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05 abr 2021

Entenda o papel da liderança nas organizações

papel da liderança

O papel da liderança nas organizações é tema recorrente no mundo dos negócios. Apesar de ser deveras relevante, esse assunto ainda gera certas confusões. Nesse sentido, muitos profissionais – independente do setor de atuação – acabam não entendendo como os líderes devem se posicionar.

Apesar de relevante, esse tema é comentado menos do que deveria, concorda?

A boa notícia, no entanto, é que essa confusão toda tem data marcada para acabar. Para ser mais específico, no final deste artigo, esse assunto ficará 100% claro para você. Antes de mais nada, é preciso entender que há uma imensa distância entre ser chefe e ser líder.

Por isso, se prepare por aí e vamos em busca de mais conhecimento.

 

A importância e o real papel da liderança nas organizações

Uma empresa é um ecossistema que serve de cenário para o desenvolvimento simultâneo de vários processos. Em outras palavras, várias situações ocorrem diariamente e, claro, ao mesmo tempo. Logo, é evidente a necessidade de planejamento, comprometimento, senso de organização, gestão de tempo e mais um incalculável número de habilidades.

Com uma conta bem rápida, conclui-se que os esforços citados algumas linhas acima precisam de bastante coordenação. E é aí que entra em cena o papel da liderança, que vai bem além de distribuir ordens e tarefas. Assim sendo, o líder é o profissional que fica na linha de frente, sempre atento ao que acontece em todas as etapas dos processos. Por consequência, entre suas atribuições estão as tarefas de identificar erros, analisar resultados e propor planos que possibilitem os melhores desempenhos por parte da equipe.

Sem esse direcionamento correto, é provável que os colaboradores percam o rumo e rendam aquém das expectativas. Dessa forma, acontece uma indesejável cadeia de eventos, incluindo retrabalho, baixa produtividade e prejuízos financeiros.

Em suma, percebe-se que o papel da liderança nas organizações é cuidar de todos os assuntos que envolvem o gerenciamento de pessoas. Cabe ao líder pegar a “camisa 10 do time” e arquitetar as estratégias para que tudo seja executado com mais êxito possível.

Para desenvolver uma gestão de sucesso, é preciso saber manter os colaboradores motivados e engajados com os objetivos da empresa. Além disso, o bom gestor é perito em criar métricas, planejar a execução das tarefas e mensurar os resultados conquistados ao longo de um determinado tempo.

 

5 características de um bom líder organizacional

Agora que você conhece o papel da liderança nas empresas, chegou a hora de entender o que é preciso para fazer esse trabalho de gestão. Logo, esta etapa de nossa conversa é toda dedicada às características que formam um bom líder organizacional. Dentre elas, podemos destacar as 5 disponíveis abaixo.

 

Comunicação assertiva

Um líder organizacional deve ter uma comunicação clara, suave e objetiva. Nesse sentido, é importante ressaltar, que ser verdadeiro é bem diferente de ser mal-educado. Logo, é importante selecionar as palavras antes de dar feedback e se posicionar nas reuniões One-On-One.

A comunicação do bom líder também precisa ser efetiva. Em outras palavras, é necessário apresentar planejamentos, estratégias e tarefas de maneira mais entendível possível. Para evitar ruídos, experimente usar recursos visuais e documente tudo o que for dito.

 

Ética – indispensável para o papel da liderança

A conduta ética é um dos grandes exemplos que um líder pode passar aos demais. Esse valor tão indispensável deve ser usado nas relações com todos os envolvidos com a organização. Em resumo, seja ético com os membros da equipe – incluindo os seus superiores -, bem como com os clientes e concorrentes.

 

Criatividade

O bom líder organizacional precisa ter um perfil inovador e aberto a trabalhar com ideias novas. É aí que entra em cena a criatividade, qualidade que facilita a criação de eficientes formas de manter o time inspirado e motivado.

Além disso, a mente inventiva é capaz de ajudar a empresa no desenvolvimento de produtos e serviços, que atendam com mais eficiência às demandas do mercado. Porém, é preciso cuidado para não confundir o profissional criativo com a nociva habilidade de propor soluções antes mesmo de conhecer os problemas.

 

Proatividade

Por mais que confie na equipe, a liderança nunca deve “deitar em berço esplêndido” e esperar a chegada dos resultados positivos. Por isso, o líder precisa estar disposto a trabalhar com dedicação, persistência e foco. Em outras palavras, é preciso se doar ao máximo e transformar em ação as estratégias planejadas no campo das ideias.

 

Empatia

Entre outros protagonismos, o papel da liderança nas organizações também é quebrar paradigmas. Nesse sentido, não há mais espaço para o outrora vigente modelo de gestão baseado no controle e numa rígida hierarquia. Logo, o bom líder deve ser um exemplo de empatia, sobretudo em tempos de home-office.

Se colocar no lugar do outro é a única forma de entender as dificuldades e as responsabilidades que as pessoas encaram diariamente. Dessa forma, a liderança empática consegue captar os sentimentos e emoções alheios. E como exercer essa habilidade que é tão indispensável quanto a inteligência emocional? Simples: quando alguém do time apresentar um problema, procure abrir espaços para que esse colaborador possa organizar seus pensamentos. Seja um bom ouvinte e, consequentemente, estreite seus laços com seus colaboradores.

Além de amenizar o clima organizacional, a empatia estimula harmonia e engajamento. Por consequência, a empresa consegue estabelecer uma relação mais humanizada com seus colaboradores. Afinal, quem está no comando deixa de ser um “chefe temido” e assume um perfil mais acessível e amistoso.

 

Considerações finais sobre o papel da liderança

Se você chegou até aqui, percebeu que o papel da liderança nas organizações é formar equipes que trabalhem em sintonia, ou seja, com bastante harmonia. Os resultados desses esforços são os resultados positivos.

Para liderar de forma sadia, no entanto, é preciso ter uma pirâmide de habilidades – emocionais, profissionais e socias – na ponta dos dedos. Além das que conferimos linhas acima, o líder precisa ter intuição, carisma, positividade, confiança e senso de humor, só para citar algumas.

Por consequência, a conduta trabalhada na ética, na empatia e na inovação, estabelece as diferenças entre “chefia” e “liderança”. Neste nosso mundo corporativo moderno, não há mais espaço para gestões conduzidas de forma conservadora e autoritária. Com bastante equilíbrio, ponderação e bom senso, é possível desenvolver uma gestão livre e disciplinada. No final das contas, todos os envolvidos com a empresa e/ou serviço, saem no lucro.

Desde já, a equipe de controle de ponto digital Genyo deseja que você exerça o papel de liderança aí nos seus negócios de forma leve, transparente e exemplar. O sucesso, conforme você pode imaginar, é fruto do desempenho do bom líder.

31 mar 2021

5 pilares da inteligência emocional: como aplicá-los

pilares da inteligência emocional

O equilíbrio entre razões e emoções é uma habilidade que reflete em todos os campos da vida. Mas como será que essa ponderação acontece? A resposta é simples: os pilares da inteligência emocional (IE) garantem que os dois hemisférios do cérebro funcionem em harmonia.

Este artigo aborda a questão dessas colunas que sustentam a IE, bem como suas aplicabilidades no dia a dia. Ao término da leitura, você terá bases para colocar em prática os procedimentos que refletirão – de maneira positiva – em sua vida profissional e pessoal.

Continue por aqui e, certamente, não terá arrependimento. Vamos em busca de mais doses de conhecimento?

 

Os 5 pilares da inteligência emocional

No ano de 1990, os psicólogos e teóricos Peter Salovey e John Mayer formataram o que viria a ser a inteligência emocional. Em suma, esse conceito lida com a habilidade de saber equilibrar a razão e a emoção. De acordo com eles, essa habilidade é associada aos princípios básicos abaixo:

  1. Percepção das emoções: a precisão com que um indivíduo identifica as emoções;
  2. Raciocínio por meio das emoções: utilizar informações emocionais para facilitar o desenvolvimento do raciocínio;
  3. Entendimento das emoções: captar variações emocionais nem sempre evidentes e compreender as emoções com mais profundidade;
  4. Gerenciamento das emoções: aptidão e desenvoltura para lidar com os próprios sentimentos.

Esses fundamentos facilitam a formação de uma ideia a respeito de quais são os alicerces da IE. Para entendê-los, no entanto, é preciso buscar a base teórica desenvolvida por Daniel Goleman, jornalista científico e psicólogo especializado nessa área. A seguir, você confere quais são os pilares da inteligência emocional.

 

1. Autoconhecimento emocional

Se conhecer é o primeiro passo para desenvolver a IE. Você precisa saber analisar as emoções e as ações que adota em resposta aos estímulos. Eis o pilar mais forte da inteligência emocional!

Porém, o autoconhecimento emocional não é tão fácil de dominar. Em outras palavras, ninguém descobre essas informações depois dos momentos curtidos nos intervalos interjornada e intrajornada. Afinal, a IE é fruto do desenvolvimento de vários processos de constantes aprimoramentos. Logo, não se desespere e, menos ainda, se desanime.

Para dar um start no seu processo de autoconhecimento, procure começar a escrever suas emoções. A partir dessas anotações pessoais, você terá um material para iniciar a sua jornada em busca do conhecimento pessoal.

 

2. Controle das emoções ou autogerenciamento

Antes de mais nada, é preciso entender que dias ruins vão e vêm com a mesma facilidade. Logo, é mais do que normal vivenciarmos situações adversas e encararmos problemas. Em suma, todos estamos sujeitos ao estresse e à ansiedade.

O importante, no entanto, é não cair nas armadilhas do desespero. Essas situações podem impulsionar decisões equivocadas. Para evitar essa miopia emocional, você pode começar eliminando o olhar negativo acerca das coisas. Mantenha o otimismo, pois, não há melhor maneira para encontrar as soluções mais eficientes.

Por fim, mas não menos importante, sempre que estiver diante de um momento adverso, mantenha a calma. Inspira, respira e não pira.

 

3. Automotivação

O pilar do autoconhecimento te incentiva a guiar suas emoções, sempre na busca da realização de objetivos. Afinal, a inteligência emocional requer análises acerca dos sentimentos, para que então possamos moldar nosso comportamento.

A partir do impacto de consciência descrito acima, surge a automotivação. Mas, calma! Se automotivar não é apenas mirar no espelho e gostar da imagem refletida.

Na real, a autoativação tem mais a ver com os processos de conseguir canalizar a energia da emoção, seja ela qual for, na intenção de conquistar objetivos. Nesse sentido você pode, por exemplo, entender que há maneiras de manter a calma na hora de realizar determinadas tarefas. Antes de uma reunião importante, experimente fazer uma meditação durante alguns minutos. Além disso, encaixe exercícios físicos em sua agenda, pois, eles te ajudarão a queimar a adrenalina

 

4. Empatia

o termo empatia é assunto popular, de fato. Porém, não é apenas uma palavrinha bonita de ser publicada em redes sociais. Dito isso, saiba que ser empático é realmente entender as outras pessoas.

Procure colocar-se no lugar do outro, bem como entender suas emoções e comportamentos. Além de aumentar a sua sensibilidade, a empatia te tornará mais receptível às novas ideias.

E como ser mais empático no dia a dia? Simples: seja sensível e demonstre preocupações verdadeiras. Se “coloque nos sapatos do outro” e tente caminhar. Isso tudo te ajudará a gerenciar com mais eficiência o último dos pilares da inteligência emocional.

 

5. Relacionamento interpessoal ou sociabilidade

A construção de relações mais positivas e edificantes é uma consequência da empatia. As habilidades sociais reverberam em todos os campos da vida. Afinal, é impossível viver ou existir sozinho. Nesse sentido, esteja de prontidão para lidar com pessoas de diferentes culturas e linhas de pensamentos.

Esse pilar da inteligência emocional é o que te ajuda a transitar, com a destreza de um campeão de Fórmula 1, entre os mais variados grupos sociais. Em outras palavras, a sociabilidade é uma das maneiras mais eficientes e sensatas para criar uma atmosfera amistosa ao seu redor. Uma das pedras angulares do relacionamento interpessoal, conforme você pode imaginar, é o respeito.

 

Como aplicar os pilares da inteligência emocional

viu só como os pilares da inteligência emocional são acessíveis? Não há mistério, receita ou milagre. As construções desses alicerces, entretanto, são frutos do desenvolvimento de habilidades.

Para aplicar esses pilares, é preciso entender que eles são complementares. A IE é um ciclo virtuoso, que começa na jornada do autoconhecimento e – quatro pilares depois – chega nas boas práticas de relacionamento interpessoal. Esse percurso todo acontece com a finalidade de incentivar o indivíduo a fazer reflexões sobre sentimentos e objetivos. Nesse sentido, uma vez mais, é possível observar o equilíbrio entre razão e emoção.

Gostou de conhecer um pouco mais sobre os pilares da inteligência emocional? Então, desde já, saiba que a equipe do Controle de Ponto Digital Genyo deseja que você tenha sucesso no desenvolvimento de seus processos. Dessa maneira, estamos certos de que você será um profissional em constante evolução.

25 mar 2021

Como aplicar a metodologia job rotation na empresa com eficiência?

O termo job rotation significa, em tradução livre, “rodízio de tarefas”. Trata-se de uma moderna metodologia de organização do trabalho que abrange os mais variados setores de atuação. Logo, é importante frisar que essa rotatividade é tendência entre startups de tecnologia, bem como nas gigantes da indústria automobilística.

Na prática, esses processos de rotatividade de trabalho consistem em delegar mais de uma tarefa para um mesmo funcionário. Desta forma, o colaborador aprende a executar várias funções. Consequentemente, essa polivalência proporciona um senso de engajamento entre trabalhador e empregador.

A ideia parece ser ótima e relativamente fácil de ser colocada em prática, concorda? Afinal, com comunicação se resolve muita coisa e todos os envolvidos saem ganhando com a experiência. Todavia, essa metodologia é desenvolvida a partir de uma série de etapas. Nesse sentido, aplicar esse rodízio de tarefas não é simplesmente emitir um comunicado informando que haverá troca de funções entre os funcionários dos times.

Neste artigo, você confere todos os passos necessários para aplicar o job rotation aí na sua empresa. No final da conversa, sua percepção sobre o assunto estará clara o suficiente para direcionar uma decisão.

Vamos lá?

 

4 passos para aplicar job rotation na empresa

Antes de convocar os departamentos de comunicação e de recursos humanos para realizarem, com total eficiência, os trâmites relacionados à implementação do job rotation aí na sua empresa, você não pode sair deste post. Continue por aqui, e não se arrependerá.

Primeiramente, é preciso entender que esses processos podem desgastar a relação entre empregador e empregado. Isso acontece, quando não há planejamento, transparência e certeza do que se quer fazer. Em outras palavras, todos os envolvidos precisam estar cientes de todas as etapas que conduzem os processos de rotação de atividades entre equipes.

Dito isso, chegou a hora de não só aprender como aplicar essa metodologia de rotatividade de tarefas, mas como reunir o conhecimento necessário para decidir se adota ou não essa metodologia. A seguir, você confere os 4 passos para aplicar o job rotation em uma empresa. Se o interesse de inovar é latente aí em sua mente, continue por aqui.

 

1. Analise o engajamento de seus colaboradores com a ideia

Antes de organizar os esforços para colocar a rotatividade de tarefas em prática, busque entender se os funcionários da empresa estão realmente interessados em participar dos processos. Afinal, esses processos envolvem mudanças e nem todos estão devidamente prontos para o desafio.

A partir do momento que ficar constatado que uma considerável parte do seu quadro de funcionários abraça a ideia, o RH pode iniciar as avaliações prévias para testar habilidades e conhecimentos dos colaboradores que toparam se envolver. É assim que a gestão de pessoas entenderá quem está apto a se candidatar para o job rotation.

 

2. Determine uma sequência lógica para o processo

Agora, que conseguiu identificar o nível de aderência ao projeto e que os candidatos estão cientes do que está por vir, chegou a fase de preparar a estrutura do job rotation. Para isso, considere os seguintes aspectos:

  1. Quanto uma área complementa a outra.
  2. O perfil – incluem-se aqui os interesses – dos envolvidos.

Caso o colaborador manifeste a vontade de se aprofundar na parte de vendas, por exemplo, ele pode passar pelas áreas de Marketing e Comercial. Se a ideia dele for conhecer a área de tecnologia da empresa, no entanto, que tal encaixá-lo nos times de Social Media ou de TI?

Apesar dos objetivos, a dica de ouro aqui é a ordem de implementação. Nesse sentido, os setores mais complexos devem ser os últimos a participarem da rotatividade de trabalho. Esse é o melhor jeito para que o colaborador consiga acumular conhecimentos e potencializar suas habilidades durante o processo.

 

3. Prepare mentores para o job rotation

Os setores da empresa precisam estar devidamente na mesma página. Nesse momento, a atuação do RH é fundamental, pois, não podem haver ruídos de comunicação. Logo, é preciso alinhar as expectativas e as atividades que serão desenvolvidas ao longo dos processos.

A próxima cena é preparar mentores que ajudarão a conduzir o job rotation. Vale destacar que essa função não necessariamente precisa ficar a cargo de um dos líderes da equipe. Em contrapartida, as mentorias devem ser praticadas por alguém que tenha domínio pleno sobre as tarefas para, então, transmiti-las aos colegas.

Cabe ao mentor apresentar os trabalhos que serão executados, sempre seguindo o que diz o planejamento. Além disso, também é necessário saber motivar e incentivar a relação entre a equipe e o “novato” para que seja criado um clima agradável e produtivo no setor. Em outras palavras, carisma e empatia são algumas das características do profissional responsável pela mentoria.

 

4. Mensure os resultados e dê os feedbacks necessários

Seja lá qual for o tipo de relação, a questão da comunicação é uma pedra angular. Nesse sentido, o feedback viabiliza uma troca de conversas entre empresa e colaborador. Quando o assunto é job rotation, é imprescindível entender os prós e contras e, sobretudo, o que pode ser melhorado antes de implantar uma nova rotatividade de tarefas.

Nessa ata, o ideal é listar e ranquear os aprendizados e as dificuldades encontrados no decorrer do processo. Além disso, é deveras interessante abrir um espaço para sugestões e críticas. Afinal, a ideia é que todos os envolvidos possam evoluir juntos.

Se você chegou até aqui, certamente percebeu que job rotation é uma estratégia que precisa ser usada de maneira correta. Além de aumentar o engajamento dos funcionários, a empresa formará profissionais mais polivalentes e mais preparados para o ambiente corporativo. Se juntamente com o seu departamento de recursos humanos você entendeu que seus colaboradores estão prontos para essa inovadora possibilidade de organização do trabalho, a equipe do Controle de Ponto Digital Genyo te deseja todo sucesso possível.

15 mar 2021

Como ser mais criativo no trabalho? Confira 5 dicas!

como ser criativo no trabalho

A criatividade é uma habilidade indispensável para profissionais de todas as áreas de atuação. Logo, “como ser mais criativo no trabalho” é uma pergunta que você deve se fazer diariamente. Afinal, toda empresa precisa de colaboradores que consigam enxergar o que quase ninguém vê.

Acima de tudo, precisamos esclarecer um ponto muito importante: o conceito de criatividade vai além de desenvolver ideias mirabolantes. Em outras palavras, a mente funcionalmente inventiva é aquela que consegue fazer conexões extraordinárias e encontrar soluções que sejam tão eficientes, quanto executáveis.

Se você deseja dar um start aí no seu lado criativo, este artigo é a sua leitura ideal para hoje. Ao término de nossa conversa, você terá dicas preciosas para ser uma pessoa cada vez mais criativa.

Vamos lá?

 

A importância de ter criatividade no trabalho

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, a criatividade estará no top 10 das habilidades profissionais mais valorizadas por grandes corporações até 2022. Esse ranking foi divulgado na pesquisa Future Of Jobs, realizada em escala global.

Essa relevância toda se dá porque todas as profissões são emolduradas por situações que demandam forças criativas para serem contornadas. Logo, o profissional mais criativo é aquele que consegue analisar a situação com perspectivas diferentes do comum e, consequentemente, ser um ponto de exclamação em um oceano de reticências.

 

Como ser mais criativo no trabalho?

Em primeiro lugar, precisamos esclarecer que a desenvoltura criativa é um processo gradual. Logo, não há como acordar com a cabeça fervilhando de ideias. A boa notícia, no entanto, é que há vários passos que você pode seguir para ser criativo.

Nesse sentido, cá estamos para te apresentar 5 dicas bem práticas para você aumentar a criatividade no trabalho e, consequentemente, ser um profissional ainda mais produtivo e valorizado.

 

1. Estimule a criatividade

Quando estiver fora do trabalho, procure cultivar hábitos que estimulem a criatividade. Aproveite o seu intervalo interjornada para fazer atividades pouco comuns ao seu cotidiano, isto é, nesse meio tempo, procure “pensar fora da caixa”. Mas como fazer isso? A lógica é simples: pequenas mudanças, grandes resultados.

Procure experimentar ver filmes de gêneros que normalmente você não veria, bem como se permita conhecer trabalhos de artistas inéditos aos seus olhos e ouvidos. Se você tem um hobby, pratique-o! Caso não tenha, procure um em caráter de urgência! Leia bastante e invista no aprendizado de um novo idioma.

Seja como for, procure vivenciar situações que possam te fazer enxergar diferentes maneiras e propostas para lidar com questões. No final das contas, você e as demais pessoas ao seu redor sentirão os efeitos proporcionados pelos estímulos da criatividade.

 

2. Esteja aberto às novidades

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante/Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo“, cantou Raul Seixas. Em suma, o saudoso patriarca do rock and roll nacional manifestou sua preferência por abrir a mente para mudanças. Afinal, como disse o não menos poeta Belchior, “o novo sempre vem”. Cabe a você a escolha de viver ensimesmado, bem como desenvolver um pensamento pequeno ou retrógrado.

Dito isso, que tal fazer o exercício de “abrir a janela”? Esteja pronto para conhecer novas ferramentas de trabalho, por exemplo. Procure dar abertura para novas metodologias e novos processos. Reveja conceitos profissionais! Por fim, sempre busque maneiras de fazer com que as novidades possam naturalmente serem convertidas em impulsos criativos.

 

3. Se cobre menos

A autopressão não te ajudará a ser mais criativo no trabalho. Portanto, não se cobre a ponto de diariamente querer ser o profissional que mudará os rumos do seu campo de atuação. Em síntese, evite descartar ideias precipitadamente.

Se uma ideia aparentemente imatura brotar em sua mente, procure desenvolvê-la. Nesse sentido, converse com os colegas e faça pesquisas que possam te ajudar a amadurecê-la. Além disso, apresente-a para quem toma a decisão final sobre a implementação.

Importante: caso ouça “não”, mantenha a cabeça erguida e continue trabalhando em seus insights. Quanto mais vazão você der para sua criatividade, mais seu cérebro entende que pode continuar produzindo. Essa animação desperta a sensação de que está sendo mais criativo no trabalho e as ideias aparecem de forma espontânea.

 

4. Faça anotações

Esse é um hábito cultivado por profissionais que fazem da criatividade uma ferramenta de trabalho. Em outras palavras, saiba que publicitários, escritores, jornalistas e designers, por exemplo, andam com um caderninho a tiracolo. Aos olhos dos mais leigos, fazer anotações pode parecer um gesto trivial. A realidade, no entanto, é bem diferente.

Os melhores insights podem aparecer durante uma caminhada, ou no meio de uma conversa, ou quando estamos curtindo uma boa música. Entretanto, são imensas as chances de uma boa ideia se perder no universo. Logo, um bloquinho de notas, um caderninho ou até mesmo um aplicativo no smartphone tornam-se alternativas infalíveis para que possibilidades criativas não sejam esquecidas.

Cultive o costume de anotar frases que te chamem atenção, focos centrais de ideias e qualquer coisa que venha à mente e instigue o seu lado criativo. O mesmo hábito de passar as coisas para o papel, conforme você pode supor, vale para seus sonhos e projetos.

 

5. Entenda o problema antes de pensar na solução

Quando aparece um problema ou uma situação adversa, você é a pessoa que sai em busca de mil e uma soluções? Se a sua resposta for “sim”, saiba que está cometendo uma proatividade ineficiente. Para que perder tempo tentando resolver algo que você, de fato, ainda nem sabe o que é?

O primeiro passo é respirar, inspirar e não pirar. Em seguida, você terá o equilíbrio emocional para encarar o desafio de descobrir qual problema precisa realmente resolver. Evite gastar tempo e energia desenhando respostas inovadoras. Consequentemente, sua criatividade terá espaço para aflorar e encontrar soluções assertivas.

Se você chegou até aqui, certamente está com mais preparo para exercer seu lado criativo de forma correta. Agora, é contigo! Coloque essas dicas em prática e observe a evolução profissional acontecer. Desde já, a equipe do Controle de Ponto Digital Genyo te deseja todo sucesso possível!

09 mar 2021

BSC: conceitos, benefícios, desvantagens e indicadores

BSC

O BSC é uma metodologia indicada para empresas que almejam conquistar a excelência em suas formas de atuação. A evolução da concorrência, a busca por atender os anseios dos clientes e a necessidade de otimizar os processos internos são alguns dos fatores que tornaram o mercado exigente e implacável. Para lidar com essa situação, as organizações necessitam de estratégias que promovam inovação e, claro, engajamento.

Neste artigo, você experimenta um primeiro contato com essa ferramenta que pode se tornar fundamental para os seus negócios. Seus conceitos já fazem a diferença no cenário há cerca de três décadas. Logo, chegou o momento de refletir sobre a necessidade de dar esse passo tão importante.

Vamos lá?

 

O que é a ferramenta BSC

BSC é uma sigla em inglês para o conceito Balanced Scorecard. Em tradução livre, o termo passa a ser entendido como “Indicadores Balanceados de Desempenho”. Sua origem data de algum momento de 1992, pelas mãos e mentes de Robert Kaplan e David Norton, professores da Harvard Business School.

Em suma, BSC é uma metodologia de medição e gestão de desempenho desenvolvida para inovar o até então sistema de avaliação, que considerava apenas a perspectiva financeira.

Se caracteriza por ampliar a visão estratégica e não focar apenas nos indicadores econômicos e financeiros da empresa. Sua implementação é simples, não restritiva e precisa ser combinada com outras ferramentas, como análise 5W2H e SWOT.

Antes de seguirmos com a nossa conversa, é necessário frisar que o BSC é o antídoto para acabar com a miopia que, eventualmente, pode comprometer a visão estratégica de sua empresa. Dito isso, continue por aqui e aprofunde mais sobre esse assunto tão relevante para os seus negócios.

 

Quais são os indicadores de BSC

Já que uma metodologia jamais funcionaria de forma espontânea, o BSC carece de algumas engrenagens para promover a medição e a gestão de desempenho. Nesse sentido, Kaplan e Norton determinaram como indicadores um total de quatro perspectivas: aprendizado e crescimento, financeira, clientes e processos internos.

Abaixo, você confere uma explicação detalhada sobre cada um desses indicadores.

 

1. Perspectiva financeira

Basicamente, essa perspectiva se ocupa de analisar como as decisões estratégicas impactam a empresa. Para tal, é imprescindível traçar os objetivos financeiros a longo prazo, sempre pensando em planejamentos estratégicos que abranjam as demais perspectivas.

O sucesso dessa perspectiva pode ser medido pela lucratividade, bem como pelo crescimento da empresa e pelo aumento do valor para os stakeholders [acionistas, em tradução livre]. Por isso, é importante entender dois pontos:

  1. qual imagem a empresa deseja transmitir aos acionistas
  2. como os acionistas, de fato, a enxergam

Além disso, o gestor pode adotar os seguintes indicadores:

  • Aumento de receitas;
  • Redução de custos unitários;
  • Redução das despesas operacionais.

Todavia, se os resultados estiverem aquém do esperado, o problema pode ser reflexo de má definição, ou implantação, ou execução das estratégias.

 

2. Perspectiva do cliente

Aqui é verificada a atuação da empresa no mercado, bem como a satisfação dos clientes. É o momento de identificar e selecionar os resultados que serão avaliados, como aquisição, participação de mercado, retenção, satisfação e rentabilidade.

Considera fatores que realmente atraem esse público. Em outras palavras, você pode pensar nas características do produto. Desta forma, avalie funcionalidade, qualidade e preço do que é oferecido; a relação com o cliente, qualidade da experiência de compra e relações pessoais; e a imagem, ou seja, a reputação da organização no mercado.

Em suma, é imprescindível entender a visão dos clientes sobre a empresa. E o melhor jeito de descobrir essa resposta, segundo os autores, é entender os seguintes pontos:

  • Qual é o percentual de clientes que a empresa mantém relações comerciais? [Retenção de clientes]
  • Quantos novos clientes foram captados num determinado tempo?
  • Qual o nível de satisfação relativo a critérios previamente estabelecidos?

Além dos questionamentos acima, é preciso entender a lucratividade do cliente, ou seja, fazer a medição relativa ao lucro da empresa no nicho específico, incluindo os esforços necessários para atender o cliente.

 

3. Perspectiva dos processos internos

O objetivo dessa perspectiva é focar na qualidade dos processos realizados, bem como no grau de inovação inserido neles. É preciso analisar produtividade, tecnologia, custo e tempo de desenvolvimento, com foco na constante reparação de danos, melhoria e excelência dos processos.

O grande diferencial que o BSC reflete aqui é a aplicação de novas técnicas em diversas fases dos processos internos. A ideia é buscar acompanhar o desenvolvimento tecnológico e, consequentemente, conquistar posição de destaque no mercado. A eficiência, no entanto, é proporcional ao engajamento da equipe.

Kaplan indica três características indispensáveis para o desenvolvimento da perspectiva dos processos internos:

  • Inovação: atender as necessidades dos clientes, sempre pensando alguns passos à frente;
  • Operação: aprimoramento do custo, qualidade e tempo de resposta. A operação começa com o pedido do produto/serviço e termina na entrega;
  • Pós-venda: fundamental para uma empresa construir uma reputação saudável no mercado. Inclui garantias, consertos, comunicação, retorno e devoluções, por exemplo.

 

4. Perspectiva do aprendizado e crescimento

O papel dessa perspectiva é avaliar a satisfação interna dos colaboradores. Em outras palavras, é o momento de procurar estreitar as relações entre a empresa e o funcionário. Para isso, o gestor pode pautar os ativos intangíveis conquistados, isto é, aqueles que colaboram para o desenvolvimento da organização ao pensar em um futuro de sucesso.

Os objetivos e medidas de infraestrutura necessários para atingir com sucesso os objetivos também entram nesse aspecto. É preciso questionar constantemente a capacidade da empresa de crescimento e melhoria.

Entre os indicadores importantes para medir o sucesso dessa perspectiva estão a rotatividade de colaboradores, engajamento e satisfação. Além disso, o gestor também pode utilizar alguns pilares da gestão estratégica de pessoas, como capacitação e treinamentos.

 

As vantagens  do Balanced Scorecard

Desde que usado corretamente, o BSC entrega sete benefícios bem notáveis. O principal deles é a possibilidade de alinhar um planejamento estratégico, sempre em busca de objetivos definidos. O ganho aqui é a possibilidade de mensurar e gerenciar com mais minúcia as ações e medidas reais que ajudarão a alcançar as metas e objetivos traçados pela organização. As demais vantagens proporcionadas pelo Balanced Scorecard são:

  • Melhor visualização do futuro;
  • Upgrade contínuo na qualidade dos produtos e no desempenho dos colaboradores;
  • Favorece a comunicação clara, assertiva e o feedback entre a equipe;
  • Estimula a cultura do aprendizado, bem como a busca pelo conhecimento;
  • Agiliza a execução, monitoramento, medição e direcionamento dos planos de ação;
  • Permite a melhoria de resultados.

Conforme você deve ter percebido, o pacote de benefícios proporcionados pelo BSC é deveras interessante. Mas como todo processo costuma ser uma via de mão dupla, essa metodologia também apresenta algumas desvantagens. E, nesse sentido, é dever da equipe do Controle de Ponto Digital Genyo te apresentar o lado não benéfico do “Indicadores Balanceados de Desempenho”.

 

As desvantagens do BSC

Os calcanhares de aquiles do BSC são mais conceituais do que práticos. Afinal, o funcionamento desta ferramenta depende do devido preparo dos gestores. Em suma, os profissionais precisam de perícia técnica para identificar as eventuais falhas e, consequentemente, corrigi-las.

Outras desvantagens detectadas são as possíveis dificuldades de definição de objetos e indicadores não financeiros. A consequência aqui é a geração de indicadores que podem induzir a empresa a se comportar em função de um indicador em detrimento dos reais problemas da organização. Apesar dos pesares, no entanto, tudo é uma questão de adaptação, treinamento e engajamento.

Agora que chegou até aqui, você percebeu que os benefícios e ganhos superam quaisquer adversidades que possam comprometer a aplicação do BSC. Porém, o assunto ainda não acabou! Numa próxima conversa vamos entender todos os caminhos necessários para aplicar essa metodologia na empresa. Até lá!

04 mar 2021

Inteligência emocional: o que é e quais são suas vantagens

inteligencia-emocional

A psicologia utiliza o termo inteligência emocional (IE) para classificar o indivíduo que tem certa facilidade para identificar suas emoções, bem como seus sentimentos. Os reflexos de seu uso saudável reverberam em vários campos da vida, inclusive o profissional.

O termo estreou na literatura científica no ano de 1966, por meio de um artigo assinado pelo psicólogo americano Hanskare Leuner. A sua concepção, no entanto, foi aprofundada décadas depois, em 1989, pelo psiquiatra infantil Stanley Greenspani. Posteriormente, em 1990, os psicólogos Peter Salovey e John Mayer ajudaram a desbravar os conceitos e os empregos da IE.

Essas habilidades são influenciadas por uma combinação de vários traços de personalidade. Seus níveis mais elevados são associados a um sem-número de benefícios. Neste artigo, além de entender toda a parte conceitual da IE, você compreenderá como sua aplicação pode influenciar positivamente no dia a dia de trabalho.

 

O que é inteligência emocional?

Inteligência emocional é o nome que a psicologia usa para batizar o conjunto de competências relacionadas ao manejo das emoções. Em outras palavras, a IE é “como” e “quanto” conseguimos perceber, processar, compreender e gerenciar os aspectos emocionais que nos são caros.

De acordo com a neurociência, para entendermos o funcionamento do cérebro, podemos dividi-lo em dois. Nesse sentido, o lado esquerdo é o responsável pela compreensão lógica e raciocina das coisas, ou seja, lida com fatores relacionados à matemática, cognição, entre outros. Em contrapartida, o hemisfério direito se ocupa da compreensão emocional do mundo, isto é, trata dos sentimentos, intuição e subjetividades.

No contexto citado acima, desenvolver IE é conseguir entender o mundo por meio dos estímulos. Para isso, é necessário equalizar a utilização dos dois hemisférios do cérebro.

Por fim, não podemos nos esquecer que a inteligência emocional influencia, de forma positiva, a saúde física e mental. Nesse sentido, ela ajuda a prevenir distúrbios psicossomáticos, bem como transtornos de ordem psicológica, como ansiedade e depressão. Além disso, segundo a ciência, doenças cardíacas, câncer e diabetes, entre outras enfermidades, estão diretamente associadas a sentimentos/emoções não trabalhados corretamente pelo paciente.

 

IE e suas vantagens

A inteligência emocional tem como foco o desenvolvimento da habilidade de potencializar e gerenciar cada emoção, sempre buscando melhorias que impactam os relacionamentos interpessoais e as competências profissionais. Consequentemente, há um efetivo aumento na qualidade de vida em geral.

Caso consiga aplicar os fundamentos da IE diariamente, e de forma correta, o indivíduo desenvolve linhas de pensamento cercadas de ideias mais fluidas e ordenadas. Logo, as decisões serão tomadas de maneira menos impulsiva e mais objetiva. O controle emocional também possibilita o desenvolvimentismo de competências sociais. Essas habilidades constroem relacionamentos interpessoais saudáveis, respeitosos e longevos.

Outro ponto deveras notável é a abertura para o autoconhecimento. Afinal, a inteligência emocional ensina como reconhecer capacidades, bem como limites. A pessoa consciente das próprias habilidades e competências, consegue traçar metas e objetivos tangíveis, ou seja, não há brechas para planos que trazem mais frustração, desânimo e menos realizações.

 

Exemplos práticos de inteligência emocional

Indivíduos com IE desenvolvida sabem lidar melhor com personalidades pouco maleáveis ou mesmo com clientes mais exigentes. Como são bons ouvintes e têm empatia, os emocionalmente inteligentes propõem melhores soluções para problemas, conseguindo passar a confiança que o cliente precisa sentir para ficar satisfeito. A seguir, você confere algumas outras situações que envolvem exemplos práticos dessa habilidade.

 

Sabe ouvir feedbacks

Pessoas com inteligência emocional recebem feedbacks, tanto os positivos quanto os negativos, com mais facilidade. Isso ocorre porque elas não tomam a crítica como algo negativo e nem a levam para o lado pessoal. Em contrapartida, os elogios ouvidos embevecem bem menos aqueles que são emocionalmente preparados. A ideia aqui é fazer do feedback e das reuniões One-On-One os cenários perfeitos para melhorar.

 

Lida melhor com imprevistos

O indivíduo com inteligência emocional não se deixa abalar por imprevistos. Mesmo tendo os sentimentos negativos momentâneos, bem comuns nas adversidades, eles sabem que quaisquer situações podem ser contornadas.

As pessoas com IE desenvolvida conseguem inspirar, respirar e não pirar – simples assim. Consequentemente, sem muito espaço para o estresse, a produtividade no trabalho tende a ser bem mais satisfatória. Esses profissionais são indicados para gerenciar equipes de alta performance, pois, o autocontrole é uma habilidade indispensável para essa atribuição.

 

Gerenciamento de conflitos

Conflitos são bem comuns no dia a dia, inclusive no trabalho. Para lidar com essa situação tão corriqueira, há uma técnica relacionada à IE que é bastante eficaz. Nesse sentido, basta diminuir o volume da voz sempre que o interlocutor aumentar o dele. Outro método é ficar em silêncio diante de alguém visivelmente nervoso ou alterado.

Essas técnicas, de fato, parecem bem simples. Porém, é preciso muito controle emocional para colocá-las em prática. Em suma, os emocionalmente inteligentes são ótimos conciliadores e colaboram para a manutenção de um ambiente positivo.

 

Considerações finais

Os profissionais que conseguem desenvolver inteligência emocional são cada vez mais valorizados no mercado. Afinal, reconhecer suas próprias limitações e trabalhar para ser tolerante com as falhas dos outros são capacidades acessíveis apenas aos que estão na constante busca pela excelência. Além do mais, esses indivíduos conseguem manter um constante estado de vigilância.

Já o indivíduo que não desenvolve habilidades de IE, inevitavelmente, tende a ser uma pessoa que perde o controle facilmente. O tal do “de pavio curto” afasta as pessoas e reflete negativamente na sua imagem pessoal e profissional, prejudicando seus relacionamentos interpessoais. Consequentemente, a pessoa “estourada” costuma amargar fracassos retumbantes em todos os campos da vida.

Se chegou até aqui, você compreendeu a importância de saber equilibrar razão e emoção. Num próximo artigo, além de te contar mais sobre esse tema tão importante, nós da equipe de Controle de Ponto Digital Genyo iremos te dar dicas definitivas sobre como desenvolver a sua inteligência emocional.

22 fev 2021

Tudo o que você precisa saber sobre produtividade marginal

produtividade marginal

O termo “produtividade marginal” pode, de fato, soar de maneira pejorativa ou pouco criteriosa, segundo as percepções dos mais leigos. A verdade, no entanto, é que estamos lidando com um conceito da economia neoclássica. Nesse sentido, não há motivos para gerar preocupações acerca de possíveis situações irregulares.

Mas será que esse tipo de produção relativamente pouco comentada na mídia acontece aí na sua empresa?

Neste artigo, você aprende tudo o que precisa saber sobre produtividade marginal. Além da definição, conversaremos sobre cálculos e usos práticos. Por fim, esse tema de nome tão inusitado será desmistificado de uma vez por todas.

Agora, vamos para nossa dose semanal de conhecimento!

 

O que é produtividade marginal

A produtividade marginal [Pmg] corresponde à variação na produção que resulta da utilização de uma unidade diferente do fator de produção, mantendo constantes a quantidade de outros insumos como, por exemplo, a matéria-prima e os equipamentos utilizados nos processos. Dessa forma, o produto final aumenta ou diminui conforme a variação das entradas (input) de novos elementos nos processos de produção.

Esse conceito é utilizado para entender o equilíbrio entre as receitas de venda e os custos de produtos ou serviços. É importante conhecer a produtividade marginal do seu negócio, pois, se no fim das contas os custos da empresa excedem a receita de vendas, acontece a perda de dinheiro.

Antes de continuarmos com o assunto da produtividade marginal, há um esqueminha de definições que você precisa entender:

  1. Produto total: quantidade do produto que se obtém da utilização do fator variável, mantendo-se fixa a quantidade dos demais fatores.
  2. Produto marginal: relação entre as variações do produto total e as variações da quantidade utilizada do fator.
  3. Produto médio: resultado do quociente da quantidade produzida pela quantidade utilizada desse fator.

Agora que as diferenças entre os produtos estão claras, chegou a hora de conferir uma importante etapa da jornada do entendimento sobre produtividade marginal. Vamos lá?

 

Como calcular a produtividade marginal?

Para calcular a produtividade marginal, você vai usar a fórmula Pmg = Δ Y / Δ X.
Confira abaixo a explicação das variáveis:

  • Pmg = produtividade marginal
  • Δ Y = variação de saída [variação no output]
  • Δ X = variação de entrada [variação no input]

Deu um nó na cabeça aí? Não se preocupe! O segredo é encarar a matemática como ciência que usa números e equações para explicar o mundo.

Filosofia à parte, vamos conferir um exemplo prático desse cálculo. Acompanhe abaixo:

Uma confecção com 15 colaboradores produz 700 camisas. Graças à contratação de um novo funcionário, mas utilizando as mesmas máquinas, a produção sobe para 707 peças. De acordo com a fórmula que vimos acima, qual será o valor da produtividade marginal? Observe o cálculo:

  • 707 – 700 (variação no output) = 7
  • 16 – 15 (variação no input) = 1
  • 7 / 1 = 7 peças por cada trabalhador adicional

O valor calculado permite descobrir o número de unidades produzidas por um novo trabalhador contratado na empresa, a chamada produtividade marginal. No exemplo acima, em vez de 15 trabalhadores, a empresa passou a contar com 16, obtendo assim um novo volume de produção. Não tem segredo! Após calcular o valor das variações, divide-se a output pela input. O resultado é a Pmg, ou seja, a produção aumenta em 7 camisas por trabalhador adicional.

Viu só como a produtividade marginal pode ser interessante para um negócio? Agora, vamos entender uma importante relação entre esse tipo de produção e os lucros de uma empresa.

 

Como maximizar lucros com produtividade marginal

Primeiramente, devemos internalizar dois conceitos básicos da administração. Ambas definições foram retiradas do site Dicionário Financeiro, glossário que abrange investimento, finanças pessoais, empreendedorismo e carreira.

  • Custo marginal: alterações causadas no custo total para uma mudança unitária na quantidade produzida.
  • Receita marginal: é o adicional rendido à empresa com um aumento da produção obtida com uma unidade extra.

Com base nessas diretrizes, o conceito de produtividade marginal pode ser o fio da meada para determinar a quantidade ideal de funcionários e equipamentos que a empresa precisa para operar de maneira plena. A seguir, você confere a simulação de uma avaliação de contratação.

  • Uma empresa fatura R$ 1700,00 em receitas
  • A contratação de um trabalhador extra vai custar R$ 1250,00
  • A chegada do novo trabalhador vai gerar um ganho líquido de R$ 450,00

Logo, a contratação desse funcionário pode acontecer tranquilamente. Em outras palavras, a mão de obra dele vai aumentar a receita de maneira deveras satisfatória.

Bem interessante essa possibilidade de maximizar os lucros com a produtividade marginal, concorda? Porém, a exemplo de boa parte dos fundamentos da economia, sempre há o outro “lado da moeda”. A seguir, vamos conversar sobre quando esse tipo de produção pode ser nociva.

 

A produtividade marginal decrescente

Para avaliar se vale a pena investir na produtividade marginal, você deve entender que se o “custo marginal” for superior à “receita marginal”, a empresa pode começar a ter prejuízos. Quando há esse resultado pouco desejável, temos a produtividade marginal decrescente.

Em síntese, se um determinado insumo é aumentado o suficiente para superar o volume de produção, a produtividade marginal passa a ser desinteressante. O exemplo clássico para ilustrar essa situação pode ser visto na indústria agrícola. Para tal, vamos considerar dois fatores de produção:

  1. extensão de terra
  2. quantidade de trabalhadores

Considere que a plantação é feita sempre no mesmo terreno e com as mesmas técnicas de plantio. Assim, a única forma possível para aumentar a produção é contratar mais colaboradores. Logo, ao acrescentar um trabalhador a mais na lavoura, a produção total irá aumentar. Se adicionar um segundo lavrador, contudo, a produção irá aumentar, mas em um nível menor do que a adição anterior.

A situação descrita acima acontece porque a extensão da terra é a mesma. Portanto, o segundo trabalhador contratado não vai conseguir gerar a mesma produtividade adicional dos trabalhadores anteriores. Em outras palavras, quando toda a extensão da terra já está sendo utilizada, o acréscimo na produção ao aumentar o número de membros na equipe vai diminuindo sucessivamente. Por isso, se considera que esse sistema apresenta produtividade marginal decrescente.

Agora que chegou até aqui, certamente você já tem os caminhos para implantar a produtividade marginal de forma eficiente aí na sua empresa. Desde já, a equipe do Controle de Ponto Digital Genyo deseja sucesso total nos seus processos. Até a próxima!

15 fev 2021

4 métodos para aumentar a produtividade no trabalho

produtividade no trabalho

Desenvolver uma boa produtividade no trabalho é um dos objetivos mais preciosos que você, colaborador, precisa ter em sua carreira. Em suma, essa habilidade ajuda a elevar o seu nível profissional, bem como os padrões de qualidade dos serviços ou produtos da empresa em que você trabalha.

Para ser produtivo, no entanto, é preciso saber como fazer do tempo um aliado. Essa gestão saudável torna o profissional mais atrativo para o mercado, bem como aumenta suas chances por melhores salários.

Mas, como anda a sua produtividade? Se “te sobram tarefas no final de cada jornada”, este artigo é indispensável. Ao longo desta nossa conversa, você ficará por dentro de alguns métodos que te ajudarão a produzir mais, sem fazer hora extra ou desperdiçar preciosas horas de trabalho.

Ah, antes de tudo, só preciso deixar claro que este não é um texto de autoajuda. O conteúdo que você consumirá abaixo é todo trabalhado em bases científicas. Está pronto para os novos ares? Então, continue comigo e não se arrependerá.

 

Como aumentar a produtividade no trabalho?

Num artigo recente, nós conversamos sobre a técnica Pomodoro, uma infalível metodologia de gestão de tempo. A boa notícia, no entanto, é que há várias outras formas para ser produtivo. Nesse sentido, cá estamos para te apresentar 4 metodologias para você aumentar a sua produtividade no trabalho e, consequentemente, fazer suas tarefas sem estresse. Vamos lá?

 

1. Princípio de Pareto

O Princípio de Pareto, ou lei 80/20, é um método que lida com a relação “causa/consequência”. Segundo esse método, 80% dos efeitos surgem a partir de 20% das causas.

Bastante polivalente, essa proporção pode ser aplicada em vários campos da vida. Todavia, vamos trazer esse raciocínio para o dia a dia de trabalho. Nesse sentido, pense em duas possibilidades:

  • 20% dos seus esforços produzem 80% dos seus resultados.
  • 20% das suas distrações resultam em 80% da improdutividade.

Com essas proporções em mente, concluímos que se trata de uma metodologia que orienta as pessoas que se distraem facilmente e têm dificuldade de agir. Em outras palavras, quem sabe usar o Princípio de Pareto, troca a procrastinação pelo aumento da produtividade no trabalho.

Por fim, mas não menos importante: não há a necessidade de programas específicos para trazer a Lei 80/20 para a sua realidade. É mais uma questão de auto avaliar o grau de influência que os problemas que tornam um profissional improdutivo exercem no seu dia a dia. Posteriormente, basta você adotar as medidas apropriadas para solucioná-los e, consequentemente, aumentar a sua produtividade no trabalho.

 

2. Método Kanban

O método Kaban é indicado para quem começa muitos projetos, mas não consegue terminar quase nem um. Conforme sua tradução livre, o termo “kaban” significa “cartão”. Por ser muito imagético e fácil de usar, facilmente é confundido com outras ferramentas de gestão. Então, desde já, mentalize que essa metodologia não é uma variação para to do list, bem como não é sinônimo para a filosofia de trabalho just-in-time.

Desenvolvido pela montadora de carros Toyota, esse sistema de controle de produção ou gestão de tarefas tem como variáveis a “agilidade” e o “visual”. Esses princípios básicos podem ser definidos no esquema abaixo:

  • Ser ágil: gerenciar as tarefas com rapidez, acompanhando o ritmo de trabalho de equipes que possuem entregas com prazos bem apertados e definidos.
  • Ser visual: funciona com a ajuda de um esquema de colunas e cartões (que podem ser coloridos), facilitando a visualização do que precisa ser feito por todos os membros da equipe.

Na prática, você deve organizar um quadro com as respectivas colunas: “por fazer”, “em andamento” e “concluído”. Em cada uma, adicionam-se as tarefas que se encontram nos respectivos estágios de desenvolvimento, mudando de coluna conforme seu progresso.

Essa representação visual te ajuda a identificar todas as atividades pendentes, definir prioridades e, por fim, gerenciar melhor o seu tempo. O mercado oferece softwares para o método Kaban. Porém, nada impede a confecção artesanal do painel e dos cartões.

 

3. Lei de Parkinson

Você já deixou uma tarefa para os “45 do segundo tempo” e acabou “levando o serviço para a prorrogação”? Não se preocupe, pois, esse hábito é tão ruim quanto é antigo. Prova disso é que, em 1955, o historiador Cyril Northcote Parkinson publicou um artigo, no The Economist, sobre esse assunto.

De acordo com Parkinson, “o trabalho expande-se de modo a preencher o tempo disponível para sua realização”. Em outras palavras, se uma tarefa tiver que ser realizada dentro de 15 minutos, você não medirá esforços para cumprir o prazo. Em contrapartida, se essa mesma tarefa tiver sido estipulada para ser cumprida em um dia, você gasta todo o tempo disponível para também respeitar o deadline.

A boa notícia, no entanto, é que você precisa apenas dos quatro passos abaixo para se beneficiar da Lei de Parkinson.

  1. Crie um senso de urgência em suas tarefas: isso vai te tirar de sua zona de conforto, bem como te dará mais tempo de qualidade e foco.
  2. Estabeleça metas ousadas: elas te impulsionam a fazer o que deve ser feito, mesmo que apareçam as distrações e os infames “ladrões de tempo”.
  3. Monte uma agenda: organize o seu dia, simples assim. Chega de perder tempo com o pensamento “o que farei agora?”. Determine horários e compromissos pré-estabelecidos.
  4. Relaxe: o descanso é mais que justo. Aproveite bem os seus intervalos interjornada e intrajornada.

Viu só como gestos considerados banais podem ajudar a aumentar a produtividade no trabalho?

 

4. Getting Things Done [GTD]

Você é do tipo de pessoa que pensa em várias coisas de forma simultânea, mas no final do expediente quase nada saiu do campo das ideias? Se a sua vida profissional é sufocada pelo conceito “Tudo Ao Mesmo Tempo Agora”, presente em um dos discos dos Titãs, o método Getting Things Done [GTD] é o que você precisa. Afinal, ser produtivo não significa fazer mais, mas sim aproveitar melhor o tempo. Para isso, é preciso ter a mente tranquila.

Inventando pelo norte-americano David Allen, consultor e instrutor em produtividade, o GTD existe há mais de 30 anos. Com o tempo, Allen reuniu diversos aprendizados e técnicas de produtividade em um livro chamado “Getting Things Done” – ou “A arte de fazer acontecer”, em português.

Em suma, o GTD se baseia em cinco passos. Observe abaixo como fazer as coisas acontecerem:

  • Coletar: é o momento de “tirar da cabeça todas as ideias e lembranças de coisas a fazer e passar para algum lugar mais confiável”. Nesta lista, você vai elencar obrigações, tarefas, projetos, objetivos e tudo o que requer sua atenção.
  • Processar: analise cada uma das coisas que coletou e decida o que fazer, o que delegar e o que vai virar projeto.
  • Organizar: organize suas listas! Tudo que for relacionado à sua vida pessoal, por exemplo, vai para uma listinha chamada “trabalho”. No diretório “pessoal”, inclua os assuntos pessoais.
  • Revisar: chegou a hora de fazer a revisão de todo o sistema. A ideia aqui é atualizar as informações e obter perspectivas.
  • Executar: não é só pegar a tarefa e terminá-la. É ter o engajamento para executar, naquele momento, a coisa mais importante que deveria estar fazendo.

Depois que usar o GTD, você descartará frases como “24 horas é pouco!” ou “fiz tanta coisa, mas parece que não fiz nada”.

 

A importância de ter produtividade no trabalho

Se você chegou até aqui, percebeu que ser produtivo é algo totalmente alcançável. Basta se organizar e usar as metodologias acima com bastante foco e atenção. O primeiro passo, inclusive, pode ser dado exatamente agora.

Os bons níveis de produtividade no trabalho farão de você um profissional mais engajado e melhor posicionado no mercado. Consequentemente, serão maiores as suas chances de conquistar cargos de liderança e, sobretudo, confiança. Em suma, o desempenho exemplar é fundamental para a construção de uma carreira longeva, vitoriosa e inspiradora.

Agora que terminamos essa conversa, que tal começar a colocar tudo isso em prática? Desde já, saiba que a equipe do Controle de Ponto Digital Genyo te deseja todo sucesso possível.

08 fev 2021

Como aplicar a gestão estratégica de pessoas na sua empresa?

gestão estratégica de pessoas

Gestão estratégica de pessoas pode até parecer um conceito complexo relacionado à área de Recursos Humanos. Essa trinca de palavras, no entanto, é duma importância imensurável para uma empresa.

Para começar, essa forma de gerenciamento humaniza a relação entre empregador e empregado. Em outras palavras, a figura do colaborador deixa de ser um número no fechamento de folha de pagamento e ganha contornos de total relevância. Dessa forma, o funcionário percebe o cuidado que lhe é dedicado e, consequentemente, retribui com performances que rendem melhores resultados.

Em contrapartida, a organização melhora sua presença nos scores do mercado e consegue abrir portas para melhores investimentos e parcerias. Além disso, a firma torna-se mais atrativa para talentos, ou seja, cria situações cada vez mais propícias para formar equipes de alta performance.

Em síntese, estamos falando de um processo que é bom para todos os envolvidos com uma determinada empresa. Afinal de contas, sempre é recomendável ter relações diretas ou indiretas com quem é bem cotado no cenário. E, então? Você já pratica a gestão estratégica de pessoas? Neste post você encontra todas as informações necessárias para aplicar esse processo tão interessante aí nos seus times.

Vamos lá?

 

A importância da gestão de pessoas para uma organização

A gestão estratégica de pessoas é imprescindível para o desenvolvimento de uma organização. Essa contemporânea metodologia de gerenciamento pessoal reúne práticas que incentivam o desenvolvimento do capital intelectual de uma determinada empresa. Afinal de contas, esse é o ativo mais importante que um negócio pode ter.

Mas como tirar essas ideias tão revolucionárias do papel? Primeiramente, é preciso entender que não há fórmulas prontas. Nesse sentido, o fio da meada é entender e aplicar algumas diretrizes. A boa notícia, entretanto, é que se você continuar por aqui, logo vai aprender como implantar a gestão estratégica de pessoas aí na sua empresa.

 

6 passos para aplicar gestão estratégica de pessoas na empresa

Como qualquer processo, a gestão estratégica de pessoas precisa de alguns esforços para acontecer. A boa notícia, no entanto, é que não estamos falando de práticas fora do alcance de um profissional de Recursos Humanos devidamente qualificado.

O fio da meada, a propósito, é conhecer e saber como praticar os 5 pilares da gestão estratégica de pessoas. Só para refrescar um pouco a memória, aqui vão eles:

  1. Motivação
  2. Processos de liderança
  3. Treinamento e desenvolvimento profissional
  4. Trabalho em equipe
  5. Comunicação assertiva

O esqueminha acima é didático, bem como intuitivo. Com essa base em mente, e sobretudo, na prática, você não terá turbulências com o uso dos 6 passos para aplicar a gestão estratégica de pessoas na empresa. Agora, vamos a eles.

 

1. Compreender os objetivos da empresa

Em primeiro lugar, é necessário entender os reais objetivos da empresa e como os Recursos Humanos estão sintonizados com a trinca “missão, valores e visão”.

Exemplo prático: se a diretoria planejar expandir alguma área de atuação ou até mesmo concentrar esforços em um novo produto, o RH não pode ter muitas dores para entender quais competências e perfis profissionais são recomendados para atender às demandas da nova empreitada. Posteriormente, a motivação, os treinamentos e a comunicação serão trabalhados de forma bem mais dinâmica.

 

2. Mapear as habilidades e competências técnicas dos colaboradores

Conhecer os colaboradores é indispensável para fazer uma eficiente gestão estratégica de pessoas. Nessa etapa, você conseguirá entender de que maneira os colaboradores atuais colaboram com o cumprimento das metas e dos objetivos. Além disso, observará as habilidades técnicas e perfis comportamentais deles.

Você também entenderá quais funcionários são especialistas em áreas específicas. Um momento interessante para mapear essas habilidades é durante a análise de avaliação de desempenho.

Outro conhecimento importante proporcionado por esse estudo gira em torno das barreiras evolutivas e oportunidades de desenvolvimento profissional. Com essas informações em mãos, ficará bem mais fácil elaborar um plano de ação para aproveitar os pontos fortes e resolver as fraquezas dos membros dos times.

 

3. Prever as necessidades da organização

Chegou o momento de estimar os requisitos futuros organizacionais. Para fazer essa previsão, você vai usar a clássica relação abaixo:

  • Demanda – faça uma estimativa de quantos funcionários com as habilidades específicas serão essenciais para atender às necessidades futuras da empresa.
  • Oferta – tenha conhecimento sobre os colaboradores que estão atualmente disponíveis para ajudar a empresa a atingir seus objetivos estratégicos.

Com esses conhecimentos é possível determinar quais cargos deverão ser abertos e quais competências serão necessárias, a longo prazo, para que o plantel atual possa assumir as responsabilidades futuras. Além disso, você entenderá se a experiência dos colaboradores está sendo bem utilizada.

 

4. Conte com ferramentas para automatizar a gestão estratégica

Identifique os problemas que dificultam o desenvolvimento do funcionário no trabalho. Para isso, é necessário promover auditorias das ferramentas utilizadas e entender quais delas podem ajudar na automatização e economia de tempo em etapas burocráticas.

Se o fechamento da folha de ponto demanda muito tempo, por exemplo, o controle de ponto digital é a solução que você precisa para tornar sua gestão de pessoas mais leve e dinâmica.

 

5. Faça avaliações e ações corretivas

Crie um cronograma para revisar a sua gestão estratégica de pessoas. Essas avaliações vão acompanhar o progresso alcançado e também identificarão os pontos de melhoria.

 

6. Mantenha a equipe treinada e motivada

O treinamento e a motivação da equipe são dois pilares da gestão estratégica, lembra? Então, essas bases devem ser constantes na empresa. Afinal de contas, o colaborador que conhece suas atribuições e domina as ferramentas de trabalho, inevitavelmente, é mais produtivo e entrega melhores resultados.

Já a motivação, como você pode supor, vai além de pagar salários compatíveis com o mercado. O colaborador realmente motivado é aquele que tem a voz ouvida, bem como enxerga que a empresa incentiva crescimento profissional, entre outras coisas.

Se você chegou até aqui, certamente, já tem todo um direcionamento para aplicar a gestão estratégica de pessoas aí na sua empresa. Agora, basta traçar as estratégias que vão otimizar os seus processos de gerenciamento. Dessa forma, sua equipe vai entregar melhor desempenho e, consequentemente, resultados mais satisfatórios. Desde já, a equipe Genyo te deseja sucesso total no desenvolvimento de seus processos!

02 fev 2021

5 indicadores de produtividade individual em uma empresa

indicadores de produtividade

Os indicadores de produtividade são indispensáveis para o desenvolvimento eficiente do trabalho de um gestor de pessoas. Essas ferramentas ajudam a mensurar o desempenho dos funcionários, bem como ilustram o desenvolvimento dos processos internos de uma empresa. Além disso, tais formas de monitorias direcionam tomadas de decisões como, por exemplo, contratação ou demissão.

Mas… E aí, na sua empresa? Você conta com essa ferramenta para fazer o trabalho de gestão? Se a sua resposta for “não”, nunca é tarde para começar!

Este artigo apresenta uma porção de informações pertinentes sobre esse assunto. Em síntese, nós da equipe do Blog Genyo te apresentaremos os melhores exemplos de indicadores para medir o nível de desempenho dos membros de seu time. Por fim, as boas ideias irão pairar sobre o seu planejamento e, consequentemente, a sua gestão de pessoas nunca mais será a mesma.

Vamos lá?

 

O que são indicadores de produtividade?

Com origens no termo em inglês Key Performance Indicator [KPI] (Indicador-Chave de Desempenho, em tradução livre), os indicadores de produtividade são as variáveis utilizadas para mensurar a evolução das operações de uma organização. Entre outras aplicabilidades, ajudam a monitorar o desempenho dos funcionários.

Os KPIs são obtidos a partir de parâmetros comparativos entre o produto ou serviço gerado pela organização e os recursos que foram empregados para a produção. Um dos insumos necessários nos processos é a mão de obra do funcionário. A seguir, vamos conversar sobre os indicadores que te ajudarão a mensurar o desempenho de cada um dos membros de sua equipe.

 

5 KPIs para monitorar a produtividade dos funcionários

O sucesso de um produto ou de um serviço prestado está diretamente relacionado ao desempenho dos funcionários. Por isso, o gestor de pessoas precisa saber mensurar as performances profissionais dos membros de sua equipe.

Conforme supracitado em outro momento deste post, esse trabalho é guiado pelos KPIs. A seguir, você confere 5 exemplos de indicadores para monitorar a produtividade aí no seu time.

 

1. Pontualidade

Aqui não é exatamente sobre o funcionário chegar na hora certa e bater ponto todos os dias. A pontualidade como KPI diz respeito ao cumprimento de prazos. Nesse sentido, o gestor deve avaliar se as entregas de tarefas respeitam o deadline estipulado durante as reuniões de planejamento.

Para conseguir monitorar a pontualidade com as entregas, você precisa conhecer todos os detalhes das funções desempenhadas por cada colaborador. Dessa forma, são evitadas as avaliações injustas e os feedbacks equivocados.

Imprevistos acontecem, bem como contratempos. Quando os prazos não são respeitados com muita frequência, no entanto, pode ser que haja alguns problemas com gestão de tempo no trabalho.

Se você detectar que um funcionário ou outro apresenta muita dificuldade com as entregas, evite medidas enérgicas logo num primeiro momento. Vá com calma. Procure entender a situação, dialogar e direcionar soluções. Afinal de contas, as conversas construtivas podem impedir demissões precipitadas.

 

2. Velocidade nos processos

Esse indicador de produtividade é complementar ao primeiro desta lista. Porém, a velocidade para desenvolver os processos está relacionada à questão da organização de tarefas. Em outras palavras, quanto mais “perdido” o funcionário for, mais dificuldade ele terá para zerar a sua to do list.

Em suma, esse KPI te ajuda a detectar tudo que é tipo de “ladrão de tempo”, incluindo a procrastinação e distrações externas. Geralmente, esse tipo de situação acontece quando há dificuldade em organizar tarefas. Para melhorar os números desse indicador, você pode sugerir metodologias de gerenciamento de tempo, incluindo a Técnica Pomodoro.

 

3. Incidência de erros

O erro é uma condição sine qua non da existência humana, isto é, nenhum de nós consegue passar pela vida sem errar. Logo, um deslize aqui e outro ali são razoavelmente aceitáveis no dia a dia de trabalho. As falhas constantemente repetidas, no entanto, podem comprometer a produtividade de um funcionário, bem como a imagem do produto ou da empresa.

Nesse sentido, considere os erros que são cometidos com um certo grau de incidência. Uma vez que a empresa oferece treinamentos e ferramentas de trabalho, e o funcionário conhece bem as suas tarefas, não há motivos para que a mesma falha seja uma insistente constante.

Para resolver esse problema, é preciso conhecer a sua raiz. Será que há influência de fatores externos no desempenho do colaborador? E se esse erro for uma peça de um “efeito dominó” que começa em outros setores da equipe? Vale a reflexão, concorda?

Por isso, procure conversar e entender a situação. É preciso manter a calma, conhecer os detalhes do problema, ouvir a voz do colaborador, contar com toda ajuda possível para buscar a solução e dialogar com os responsáveis do setor. Em outras palavras, antes de adotar medidas enérgicas, como demissão, faça uma investigação profunda e descubra as causas e as soluções do problema.

 

4. Redução de custos

Eis um KPI muito interessante para avaliar a produtividade de um funcionário. Afinal de contas, os custos gerados nunca podem superar os lucros. Nesse contexto, o funcionário que consegue conter gastos ajuda a reduzir os custos operacionais da empresa.

Como observar esse indicador de produtividade? Simples: cada detalhe da rotina do colaborador, tende a evidenciar a preocupação dele com o orçamento. Em outras palavras, observe o cuidado e preocupação do funcionário com os materiais e equipamentos de trabalho.

Será que as impressões são feitas de maneira sustentável? O computador fica ligado na hora do intervalo intrajornada? O último a sair da sala ou do escritório apaga as luzes? A longo prazo, esses pequenos gestos podem fazer uma imensa diferença nas despesas com escritório.

 

5. Qualidade do produto ou do serviço

Esse KPI é monitorado com a ajuda da principal razão de ser de um negócio: os clientes. Ouvir a voz do consumidor final é um fator indispensável para a conquista dos melhores resultados.

Esse indicador de produtividade pode ser observado nas informações obtidas nas pesquisas de satisfação. Se os índices de reclamações, pedidos de trocas de produtos, reprovação do serviço prestado forem altos, a sua equipe está oferecendo um trabalho aquém do desejado. Outro fator importantíssimo é a nota recebida nos atendimentos. Nesse sentido, se a média de pontuação for baixa, o seu time não entrega uma boa experiência ao público.

Para ser justo, no entanto, lembre-se de implantar programas de treinamentos. Além disso, é indispensável manter os funcionários atualizados sobre os hábitos do consumidor e tendências do cenário .

Se você chegou até aqui, certamente passou a ter um direcionamento para lidar com as análises de produtividade na sua equipe. Agora, basta traçar as suas estratégias e dar um plus na gestão de pessoas. Desde já, a equipe do Controle de Ponto Digital Genyo deseja sucesso total para o desenvolvimento de seus processos.