvolvimento dos profissionais pode ser um atrativo e tanto para os profissionais que são destaques.

Portanto, dê total abertura para que os profissionais de recursos humanos planejem treinamentos, universidade corporativa, palestras, workshops, e todos os tipos de novidades que possam aprimorar o desempenho dos colaboradores.

 

3. Utilização da gamificação como estratégia

A gamificação é uma estratégia que se faz valer das formas lúdicas para estimular o engajamento dos colaboradores com os negócios da empresa. Desta forma, não encare esse conceito como se fosse a introdução de máquinas de fliperama no ambiente de trabalho.

Os processos de gamificação buscam transmitir os conteúdos de maneiras interativas e divertidas, em grande parte das vezes inserindo os participantes dentro de um storytelling. Essa experiência torna mais interessante e facilita a absorção das informações que estão sendo transmitidas. Essa estratégia também utiliza diferentes dinâmicas para apresentar um mesmo conteúdo, incluindo a premiação para os mais engajados com a atividade em questão. Dessa forma, os envolvidos são estimulados a participarem com mais interesse.

Entre os benefícios da gamificação, observa-se o incentivo ao funcionário para participar da atividade proposta (que pode ser um treinamento). Ademais, impulsiona-se a participação dos colaboradores em uma competição saudável por conhecimento.

 

4. Controle de ponto: a mais importante inovação do RH da empresa

Na era da transformação digital, não há mais motivos para que RH concentre esforços em tarefas intermináveis, passíveis de erros e mecânicas. Afinal, o tempo desse profissional pode ser melhor aproveitado em outras frentes que agregam mais valor à gestão de pessoas.

São várias as vantagens de usar o controle de ponto digital como ferramenta de gestão no departamento de RH. Para começar, esse sistema dispensa a utilização de bobina de papel e tinta de impressora, ou seja, alguns gastos são cortados do seu orçamento. Além disso, essa tecnologia automatiza o fechamento de folhas de ponto, programa férias, feriados e escalas de trabalho. Ademais, esse tipo de sistema auxilia na elaboração de métricas estratégicas para o desenvolvimento de qualquer ambiente profissional.

No Brasil, o controle de ponto Genyo é a ferramenta de gestão de jornada de trabalho mais condensada do mercado. Em suma, esse sistema oferece praticidade, organização e segurança em um mesmo lugar. Abaixo, você confere alguns dos principais diferenciais dessa plataforma:

  • usabilidade intuitiva;
  • design moderno;
  • blindado contra invasão de hackers;
  • tecnologia de geolocalização;
    automatiza os cálculos de férias, horas extras, horas noturnas e banco de horas;
  • elabora escalas de trabalho com diversas combinações possíveis;

Por fim, o Genyo é um serviço que caminha lado a lado com os órgãos que regulamentam a questão trabalhista no Brasil. Dessa forma, o serviço é devidamente respaldado pela portaria 671 do MTP. Por isso, não perca mais tempo e faça a melhor escolha para lidar com esse que é o ponto mais importante para a inovação do seu RH! Se você gostou deste post sobre inovação no RH, compartilhe com seus companheiros de profissão e não perca as conversas que temos aqui no no blog.

13 abr 2022

O que esperar de um controle de ponto atento ao mercado?

controle de ponto atento

O controle de ponto atento ao mercado deve ser uma ferramenta de gestão de pessoas inovadora, moderna, segura, prática e com preço acessível. Afinal, a velocidade do dia a dia destoa das tradicionais burocracias que envolvem fechamento de folha, programação de férias e demais atividades de departamento pessoal. Em outras palavras, o cenário demanda por um serviço que reúne funcionalidades que automatizam o trabalho do gestor ao máximo, concorda?

Se a sua resposta para acima foi um “sim”, saiba que este artigo te apresentará qual é o controle de ponto mais atento do mercado. Em contrapartida, se você ainda tem quaisquer dúvidas sobre a importância da modernização da gestão de pontos, esta nossa conversa será integralmente esclarecedora.

Vamos lá?

 

Quais funcionalidades mais importantes do controle de ponto?

O controle de ponto atento ao mercado é a mais condensada das ferramentas de gestão de pessoas. Antes de tudo, é preciso lembrar que a ideia é suavizar as tarefas do gestor. Nesse sentido, para ser eficiente, o sistema de ponto precisa oferecer as seguintes funcionalidades:

  • Registro de ponto via web pelo computador e aplicativo online e offline;
  • Lembrete de registro de ponto inteligente;
  • Multiempresas para todas as unidades de trabalho (filiais) na mesma conta;
  • Escalas de trabalho com diversas combinações possíveis;
  • Inteligência artificial que agiliza o fechamento de folha de ponto;
  • Relatórios de Banco de Horas, Horas Extras, Horas Noturnas e dezenas de outros;
  • QR Code: agilidade do registro de ponto em aparelhos de uso compartilhado;
  • Assinatura Eletrônica de relatórios.

Outras funcionalidades importantes ajudam a evitar possíveis fraudes no momento da marcação de ponto. Para começar, o sistema oferece uma “cerca virtual”, que é uma inteligência que verifica se o ponto foi registrado no local permitido. Ademais, a tecnologia mostra a localização exata do colaborador no momento do ponto. Por fim, as marcações são feitas apenas em dispositivos autorizados. Dessa forma, cada entrada e cada saída só pode ser feita de forma individualizada, no local certo e com o aparelho devidamente permitido.

 

Controle de ponto atento ao mercado como ferramenta para o colaborador

Vivemos numa época em que a valorização do capital humano é essencial para que uma empresa se torne uma marca relevante e competitiva no mercado. Afinal, conquistar um lugar no panteão do Great Place To Work é uma das metas das corporações que buscam ser gigantes. Dessa forma, o controle de ponto deve oferecer funcionalidades que humanizem a relação entre gestor de pessoas e colaborador.

Para começar, o controle de ponto atento ao mercado precisa ter um chat de comunicação que viabilize o contato com o gestor. Ademais, é essencial garantir que o funcionário tenha acesso ao próprio histórico de pontos e sugerir, desde que necessárias, as correções para agilizar o fechamento de folha.

A possibilidade de funcionar independente de conexão com a internet é outra funcionalidade que facilita o dia a dia do trabalhador, sobretudo o funcionário externo. Por fim, o lembrete de ponto não deixará ninguém se esquecer de realizar essa que deve ser a primeira e a última ação de um colaborador no ambiente de trabalho.

 

Genyo: o controle de ponto mais atento do mercado

O Genyo é um sistema e aplicativo de controle de ponto eletrônico digital que desde 2017 cumpre as atualizações e determinações dos órgãos que regulamentam o emprego no Brasil. No cenário regido pela portaria 671, a plataforma se enquadra na categoria REP-A das formas de se fazer controle de ponto dos funcionários. Dessa forma, o serviço carrega o respaldo da lei.

“Mas o que faz do Genyo o controle de ponto mais atento do mercado?” — sabiamente, você se questiona. São várias vantagens. Para começar, o serviço oferece todas as funcionalidades supracitadas e mais algumas que são diferenciais ainda mais imprescindíveis. Quer saber do que se trata? Então, continue comigo!

Já que chegou até aqui, é importante você saber que o Genyo é a primeira e única plataforma de controle de ponto full time do mundo, ou seja, oferecemos atendimento dedicado 24 horas por dia. E para melhorar, esse diferencial não gera custos adicionais. Ademais, o serviço também oferece:

  • usabilidade intuitiva;
  • design moderno e inovador;
  • blindado contra invasão de hackers;
  • tecnologia de geolocalização;
  • automatiza os cálculos de férias, horas extras, horas noturnas e banco de horas;

Viu só como as vantagens são deveras substanciais? O melhor, no entanto, está por vir. Por isso, continue comigo e saiba mais sobre essa solução que é inteligente até no nome!

 

Métricas gerenciais da empresa e assiduidade dos colaboradores

Conforme você já sabe, mas nunca é demais relembrar, o grande vilão das empresas é o gasto desnecessário com pagamento de horas excedentes. Pensando nisso, o Genyo desenvolveu um esquema de métricas gerenciais que ajudam a acompanhar em tempo real o cumprimento da jornada trabalhada pelos funcionários. Por essas e outras, esta nossa conversa não poderia terminar sem que você conhecesse essa metodologia.

Para começar, é possível saber quais são os funcionários que mais se atrasam e quanto tempo se atrasaram nos últimos dias. Com as informações contidas nos relatórios de dados semanais, o gestor consegue observar quem são os funcionários que mais se destacaram pela pontualidade. Em síntese, essa é uma maneira inteligente de acompanhar e valorizar os funcionários mais engajados com os horários da empresa.

Outra informação preciosíssima que essa metodologia mostra diz respeito à questão das horas extras. Dessa forma, é possível saber quais os colaboradores mais geram gastos com horas excedentes para a empresa. Esses dados proporcionam uma gestão mais organizada, bem como ajudam a empresa a economizar muito dinheiro com pagamento de horas excedentes.

Por fim, mas não menos importante, esse sistema oferece praticidade, organização e segurança em um mesmo lugar. Por isso, não perca mais tempo e suavize a sua gestão de pessoas utilizando aquele que o controle de ponto atento número um do mercado.

04 abr 2022

10 perguntas para avaliar um candidato durante o fit cultural

fit cultural

O fit cultural é uma etapa imprescindível para a realização de um processo seletivo de forma eficiente. Afinal, é neste momento que o recrutador consegue entender até que ponto há sintonia entre o candidato e a cultura organizacional da empresa.

Entre suas transformações mais recentes de maior impacto, o cenário corporativo passou a enxergar os processos seletivos com olhar mais estratégico. Nesse sentido, empregadores sérios não podem mais compactuar com nepotismo, por exemplo, e, de fato, realmente buscam o colaborador mais preparado para a vaga. Logo, as contratações priorizam os profissionais que estão mais alinhados aos valores, missões e cultura organizacional da empresa.

É chamado fit cultural o critério que ajuda os contratantes a encontrarem os contratados que mais se identifiquem com os caminhos que desejam seguir. Neste artigo, você confere o direcionamento para desenvolver esse processo de forma assertiva.

 

O que é fit cultural?

Antes de entender o que é fit cultural, precisamos lembrar que o ambiente de trabalho é composto por:

  • valores;
  • crenças;
  • atitudes;
  • expectativas;
  • comportamentos.

Os fundamentos acima são os alicerces da cultura organizacional, que são as coordenadas do GPS que direcionam os hábitos e os comportamentos de todos os membros da empresa. Logo, trata-se de um movimento que deve ser seguido desde a gerência até os estagiários.

Quando a empresa abre um processo seletivo, o objetivo é buscar um funcionário que construa uma carreira longeva, produtiva e de muita valia para a organização. Logo, espera-se que o novo colaborador fortaleça os colegas, entenda os anseios dos clientes e pratique os valores da corporação.

Mas como entender se há match de princípios entre candidato e empresa? É aí que a área de Recursos Humanos deve utilizar o fit cultural. Essa dinâmica envolve uma série de questionamentos que ajudam a conhecer as várias dimensões do perfil profissional de um candidato.

 

Perguntas para medir a aderência de um candidato durante o fit cultural

A questão conceitual em torno do fit cultural está clara, correto? Então, vamos refletir sobre as perguntas essenciais para conferir se deu match perfeito entre candidato e empresa.

 

Quais meios você utiliza para buscar conhecimento?

A ideia dessa pergunta é entender o grau de prioridade que o candidato concentra na busca por conhecimento, bem como suas fontes de pesquisa. Assim, fica mais fácil conhecer um pouco mais sobre a cultura do indivíduo.

 

Considerando seus objetivos, qual curso você faria hoje? Por quê?

Nesta resposta, o importante é focar no motivo expressado pelo candidato. Dessa forma, é possível entender as motivações do candidato, bem como os gostos particulares em relação ao conhecimento que adquire.

 

Por que você está buscando recolocação?

Eis uma pergunta cuja resposta é realmente esclarecedora, pois ajuda a entender os interesses do candidato para buscar aquela vaga. A resposta do indivíduo diz muito sobre a cultura, os valores e a motivação que ele preza. A partir do entendimento sobre essa trinca de informações, torna-se mais fácil os processos de avaliação para a vaga.

 

O que te levaria a pedir demissão?

Mais uma questão para avaliar o fit cultural do candidato. Conhecer os motivos que o faria pedir demissão ajuda a compreender quais são as prioridades profissionais do indivíduo numa empresa. Logo, é possível avaliar a aderência dele à cultura da organização de forma mais eficiente.

Você prefere trabalhar sozinho ou em grupo?

Muito cuidado com essa pergunta! Seja lá qual for a resposta, é importante refletir sobre os motivos apresentados pelo candidato. Há quem opte por trabalhar sozinho justamente por entender que assim é possível ter mais foco, atenção e produtividade.

 

Como você lida com prazos?

A resposta desta pergunta indica o senso de urgência, bem como o nível de auto exigência do candidato. Logo, torna-se possível entender as prioridades do indivíduo na realização do trabalho.

 

O que o trabalho representa para você?

Entender qual o significado do trabalho para o candidato é fundamental para avaliar seu fit cultural. Esta pergunta ajuda a compreender os níveis de importância que o indivíduo dedica aos seguintes aspectos:

  • financeiro;
  • intelectual;
  • desenvolvimento ou profissional;
  • fatores de sua vida pessoal.

Em suma, as respostas apresentadas terão bastante peso na hora de avaliar se o fit cultural do candidato está perto da match com a empresa.

 

Quem são as pessoas que te inspiram? Por quê?

De maneira geral, as respostas podem indicar inventores, empreendedores de sucesso, familiares, artistas e até atletas. A questão aqui, no entanto, é entender que conhecer quem inspira o candidato é fundamental para mensurar o seu grau de aderência à cultura da empresa.

 

De qual conquista você mais se orgulha em sua vida?

Esta pergunta é imprescindível para compreender quais são as motivações e prioridades do candidato. Afinal, a resposta indica o que a pessoa considera importante em sua vida, seja no campo profissional ou na esfera pessoal.

28 mar 2022

Como uma boa gestão de talentos pode turbinar sua empresa

gestão de talentos

O profissional de recursos humanos do século XXI tende a exercer funções menos administrativas e mais estratégicas. Nesse sentido, a gestão de talentos torna-se um dos desafios mais presentes na rotina do RH. Afinal, esse gerenciamento é parte da valorização do capital humano, estratégia que torna a empresa mais emblemática e competitiva no mercado.

Para que uma organização seja uma marca saudável no meio corporativo, a gestão de talentos deve ser conduzida com a destreza de um autêntico campeão de Fórmula 1. Mas como ter sucesso nessa empreitada? Quais os retornos, impactos e reflexos que esse tipo de cuidado com o funcionário traz para a empresa? Neste artigo, você descobre essas e outras respostas essenciais para o clima organizacional.

 

O que é gestão de talentos?

Antes de entender como esse tipo de gerenciamento de pessoas pode turbinar uma empresa, é preciso compreender ao certo o lado conceitual do termo. Nesse sentido, a gestão de talentos é o conjunto de atividades desenvolvidas com o objetivo de contratar, treinar e reter profissionais talentosos na organização. Dessa forma, cria-se um ambiente com colaboradores engajados, motivados e determinados a contribuírem para o crescimento do negócio.

Os processos de gestão de talentos começam nas etapas de recrutamento e seleção e chegam até às dinâmicas de relacionamento definidas para a rotina de trabalho. Assim, aumentam-se as possibilidades de buscar, cativar, contratar e reter no time os colaboradores que tenham os talentos considerados imprescindíveis para o crescimento da empresa.

 

6 benefícios de se implantar a gestão de talentos

Desde que conduzida corretamente, a gestão de talentos traz um manancial de vantagens para uma empresa. Abaixo, você confere como essa metodologia pode turbinar os resultados conseguidos aí nos seus negócios.

 

1. Torna os processos seletivos mais eficientes e econômicos

Conforme dito linhas acima, a gestão de talentos começa lá na fase de recrutamento. Assim, quando a empresa já tem bem definido o perfil do profissional que precisa na equipe, os processos seletivos tendem a ser mais rápidos.

Essa eficiência representa uma economia deveras significativa, pois, não há necessidade de concentrar gastos e esforços em seleções longas e exaustivas. Afinal, quando se conhece o destino, o caminho é mais acessível. Em outras palavras, são maiores as chances de localizar o talento que o RH tanto busca para assumir uma vaga ou um cargo na empresa.

 

2. A gestão de talentos reduz o turnover

A rotatividade de funcionários depõem contra a boa reputação de um negócio. Nesse sentido, o alto índice de saída de colaboradores arranha a imagem da marca, pois deixa transparecer que a organização não é um bom lugar para trabalhar.
Consequentemente, o turnover afasta os profissionais mais talentosos e induz a empresa a passar por muitos processos seletivos, que consomem tempo e dinheiro.

 

3. Aprimora comunicação interna

A gestão de talentos estratégica envolve acompanhamentos mais próximos. Afinal, é imprescindível alinhar os objetivos da empresa ao trabalho das equipes, bem como promover a cultura organizacional, com certa frequência. Nesse sentido, a comunicação interna ganha contornos ainda mais assertivos e transparentes. Logo, aumentam-se as quantidades de reuniões, sobretudo os feedbacks e one on one. Dessa forma, as lideranças e equipe de RH ganham mais motivos para melhorar o tom da comunicação e transmitir segurança e direcionamento aos liderados.

 

4. Melhora o clima organizacional

Poucas situações são mais constrangedoras do que um clima pesado na empresa, certo? Em suma, trata-se de uma espiral negativa que começa na infelicidade dos colaboradores, passa pela queda na qualidade das entregas e termina no faturamento aquém do esperado.

A gestão de talento, no entanto, adota estratégias que fazem com que o profissional se sinta valorizado e importante para o desenvolvimento dos projetos da organização. Logo, essa metodologia deixa o clima organizacional rodeado por uma positividade intensa.

 

5. Aumenta o engajamento

A empresa que pratica a gestão de talentos conta com equipes mais engajadas no propósito da organização. Logo, os profissionais mais qualificados passam a nutrir mais interesse pelas causas, propósitos, valores e missões defendidas pela marca. Esse engajamento ganha força por causa do senso de pertencimento surgido ao longo do desenvolvimento das atividades propostas.

 

6. Fortalece o papel da liderança

Para funcionar de forma eficiente, as estratégias para gestão de talentos precisam de um tipo de liderança realmente preparado para guiar a equipe rumo aos resultados. Nesse sentido, é preciso contar com um líder que saiba ser empático, disposto a ouvir e capaz de motivar os seus liderados. Dessa forma, mais do que nunca, a empresa terá motivos para nunca mais pensar no arcaico conceito de “chefe”.

 

Considerações finais sobre gestão de talentos

É importante ressaltar que esse tipo de gestão combina com empresas de todos os portes. Afinal, o cuidado com o capital humano e as estratégias voltadas para o crescimento profissional são práticas comprovadamente essenciais para o sucesso de um negócio.

Se você chegou até aqui, certamente observou que a gestão de talentos provoca uma sucessão de efeitos positivos. Além de ajudar a sua empresa ser um bom lugar para se trabalhar, torna a sua marca a ser competitiva e bem vista no mercado. Dessa forma, seu RH vai conseguir segurar e atrair novos talentos para o time.

Cientes de que fazem parte de uma empresa que o valoriza, o colaborador se sente motivado a trabalhar com mais dedicação, compromisso e foco. Logo, a produtividade e qualidade das entregas alcançam níveis de qualidade acima da média. Consequentemente, o consumidor terá em mãos produto e serviços que realmente valem cada centavo investido. Sendo assim, os lucros tendem a aumentar.

Por fim, a gestão de pessoas precisa ser priorizada aí na sua empresa em caráter de urgência! Num próximo artigo, vamos conversar sobre como implantar essa estratégia de gerenciamento com eficiência. Afinal, os dias de “RH tradicional” já não podem mais fazer parte das organizações mais bem sucedidas.

21 mar 2022

5 motivos para investir no capital humano da empresa

capital humano

Você já refletiu sobre a importância que o capital humano tem para a sua empresa? Se a resposta for “sim, mas é claro!”, esta conversa é a prova cabal de que sua cultura organizacional está no caminho correto. Caso contrário, este artigo é a leitura recomendada para que seus conceitos sejam revistos e novas estratégias sejam traçadas.

Caso a parte conceitual sobre capital humano ainda provoca certas dúvidas em sua mente, não se preocupe. Afinal, este post reúne todas as informações que você precisa saber. De antemão, saiba que estamos falando de um dos bens mais preciosos que um negócio pode ter. Por isso, profissionais responsáveis por tomar decisões em uma organização precisam conferir este texto até o final.

Vamos lá?

 

O que é capital humano

Antes de entender o “porque fazer”, é preciso entender o “o que é”. Dito isso, saiba que o capital humano é um repertório de fundamentos que um profissional tem para realizar suas funções no trabalho. Nesse sentido, esse capital imaterial são competências, valores, conhecimentos e habilidades que o colaborador precisa reunir para desempenhar suas funções.

 

Quais a diferença entre capital humano e capital intelectual?

O capital humano é o valor que as experiências profissionais, em comunhão com a bagagem de vida, as habilidades técnicas e os comportamentos agregam a um profissional. Por sua vez, o capital intelectual está associado a questões que transcendem o conhecimento dos colaboradores e alcança o valor gerado pelo conhecimento disponível na empresa.

Dessa forma, o investimento no capital humano é imprescindível para que as atividades e produtos de uma empresa realmente agreguem valor aos resultados do negócio. Mas será a importância de investir nesse patrimônio imaterial para por aí? A resposta é simples: “não”. Por isso, continue por aqui e descubra algumas verdades que talvez você nem mesmo tenha tido tempo para tomar nota.

 

Por que investir no capital humano da empresa?

Em alguma leitura, ou durante conversas com gestores, você certamente já ouviu a máxima de que “empresas são feitas de pessoas para pessoas”, correto? Logo, só aí já temos uma justificativa irrefutável de que o investimento em capital humano é essencial para o sucesso nos negócios. Mas como a relevância desse tema é bem maior, não podemos parar por aqui. Sendo assim, vamos te apresentar 5 motivos para adotar essa estratégia de gestão de pessoas aí na sua empresa.

 

1. Redução da taxa de turnover

Este motivo é a sequência lógica do primeiro item desta lista, pois, o colaborador engajado e produtivo não tem muitos motivos para querer trocar de emprego. Por sua vez, a empresa ganha a vantagem estratégica de reter talentos, ou seja, investir em capital humano diminui a taxa de turnover. Consequentemente, o empregador acaba evitando longos, custosos e exaustivos processos de seleção e de treinamento.

Ademais, a rotatividade diminui porque investir em capital humano contempla programas de treinamentos. Logo, a demissão de colaboradores que não sabem realizar certas tarefas passa a não ser mais necessária. Afinal, desenvolver competências ou até mesmo realocar funcionários que já estão adaptados à cultura da empresa são processos que tendem a ser menos custosos.

 

2. Aumenta o engajamento e a produtividade dos colaboradores

O desenvolvimento do capital humano em uma empresa está associado a estratégias como, por exemplo, plano de carreira, autonomia da equipe, bonificação e programas de capacitação. Essas ações, conforme você pode imaginar, fazem com que o colaborador se sinta acolhido e importante para a empresa. Esse sentimento de valorização tende a promover o engajamento do funcionário e, consequentemente, trazer os melhores resultados. Afinal, o trabalhador feliz é muito mais produtivo, concorda?

 

3. Amplia o retorno sobre investimento (ROI)

Investir em capital humano é, de certa forma, dedicar recursos financeiros em atividades que impactam na vida, ou seja, refletem em pessoas. Mas qual é a relação entre esse movimento e a recuperação do investimento (ROI)?

Veja bem: se o investimento no capital humano for destinado aos programas de treinamento, os conteúdos adquiridos nas atividades são colocados em prática em prol da organização. Consequentemente, há melhorias na qualidade dos processos de desenvolvimento dos projetos. E projetos bem desenvolvidos, geralmente, originam produtos de alta qualidade e que são melhor recebidos pelo público e, consequentemente, aumentam os lucros e melhoram a taxa de ROI.

 

4. Beneficia a sua marca

A liberdade de expressão possibilitada, sobretudo, pela força das redes sociais fortalece ou até mesmo faz brotar o senso crítico na sociedade. Logo, a reputação das marcas na internet inevitavelmente influencia no comportamento dos consumidores. Ou seja, se a sua empresa tiver má fama na web, os clientes podem optar por consumirem os produtos os seus concorrentes.

Dessa forma, por mais inusitado que possa parecer, investir em capital humano acaba por melhorar a marca. Nesse sentido, a maneira como as organizações cuidam de seus colaboradores deixou de ser irrelevante e passou a exercer forte impacto no comportamento dos clientes. Afinal, quem compraria um produto ou contrataria serviços de alguém que é conhecido por não tratar bem seus colaboradores?

 

5. Investir em capital humano torna a empresa mais competitiva

Quem investe em capital humano consegue reter talentos, engajar equipes, diminuir número de demissões, consolidar a marca, fidelizar clientes, entre outros ganhos. Tudo isso, inevitavelmente, torna a empresa mais competitiva no cenário. Afinal, uma empresa que valoriza o colaborador e entrega os melhores produtos, certamente atrai:

  • a atenção dos profissionais mais qualificados;
  • possibilidades de investimentos externos ou parcerias realmente lucrativas;
  • desejos de consumo dos melhores clientes mais fiéis.

Em resumo, o investimento no capital humano deixa sua empresa bem aos olhos de todos os integrantes de seu ecossistema de atuação. Inclusive, esse movimento aumentará , ainda mais, as preocupações de seus concorrentes. Portanto, se o seu capital humano ainda não está sendo gerenciado de forma correta, a melhor hora para começar é agora mesmo.

14 mar 2022

O papel do employer branding na cultura organizacional

employer branding

A cultura organizacional tem sido uma premissa bastante valorizada pelas empresas em geral. Um dos conceitos associados ao desenvolvimento dessa cultura é o employer branding. Em suma, e sem exageros, esse termo tão comentado no meio corporativo pode conduzir uma empresa à excelência.

Entretanto, as relações entre employer branding e cultura organizacional ainda são um pouco obscuras para muitos gestores e líderes. Se para você esta questão ainda não é totalmente clara, este artigo é a sua leitura recomendada do dia. Esta nossa conversa deixará claras e definidas todas as suas perspectivas sobre esse tema.

Vamos lá?

 

O que é employer branding?

Com raízes na língua inglesa, o termo employer branding assume uma livre tradução de “marca do empregador”. Adentrando no tema, entende-se que o employer branding é mais um conjunto de estratégias essenciais que uma empresa precisa lançar mão. Afinal, entre seus principais objetivos, essa “marca do empregador” se resume em:

  • zelar pelo bem-estar do funcionário dentro da empresa;
  • valorar e valorizar o capital humano;
  • manter a boa imagem da organização tanto para público interno (colaboradores); quanto para o público externo (clientes, fornecedores, comunidade, etc).

Uma vez cumprido esses propósitos, a empresa torna-se uma boa empregadora. Logo, o employer branding é essencial para que a organização conquiste o selo “Great Place to The Work” [GPTW]. Muito mais do que significar “um excelente lugar para trabalhar”, a sigla GPTW “é uma consultoria global que apoia organizações a obterem melhores resultados por meio de uma cultura de confiança, alto desempenho e inovação”.

 

As vantagens de desenvolver o employer branding na empresa

São formidáveis os resultados do desenvolvimento saudável das práticas de employer branding nas empresas. Para começar, o empregador que tem uma marca positiva consegue diminuir turnover. Além disso, a organização torna-se atraente para os profissionais diferenciados que estão em busca de oportunidades. Logo, a manutenção e a captação de talentos tornam uma equipe mais preparada para os mercados que estão cada vez mais competitivos, independente do setor de atuação.

O colaborador que se sente amparado pela instituição empregadora naturalmente tende a trabalhar com mais foco, engajamento e motivação. Consequentemente, os reflexos positivos do employer branding também podem ser observados na melhoria dos resultados e cumprimento de metas. Sendo assim, as boas marcas do empregador incentivam a equipe a ser mais produtiva, naturalmente, trabalhar com mais dedicação e sempre buscando o melhor desempenho.

Por fim, se você chegou até aqui, certamente percebeu que o employer branding provoca uma espiral virtuosa que começa no relacionamento com o colaborador e culmina no aumento dos lucros. Afinal, equipe bem cuidada trabalha de forma mais engajada, entrega melhores resultados e só faz agregar toda sorte de valor ao produto final.

 

O que é cultura organizacional?

A cultura organizacional é o conjunto de valores, crenças, princípios e missões que configuram a identidade de uma empresa como marca.

Em outras palavras, trata-se das coordenadas que direcionam o GPS dos comportamentos e hábitos de todos os membros da empresa. Nesse sentido, a cultura é o grande marco referencial para dinâmicas internas e externas que a organização apresenta.

Essas diretrizes regem a forma de pensar, sentir e agir de todos os indivíduos que fazem parte de um negócio. Os princípios da cultura também regem os processos de gestão organizacional e os planejamento estratégicos, duas situações associadas ao capital humano da empresa.

 

Quais são os tipos de cultura organizacional

De acordo com o filósofo irlandês Charles Handy, no livro Gods of management, o conceito de cultura organizacional assume quatro tipos de perfil:

  1. cultura de poder: centralização de poder em uma pessoa. As faz divisões de trabalho são baseadas em funções e produtos;
  2. cultura de papéis: abordagem baseada na definição do papel ou do trabalho a ser feito, não em personalidades;
  3. cultura de tarefas: o foco da gestão está na resolução de problemas de forma bem-sucedida;
  4. cultura de pessoas: prioriza a valorização dos talentos presentes na empresa.

O quarto item da lista acima é o elo entre a cultura organizacional e a questão do employer branding. Segundo Handy, uma via de mão dupla pavimenta as relações entre empresa e colaborador. Nesse sentido, os indivíduos da organização atuam [de forma remunerada, claro] para ajudá-la a conquistar seu propósito. Em contrapartida, a organização também tem o papel de ajudar o profissional a alcançar seus objetivos.

 

As relações entre employer branding e cultura organizacional

Se você chegou até aqui, certamente matou essa charada com as seguintes e poucas palavras: cultura e satisfação do colaborador. Essa relação pode ser explicada no esqueminha compacto abaixo:

  • a cultura define o conjunto de crenças e condutas de uma organização;
  • o employer branding cuida para que os direcionamentos da cultura sejam devidamente praticados e orientados ao bem-estar do funcionário.

E é aí que novamente precisamos voltar a falar sobre GPTW. Afinal, os melhores lugares para trabalhar são aqueles que investem em cultura organizacional e, claro, planejam ações internas que priorizam a satisfação dos colaboradores.

Qual profissional cuida do employer branding?

Antes de tudo, é preciso entender que employer branding não é uma tarefa, mas sim uma questão conceitual. Logo, não existe necessariamente um profissional que seja mais indicado do que o outro para cuidar da aplicação desse conceito. Geralmente, esses processos ficam nas mãos dos times de Marketing e/ou Recursos Humanos. Porém, há empresas que optam por criar um time focado em gerenciar os aspectos associados à “marca do empregador”.

 

O papel do líder nos processos de employer branding na cultura organizacional

As lideranças da empresa também exercem papel de protagonismo nos processos de desenvolvimento do employer branding na cultura organizacional. Afinal, os líderes tendem a ser engajados nos movimentos internos, bem como nas tendências de gestão.

Não compete ao líder, no entanto, a atribuição de definir rumos, parâmetros e níveis da cultura em uma organização. A função da liderança está mais concentrada em estreitar o diálogo entre equipes e compreender a dinâmica da empresa como um todo. Nesse sentido, os líderes devem conseguir enxergar necessidades e direcionar soluções.

Por fim, mas não menos importante, os líderes precisam ter em mente que a cultura organizacional bem fundamentada é integralmente associada à satisfação do colaborador. Dessa forma, funcionários que se sentem felizes no local de trabalho, confortáveis no espaço profissional, trabalham mais motivados e entregam resultados melhores.

10 mar 2022

SaaS para recursos humanos: saiba o que é e como integrar à sua empresa

saas para recursos humanos

O setor de Recursos Humanos é um dos mais importantes para a empresa, já que ele é responsável pelo processo de seleção, treinamento e contratação de pessoal. Para otimizar a forma como esse trabalho é realizado existe o SaaS (Software as a Service), ou seja ferramentas online que facilitam a realização de atividades do setor.

Com o avanço da tecnologia, cada vez é mais necessário que as empresas se adaptem à modernidade e para se manterem competitivas e para que otimizem diversos fluxos de trabalho.

Por isso, explicaremos o que é esse software e como ele pode ser implementado em sua empresa para tornar o RH muito mais efetivo. Confira os detalhes do SaaS no decorrer do artigo!

 

Entenda o modelo SaaS

Para compreender o que é esse modelo, vamos entender a sigla. O SaaS representa um software de serviço, que basicamente consiste na conexão de alguns aplicativos por meio do armazenamento em nuvem voltado para a realização de serviços diversos.

Nesse caso, é possível ter acesso a dados como a utilização do email, o calendário da empresa, horas extras do colaborador, suas férias, dentre outros, o que favorece a gestão do negócio.

Dessa forma, o colaborador, assim como o profissional de RH, consegue verificar suas informações por um simples acesso de login, seja em um computador ou celular.

Isso ocorre porque esse tipo de software utiliza uma tecnologia de armazenamento em nuvem, também conhecida como Cloud Computing, o que faz com que não seja necessário o uso de um computador específico ou o compartilhamento de planilhas e documentos para que outros profissionais visualizem os materiais, afinal, a rede está conectada e atualizada.

Inclusive, cabe ressaltar que nesse tipo de modelo, as informações também estão seguras. Isso ocorre porque existe uma infraestrutura de tecnologia da informação vinculada à empresa e logins pré-estabelecidos, de modo que as informações fiquem disponíveis com segurança, apenas aos profissionais autorizados.

Dessa forma, os usuários conseguem acessar seus dados sem ter medo ou preocupação em relação ao tema e sem que esses dados sejam utilizados ou vazados.

Em alguns casos, inclusive, nem é necessário ter o acesso à internet para que a pessoa consiga acessar seu conteúdo, basta inserir seu login e senha para fazer isso – mas neste caso a informação pode não estar completamente atualizada, dependendo do serviço ou software utilizado.

No software, o colaborador também consegue registrar seu ponto de presença, só que eletronicamente, com acesso do RH, tornando o processo ainda mais dinâmico e seguro.

 

Confira os benefícios desse modelo

Existem vários benefícios em aplicar essas ferramentas no setor de RH e em sua empresa. Dentre os principais, podemos destacar:

  • Possibilita reduzir custos;
  • Traz segurança aos dados dos colaboradores;
  • Melhora a gestão do RH, trazendo assertividade;
  • Melhora o armazenamento de dados;
  • Traz facilidade na manutenção das informações.

A instalação desse software, inclusive, pode ser utilizada como um dispositivo de Marketing para o colaborador, já que ele consegue registrar seu ponto de forma online e ter acesso a todas suas informações sem burocracia.

Dessa forma, sua empresa consegue reduzir custos, gerenciar os dados dos colaboradores, sua frequência e informações importantes para a contratação em um só dispositivo.

Inclusive, é possível personalizar o software de acordo com as características e particularidades da empresa, otimizando ainda mais os resultados e análises do setor.

Para isso, é possível que o setor de RH até se aproprie de recursos como o Marketing de Conteúdo para publicar conteúdos para agregar ainda mais a experiência de uso do software.

Assim, consegue-se usar como ferramenta para valorizar ações com colaboradores, com informativos aos funcionários sobre a folha de pagamento, feriados e outras questões importantes que podem ser consultados no software e as formas de fazer isso, alinhando as equipes mais rapidamente.

 

Como implementar esse modelo em sua empresa?

Agora que você já conhece o que é o modelo SaaS e como ele pode ser benéfico para sua empresa, vamos conferir como é possível implementar esse modelo em seu negócio.

É válido ressaltar neste ponto que existem simulações nas quais a empresa consegue calcular qual seria seu custo ao optar pelo uso do software e, até mesmo, qual seria a redução de custos com esse modelo, assim como ocorre em ações de Inbound Marketing.

Entenda que esse modelo faz com que a gestão do RH tenha decisões de forma assertiva e consiga ter um gerenciamento muito melhor do negócio. Com o trabalho mais rápido e a redução de custos, a empresa só tende a ganhar.

Dessa forma, para implementar esse modelo é importante que a empresa invista em uma infraestrutura de tecnologia da informação para ter boas ferramentas de trabalho no ambiente online.

Também é importante realizar um treinamento com a equipe de RH, assim como dos colaboradores para que saibam como utilizar a ferramenta.

Inclusive, essa é uma ação que pode servir como um marketing de atração, de modo a captar novos talentos nos próximos processos seletivos da empresa, já que o uso dessa ferramenta pode servir como um chamativo e diferencial para os candidatos.

Essa ação divulgada por meio de processos seletivos pode estar presente nas redes sociais da sua empresa e ter maior visibilidade com a criação de campanhas, como no Facebook, Linkedin e Twitter Ads, aliando ações de marketing aos processos seletivos e otimizando ainda mais as dinâmicas de recrutamento e gerenciamento de pessoal por meio das ferramentas de Saas.

04 mar 2022

Saiba como dar feedback negativo sem desmotivar

feedback negativo

O feedback negativo costuma ser tabu para ambas as partes envolvidas, ou seja, tanto o gestor quanto o colaborador temem esse momento com a mesma intensidade. A boa notícia, no entanto, é que esse tipo de conversa pode e deve acontecer sem traumas, desmotivação e demais energias ruins. Afinal, o objetivo não é “punir”, mas sim aparar arestas e, consequentemente, ajudar o funcionário a manter a produtividade em alta.

Dito isso, caro (a) gestor (a), se você sente a necessidade de melhorar os feedbacks negativos, este artigo é essencial. Antes de seguir com a nossa conversa, entretanto, vamos rapidamente recapitular que, o feedback na empresa é uma forma de avaliar e opinar sobre a realização de uma tarefa. Logo, apesar de não ser uma “resenha entre amigos”, essa conversa está longe de ser “uma blitz”.

 

O que é o feedback negativo e para que ele serve

O cenário organizacional também está sujeito às dualidades comuns no universo. Logo, eventualmente, o enredo dos processos pode acabar destoando do planejamento e, por consequência, os resultados tendem a não serem os melhores. Como não poderia ser diferente, a empresa não pode se omitir diante desse tipo de situação. Mas como lidar com isso?

Para começar a entender o que houve de errado num determinado processo, o gestor de pessoas deve lançar mão do feedback negativo. Afinal, essa conversa serve para corrigir alguma ação do funcionário que não esteja em sintonia com os objetivos da empresa. Pense, por exemplo, em uma meta não cumprida ou complicações corriqueiras no desenvolvimento de um processo ou outro.

 

Diferenças entre feedback negativo e corretivo

Outro ponto importante é não esquecer que além do feedback negativo, existem mais três tipos de feedbacks: positivos, informal e corretivo. Este último, inclusive, pode ser confundido com o retorno negativo. Mas qual a diferença entre ambos?

Linhas acima, você conferiu que o feedback negativo é dado quando há necessidade de corrigir percalços que fogem da sintonia do planejamento da empresa.

Por sua vez, o feedback corretivo está associado a aspectos comportamentais. Dessa forma, a intenção é propor uma avaliação que aponte quais aspectos devem ser corrigidos, melhorados e mudados. Em outras palavras, pense em comportamentos inadequados ou algo que cause impacto negativo em algum aspecto do dia a dia no trabalho.

 

7 dicas de como dar um feedback negativo de forma acertada

Em primeiro lugar, é importante ter o tato necessário para não transformar feedbacks negativos em chuvas de críticas que possam diminuir o funcionário. Nesse sentido, o posicionamento é mostrar ao colaborador o que fazer para corrigir erros de percurso e, consequentemente, ter melhores desempenhos e resultados.

Agora, que esse direcionamento está bem guardado aí na sua mente, confira 7 dicas para aplicar o feedback negativo de forma correta e eficiente.

 

1. Indique o teor do feedback

Aproveite o começo da reunião para esclarecer que o teor da conversa é promover a busca por melhores resultados. Nesse sentido, é preciso explicar ao colaborador que o feedback negativo é uma ferramenta que auxilia o desenvolvimento profissional. Dessa forma, mostre ao seu liderado que sua intenção é indicar os direcionamentos que possam ajudá-lo a recuperar o fio da meada e voltar a ser mais produtivo.

 

2. Respeita a privacidade; mantenha a discrição

Por questões de respeito e de empatia, o feedback negativo deve ser aplicado de forma privada, ou seja, a reunião deve ser discreta. Afinal, críticas públicas criam um ambiente pesado e fazem com que a pessoa envolvida sinta-se diminuída. Por fim, essa situação abala a confiança do colaborador no gestor.

 

3. Use a comunicação assertiva

O tom da comunicação durante o feedback é um dos pontos que mais carecem de atenção. Afinal, a maneira como as palavras são colocadas fazem toda a diferença entre uma aceitação negativa ou positiva do liderado.

Dessa forma, a conversa deve ser pautada na comunicação não-violenta. Em outras palavras, assuma um tom conciliatório, sem críticas, julgamentos e exigências. Tenha critérios para selecionar palavras e exponha sua argumentação de forma tranquila e assertiva. Logo, se prepare para dialogar de maneira verdadeira com o funcionário, mas sempre se lembrando da empatia nos momentos em que for ouvinte.

 

4. Dispense comparações

Seja lá qual for o feedback aplicado, jamais faça comparações. Além de propiciar um cenário de competição, essa “vilã de quaisquer formas de relacionamento” tende a criar desconforto. A curto prazo, isso enfraquece o espírito de cooperação e azeda o clima organizacional. Afinal, cada colaborador reúne suas habilidades e competências para desenvolver seus processos.

 

5. Utilize exemplos reais

Se a comparação é negativa, a exemplificação pode ser completamente saudável. Porém, mencione coletando exemplos reais das falhas do funcionário e seus impactos nos processos. Apresente números, gráficos e mostre ao colaborador como mudanças de caminhos podem ser providenciais para impactar positivamente, motivando-o na adoção das dicas apresentadas.

 

6. Direcione soluções

Apenas apontar erros, ainda que de forma gentil e sincera, mas deixar o liderado às cegas, torna o feedback negativo ineficiente. Portanto, assuma a postura de liderança e oriente o liderado rumo aos movimentos e gestos que ele pode fazer para resolver os problemas levantados.

 

7. Mantenha a neutralidade

Por fim, silencie o líder paternalista que há em você — mesmo essa liderança sendo a favorita do trabalhador brasileiro e não misture sentimentos pessoais. Esse cuidado é imprescindível porque a dificuldade em aceitar o feedback negativo com naturalidade pode fazer o funcionário receber a conversa como um ataque. Logo, o gestor deve transmitir a mensagem de forma imparcial, ou seja, o colaborador precisa ter consciência de que não é nada pessoal.

 

O que não fazer para aplicar o feedback negativo

São várias as más escolhas e práticas que podem colocar em xeque a eficiência do feedback negativo.

Para começar, o gestor nunca deve adotar um discurso acusatório. Afinal, o objetivo é ajudar a harmonizar os objetivos da empresa e os movimentos do funcionário. Ademais, o caráter punitivo compromete integralmente o sucesso desse tipo de conversa. Logo, citar um possível desligamento da empresa ou intimidar o profissional são temas totalmente fora de cogitação na aplicação do feedback negativo.

Além do mais, no feedback negativo, mais do que nunca é tempo de mostrar que você conhece as diferenças entre ser chefe e ser líder. Por isso, nada de assumir uma postura distante e blasé na tentativa de impor respeito. A frieza faz o liderado entender que a conversa se dá por mera formalidade e que está sob uma liderança que desacredita do potencial da equipe. Dessa forma, facilmente entendemos que poucas situações podem ser mais desanimadoras, concorda?

Agora, é com você! Se chegou até aqui, certamente sua gestão está turbinada com dicas precisas sobre como conduzir o feedback negativo com eficiência. Se possível, conte para nós suas experiências aqui nos comentários, combinado?

23 fev 2022

Saiba como pedir aumento na empresa de forma eficaz

pedir aumento

Pedir um aumento de salário, nem sempre é fácil. Muita gente tropeça nas palavras ou até mesmo não entende o pedido ser negado. A grande vantagem, no entanto, é que tudo é reversível.

Se você se considera merecedor de uma remuneração mais alta, não fique acanhado. Por mais que a melhoria na remuneração não aconteça na sequência de seu pedido, a ideia ficará nas mãos de quem toma essas decisões.

 

10 dicas para pedir um aumento e ser atendido pelo gestor

Pedir um aumento é um procedimento minucioso. Afinal, a decisão de um gestor tende a ser baseada em um conjunto de situações. Dessa forma, há várias condutas e posturas profissionais que devemos considerar antes de tentar conseguir um upgrade salarial. A seguir, você confere algumas dicas que podem ajudá-lo na hora de pleitear uma melhoria em sua remuneração.

 

1. Analise o momento da empresa

Antes de pedir um aumento, você deve analisar bem a situação da empresa. Nesse sentido, observe o cenário sob várias perspectivas. Dessa forma, comece tentando buscar respostas para perguntas como “Como está a saúde financeira?”, ”Quais os impactos da economia na empresa?” e “há demissões em massa?”

Se os cenários não estiverem “tranquilos e favoráveis”, o seu pedido de aumento pode soar como um gesto insensato. Ou seja: em tempos de crises econômicas, são grandes as chances de uma empresa não aumentar os salários.

 

2. Tenha autocrítica

Outra boa postura profissional é a autocrítica. Em outras palavras, reflita se você realmente merece o aumento que tanto deseja. Avalie sua assiduidade, compromisso, engajamento, valores e todos aspectos que considerar interessante para identificar um bom funcionário. De repente, você quer pedir um aumento mas não tem habilidade para manejar os próximos quatro itens desta lista.

 

3. Pontualidade é fundamental

A pontualidade é um hábito saudável em qualquer esfera da vida. Quando se trata do ambiente de trabalho, estar presente na hora certa é louvável. Afinal, seus colegas precisam de você para tomar decisões, desenvolver projetos e até mesmo na execução de tarefas. Ademais, o colaborador pontual aumenta as chances de não ser demitido.

Agora, imagine que você lidera uma equipe que tem um colaborador que nunca chega no horário. Então, num belo dia, esse mesmo funcionário te pede um aumento. Após analisar os fatos e ponderar, será que você aumentaria o salário de um colaborador que não sabe fazer gestão do próprio tempo?

 

4. Seja um colaborador assíduo

“Irmã” da pontualidade, a assiduidade é uma prática indispensável para um colaborador, pois, não tem como trabalhar sem estar presente no local de trabalho.

Em tempos de home office, então, a assiduidade ganha contornos interessantes, justamente porque as distrações do lar podem comprometer a qualidade da presença física do colaborador. Dessa forma, independente de seu regime de trabalho, esteja literalmente presente e focado, todos os dias — salvo as ausências por motivo de força maior. Afinal, uma pessoa descompromissada com assiduidade no trabalho não tem a menor chance de conseguir ter um pedido de aumento salarial atendido.

 

5. Evite excessos de horas extras

O tempo excedente de trabalho não é condenável. Porém, conseguir finalizar suas tarefas sem precisar de muitas horas extras é um indício de que você sabe gerenciar o seu controle de ponto. Além disso, o aproveitamento correto da jornada de trabalho diminui gastos com o pagamento de horas excedentes. Dessa forma, você será um colaborador “econômico”, fato este que facilita o “sim” de seu gestor na hora em que você pedir aumento.

 

6. Cultive as boas relações interpessoais

Ser uma pessoa querida na equipe vai além de agir com cordialidade. Nesse sentido, ser o profissional que dá bons exemplos é uma ótima maneira de destacar uma qualidade que ajuda a justificar um pedido de aumento. Dessa forma, seja o colega que distribui simpatia, bem como é solícito e empático com todos. Além disso, evite participar das infames “rádio corredor”, pois, alimentar conversas desnecessárias é uma péssima conduta. Por fim, saiba que os bons hábitos pensam na decisão do gestor na hora de considerar o seu pedido.

 

7. Seja um funcionário inovador

É impossível conseguir resultados diferentes quando se comete as mesmas atitudes. Por isso, seja o colaborador que proponha ideias inéditas. Porém, pense com ponderação e lembre-se que há uma imensa diferença entre ser inventivo e ter sugestões estapafúrdias.

Além disso, procure pensar em novas soluções, ferramentas e descubra caminhos para otimizar o desenvolvimento de suas tarefas. Pode parecer um pequeno passo, mas faz toda diferença.

 

8. Busque aprimoramento profissional

A busca pelo aprimoramento profissional é essencial para justificar um pedido de aumento. Dessa forma, procure mostrar que você é um profissional que está em constante atualização de conhecimento, ou seja, tenha “sede” de aprender. Afinal, o apuro técnico ajuda a oxigenar ideias e, consequentemente, propor melhores soluções.

 

9. Seja flexível

Tenha em mente uma verdade: a empresa não tem a obrigação de atender pedidos de aumento. Logo, se prepare para negociar, pois, pode ser que a melhoria salarial desejada não seja a mesma que o empregador pode ou considera justo pagar.

Ainda sobre flexibilidade, considere a possibilidade de receber uma oferta para mudar de cargo ou até mesmo de setor. De certa forma, essas alternativas também podem melhorar o salário.

 

10. Argumente com transparência e assertividade

Antes de pedir aumento, elabore uma argumentação que advogue em favor de seu pedido. Nesse sentido, evite ser prolixo e as frases de efeito. Logo, seja claro, franco e transparente. Lembre-se que é melhor dizer que “dois mais dois é igual a quatro” do que falar que “quatro é igual a raiz quadrada de dezesseis, vezes um e menos zero”. Apresente seus motivos de maneira clara e respeitosa, sempre lançando mão da verdade.

 

Considerações finais sobre um pedido de aumento bem feito

A palavra-chave para essa situação é a paciência, uma das mães de todas as virtudes. Em suma, é preciso saber esperar a hora certa de fazer o pedido, bem como o momento de receber o feedback.

Se num primeiro momento a resposta for negativa, não se desespere e tampouco desista. Afinal, a empresa não está te desprezando, mas sim entendendo que ainda não é justo aumentar sua remuneração. Nesse cenário, procure saber quais pontos pode melhorar e empreender para transformar o “não” em “sim”. Para isso, é fundamental não perder a motivação, o foco e a determinação.

Em contrapartida, caso o seu pedido de aumento seja um sucesso, faça de tudo para fazer jus! Ademais, mantenha as boas práticas, pois, novos aumentos podem surgir até mesmo de forma espontânea.

Em suma, você precisa saber que as 10 dicas para pedir um aumento e ser bem sucedido reunidas aqui não são milagrosas. No entanto, elas ajudam bastante a direcionar o caminho. Por fim, saiba que depende muito mais de você do que da boa vontade de seu gestor.

E então? Gostou desta nossa conversa de hoje? Conta pra gente nos comentários! Aqui no Genyo, iremos adorar conhecer a sua experiência.

14 fev 2022

As melhores dicas para desenvolver aprimoramento profissional

aprimoramento profissional

Se você pretende elevar os patamares de sua carreira e ser destaque no mercado em geral, a sua busca por aprimoramento profissional deve ser incessante. É preciso, no entanto, ter cuidado com o material consumido. Afinal, a internet pode ser um manancial de informações equivocadas. Porém, aqui no Genyo também assumimos o compromisso com o desenvolvimento pleno de pessoas. Dessa forma, este artigo é uma compilação de dicas de conteúdo que nortearão a sua jornada rumo ao crescimento constante.

 

5 dicas para turbinar o seu aprimoramento profissional

Em primeiro lugar, você precisa ter a consciência de que não há receitas ou mágicas para conseguir desenvolver o aprimoramento profissional. Em outras palavras, trata-se de uma questão que envolve “mais transpiração e menos inspiração”. Mas não se aflija, pois, a seguir, você confere uma série de sugestões que te darão insights para nortear a sua busca pelo desenvolvimento.

Importante: procuramos indicar conteúdos acessíveis em todos os sentidos. Ou seja, os cursos e as atividades listados aqui “cabem no seu bolso”, bem como não demandam esforços hercúleos para serem colocados em prática.

 

Atividades internas para estimular o aprimoramento profissional

Se você lidera uma equipe, experimente entrar em contato com o pessoal do endomarketing e peça orientações para organizar seminários dentro da empresa. Caso não exerça cargo de liderança, que tal procurar o seu líder e sugerir a organização de atividades que promovam troca de conhecimentos?

Essa interdisciplinaridade é essencial para o aprimoramento profissional, pois, a experiência alheia está entre as melhores escolas. Durante essas atividades, o ideal é que cada colaborador fale sobre determinado assunto que domina, sempre apresentando cases de sucesso e materiais ilustrativos. Além de estreitar o relacionamento entre os colegas, essas atividades promovem trocas de conhecimento e de experiências que só fazem agregar valor.

 

Cursos de gestão de tempo

A sensação de que cada dia parece interminável é algo que atormenta você ou algum conhecido? Se a resposta for positiva, saiba que temos aí um forte indício de má gestão do tempo. Mas como resolver esse problema que tanto atrasa o aprimoramento profissional?

Além dos aplicativos que ajudam a gerenciar o tempo, procure experimentar cursos focados em fundamentos que ajudam a tirar melhor proveito de nossas preciosas horas. A seguir, você confere indicações de conteúdos que podem ajudar a mudar sua perspectiva sobre esse assunto.

 

Menos procrastinação, mais produtividade

A procrastinação é, sem dúvida, um dos ladrões de tempo mais bem sucedidos da história. Afinal, ao menos uma vez na vida, todo mundo já deixou para amanhã o que se pode fazer hoje. Acontece, que esse é um hábito bem ruim — péssimo, melhor dizendo.

Para ficar livre dessa “encrenca”, uma boa dica é o curso “Elimine A Procrastinação: Aumente Sua Produtividade”, disponível na plataforma Udemy. São cinco horas de aula sob demanda, ou seja, você assiste quando quiser e o acesso é vitalício. Em seu conteúdo programático, entre outros temas, o curso promete ajudar a:

  • Descobrir como simplificar seus objetivos;
  • Planejar seus projetos de forma mais inteligente;
  • Aumentar a sua capacidade de foco e concentração;
  • Produzir mais em menos tempo, com mais qualidade e felicidade.

Por fim, é necessário frisar que empresas do calibre de Eventribe, Nasdaq e Volkswagen oferecem esse curso para seus colaboradores.

 

Coloque o tempo a seu favor e seja mais produtivo

Mas se você precisa melhorar o gerenciamento de seu tempo e, consequentemente, ser um profissional mais produtivo, o curso Gestão de Tempo – como aumentar sua produtividade pode ser uma ótima alternativa. De acordo com seus idealizadores, as aulas ajudam a acabar com a correria, conquistar objetivos e ter mais tempo livre para desfrutar e colocar em prática interesses pessoais.

 

Desenvolva habilidades que geram aprimoramento profissional

Para desenvolver seu aprimoramento profissional de forma plena, consciente e leve, você precisa ter determinadas habilidades na ponta dos dedos.

 

Descubra os benefícios da inteligência emocional

A inteligência emocional (IE) é uma das habilidades essenciais para o aprimoramento profissional. Afinal, saber tomar decisões com mais doses de razão do que de emoção é imprescindível para o desenvolvimento de qualquer carreira. Ler livros sobre IE, bem como conhecer seus pilares, são conhecimentos que devem ser harmonizados com o curso “Inteligência Emocional No Ambiente Profissional”, disponível na plataforma hotmart.

O curso é ministrado por Flávio Lettieri, que há mais de 25 anos é especialista em comportamento humano no ambiente corporativo. Ao longo das oito aulas, Lettieri te orientará a trabalhar os seguintes fundamentos:

  • desenvolver 4’s que destacam os profissionais mais valorizados no mercado de trabalho: Autoconhecimento, Autoestima, Autoconfiança e Autodomínio;
  • Substituir relacionamentos complicados por empatia e conexão;
  • Transformar insegurança e medo do futuro em poder pessoal;
  • Substituir inibição e medo de se posicionar por assertividade.

Por fim, saiba que as avaliações desse curso na plataforma são 4.9 estrelas, de um total de 5. Ou seja, quase 100% das pessoas que fizeram agregaram conhecimentos preciosos.

 

Aprenda a lidar com pessoas difíceis

Cada pessoa tem sua história, seu repertório e sua bagagem de vida. Por isso, o convívio no ambiente de trabalho, ou fora dele, nem sempre é fácil. Se você precisa encarar esse tipo de desafio aí no seu trabalho, o curso sobre como lidar com pessoas difíceis pode ser interessante.

Antes de mais nada, é preciso entender que lidar com pessoas difíceis é uma habilidade social que requer muita empatia. Já pensou, por exemplo, na hipótese de que o outro também pode ter dificuldade em lidar com você?

Para superar esse e outros dilemas, esse curso disponível na Udemy te ajudará a melhorar o seu relacionamento com as pessoas no trabalho. O conteúdo programático prevê aulas que nos ajudam a aprender o que e como falar com as pessoas no trabalho, para melhorar o relacionamento interpessoal. Ademais, você desenvolverá habilidades que ajudarão a manter a motivação e a lidar com líderes, clientes e demais atores do ecossistema laboral.

Se você chegou até aqui, certamente compreendeu que os cursos e atividades sugeridos são peças chaves para fortalecer o aprimoramento profissional. Essa busca, no entanto, deve ser constante. Afinal, nunca saberemos tudo e a todo instante precisamos nos atualizar acerca de habilidades e conhecimentos.

Ah, e já que não esconder informações preciosas é uma boa prática, que tal compartilhar o link deste artigo com seus colegas? Aproveita, e conta pra gente nos comentários as suas experiências com o desenvolvimento profissional.