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03 set 2020

Relógio de ponto eletrônico ainda vale a pena?

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Ir até o relógio de ponto e fazer os registros de entrada, pausas e saídas e uma das tarefas permanentes da to do list do colaborador de uma empresa. Independente se o trabalho é in loco ou em home office, o registro de jornada é uma das obrigatoriedades que validam a relação entre empregador e funcionário.

No post de hoje, vamos conversar sobre o relógio de ponto eletrônico, uma das ferramentas de gestão de jornada mais usada no mercado. Mas será que ainda vale a pena investir nessa tecnologia que não é tão barata? Na era da internet das coisas e da busca pelo ecologicamente correto, qual é a necessidade de usar um equipamento que imprime comprovantes de papel?

Se esses questionamentos são centelhas para suas reflexões, não feche a janela de seu navegador. Ao longo deste texto, você ficará mais antenado nesse assunto e conhecerá a ferramenta que trará inovação no departamento pessoal da sua empresa.

Simbora?

 

Quais são os tipos de controle de ponto eletrônico

Lembra ou já ouviu falar da época em que o relógio de ponto era mecânico era o método de comprovar a jornada diária de trabalho? Me refiro aos equipamentos em que o colaborador colocava seu cartão e fazia suas batidas de ponto.

Por ser propenso à fraudes, demandar muito tempo do funcionário, comprometer a precisão do fechamento da folha, entre outras coisas, esse sistema caiu em desuso. Seguindo seu curso natural, a tecnologia inovou com a criação do relógio de ponto eletrônico.

Essa metodologia, no entanto, pode ser feita com vários equipamentos. Antes de conhecê-los, no entanto, você precisa saber a resposta da pergunta abaixo:

 

Como funciona o relógio de ponto eletrônico?

O funcionamento simples: o sistema registra todos os horários da jornada de trabalho dos colaboradores por meio de relógios de ponto ou de equipamentos devidamente apropriados. Na prática, o registro de jornada funciona assim:

  • Quando chega na empresa, o colaborador registra a entrada;
  • No horário de almoço, ele registra o início e fim da pausa;
  • Ao término da jornada, é batido o ponto da saída;
  • Para cada uma dessas batidas, o colaborador recebe um comprovante impresso.

Todas as informações são enviadas para o departamento pessoal, que cuida dos detalhes de fechamento da folha de ponto. No final do mês, o colaborador analisa e assina sua folha.

Agora que você compreendeu o funcionamento dessa metodologia, confira os tipos de equipamentos eletrônicos para controle de ponto.

 

Cartão magnético

No final dos anos anos 90 foi implementada a ideia de usar o crachá de identificação do funcionário como cartão magnético de ponto. Esse acessório contém um chip que o identifica no sistema quando dá entrada, pausa ou saída do trabalho.

Por mais que tenha automatizado os processos, graças à redução do tempo gasto para fazer as batidas de ponto, essa tecnologia apresenta duas falhas gravíssimas:

  1. É passível de fraudes, pois um funcionário pode usar o cartão do colega;
  2. O desgaste natural dos cartões gera custos operacionais.

Atualmente com poucos adeptos, essa tecnologia ainda é usada em algumas empresas.

 

Relógio de ponto biométrico

Esse equipamento faz a contagem de ponto com base na leitura da impressão digital do colaborador. Como essa variável é única para cada indivíduo, as possibilidades de fraudes são nulas.

As marcações de ponto são armazenadas na memória do relógio, que imprime um comprovante para cada batida realizada.

Para fazer o fechamento da folha, é preciso exportar essas informações para um outro software. A necessidade de um espaço físico para a instalação desse aparelho, bem como as eventuais filas para bater ponto, também são características negativas.

Além do gasto com bobinas de papel, esse equipamento também tem custos de manutenção, instalação e compra. Um relógio fabricado por uma marca bem conceituada no mercado não custa menos do que R$1000,00 (mil reais).

 

O relógio eletrônico é a melhor opção de controle de ponto?

Analisando friamente, não é. Além da geração desnecessária de comprovantes – como é o caso do relógio biométrico, você leu linhas acima que essa tecnologia tem outros fatores que comprometem a relação custo x benefício.

Dito isso, qual é a solução? Simples: o controle de ponto digital!

Assim como o relógio de ponto eletrônico, a modalidade digital também está entre as alternativas de controle de jornada autorizadas pela Portaria 377 MTE. Além disso, essa tecnologia também é devidamente preparada para impedir fraudes e tem várias outras vantagens. Se você quer saber qual controle de ponto é o ideal para sua empresa, continue comigo!

 

Genyo, a solução digital para substituir o relógio de ponto eletrônico

No mercado brasileiro de ferramentas de gestão, o Genyo é a melhor opção de controle de ponto digital. Trata-se de uma tecnologia trabalhada na praticidade. Para você ter uma ideia, não são necessários mais do que 10 minutos para começar a usar.

Além de não ter que gastar dinheiro para comprar/alugar e instalar um relógio na parede da sua empresa, a aplicação do Genyo não demanda manutenções técnicas. Para melhorar tudo, o sistema funciona no computador e oferece aplicativo grátis para Android e iOS. Na prática, isso quer dizer que o seu colaborador pode bater ponto usando o próprio telefone celular.

E as boas novas não param por aí! O software possui funcionalidades milimetricamente planejadas para deixar a gestão da jornada de trabalho ainda mais completa.

Por ser digital, o Genyo dispensa o uso do comprovante impresso. Todas as informações sobre os registros de ponto ficam armazenadas em um sistema seguro e acessível com poucos toques. É possível saber o local exato de onde foram registradas entradas, pausas e saídas, bem como solicitar a identidade do colaborador por meio de uma foto. 

Viu só como é possível fazer controle de ponto com segurança, praticidade e flexibilidade? Não desperdice o tempo DP de sua empresa com longas horas dedicadas ao fechamento da folha de ponto do mês. Não tenha medo de inovar e adote, agora mesmo, esse serviço que é inteligente até no nome. 

03 set 2020

Desafios do RH na pandemia: quais são e como superar?

rh na pandemia

Março de 2020 pode considerado o mês divisor de águas do século XXI. Em razão dos problemas de ordem sanitária que assombram o mundo, nada mais será igual que antes. A pandemia do Covid-19, responsável pelo Coronavírus, inevitavelmente, já começou a definir os rumos da sociedade.

O campo empresarial, como não poderia ser diferente, tem sentido os reflexos da crise. Na luta pela sobrevivência, atividades dos mais variados setores se reinventam dia após dia, sempre buscando adaptar-se ao cenário. Afinal de contas, a extinção do emprego pode desencadear um efeito dominó que começa no colapso na economia e termina nas mazelas sociais.

Nesse contexto de renovação e crise na saúde, os profissionais da área de recursos humanos encaram uma série de desafios. O que é o popular “novo normal”? Como fazer para que a gestão de pessoas não se perca nesse mar de incertezas? Nesta conversa de hoje, você ficar por dentro dessas questões, bem como encontra respostas para seus questionamentos.

Vamos lá?

 

Os impactos do novo normal nos rumos do RH

Para lidar com a pandemia da Covid-19, a Organização Mundial de Saúde (OMS) determinou uma série de protocolos e diretrizes a serem rigorosamente seguidos. O uso de máscaras de proteção, a constante higienização das mãos e de objetos estão entre as medidas estabelecidas pelo órgão.

Por mais que busquem conter os avanços do coronavírus, essas ações alteram hábitos de comportamento de modo geral. Além de impactar aspectos da vida pessoal dos cidadãos, o chamado novo normal tem causado mudanças e reflexões intensas na área de gestão de pessoas nas empresas. Nesse cenário, o RH encara o momento de crise como uma fase de adaptabilidade.

Para compreender essas mudanças, sem sofrer abalos, confira a seguir algumas novas realidades impulsionadas pela crise do Coronavírus.

 

Home office: a alternativa que virou tendência

O trabalho remoto deixou de ser uma alternativa para virar tendência. Regulamentado com a Reforma Trabalhista de 2017, o home office é a alternativa legal que muitas empresas encontraram para continuarem ativas e, sobretudo, respeitando a questão do isolamento social.

Trabalhar à distância requer disciplina, organização e responsabilidade. Para que o andamento da empresa não saia dos trilhos, recomenda-se que o Head de Operações de RH elabore materiais informacionais e educativos acerca das boas práticas e obrigações do teletrabalho. Mesmo trabalhando de casa, o controle de ponto continua sendo o primeiro item da lista de tarefas diárias de um funcionário. É 100% importante conscientizar os colaboradores sobre a necessidade de cumprir essa determinação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

 

Promover a valorização do capital humano

Máquinas, tecnologias de ponta e insumos de alta qualidade são, sem sombra de dúvidas, engrenagens importantes para o funcionamento de uma empresa. Sem o capital humano, no entanto, essas peças perdem muita relevância. Isso acontece porque sem a mão de obra do colaborador, não há diferenciais competitivos.

Cientes dessa realidade, as empresas buscam formas para que os funcionários sintam-se acolhidos e fundamentais. Com a chegada da Covid-19, questões de saúde mental tornam-se obstáculos ainda mais difíceis de serem superados. Observe, a seguir, três dos muitos gatilhos que podem abalar o emocional do trabalhador:

  • Incerteza de continuar no emprego;
  • Ansiedade para que tudo volte ao normal;
  • Preocupação em superar metas e alcançar resultados.

Como lidar com essas questões? A solução é menos complicada do que parece, pois, com empatia, transparência e tecnologia, é possível gerenciar qualquer eventual crise interna.

Por meio de videoconferências, para os que estão em regime de trabalho remoto, é possível organizar reuniões periódicas para esclarecer as mais variadas situações. É importante, por exemplo, abrir o jogo sobre a saúde financeira da empresa, perspectivas de mercado e posicionamentos acerca da pandemia.

Outras interessantes formas de valorização do capital humano são as implementações do People Analytics e das reuniões One-On-One, metodologias que humanizam a gestão de pessoas e estreitam a relação entre empresa e colaborador.

Por fim, mas não menos importante: a comunicação interna! Uma ótima ferramenta gratuita para esse tipo de mensagem é o Yammer, rede social corporativa. Essa plataforma permite interações, curtidas e até criação de grupos fechados. Além de publicar comunicados, o RH pode enaltecer trabalhos bem feitos, dar dicas de leitura, exercícios físicos, entre outras coisas. Se o assunto for mais sério, entretanto, o ideal é clássico e-mail corporativo. No final das contas, o importante é fazer o trabalhador sentir que sua voz é ouvida.

 

Analisar dados e mapear comportamentos

Um dos efeitos colaterais da pandemia é a crise econômica. Empresas de todos os portes e segmentos sentem os reflexos e preparam suas estratégias para continuar operando.

Surge neste recorte a necessidade de preparar times de colaboradores para colocar em prática as estratégias traçadas para minimizar danos. O aproveitamento inadequado de uma equipe, no entanto, pode acarretar em consequências desastrosas. Segundo especialistas, 85% dos resultados positivos estão ligados à capacidade de se comunicar e bom relacionamento interpessoal.

Diante disso, a empresa precisa conhecer ainda mais o colaborador. Entender quais são as principais qualidades, o “calcanhar de Aquiles” e outras características é uma habilidade fundamental para o bom andamento das coisas. E é aí que entra em cena a capacidade analítica do RH. Com sua base de dados, o setor consegue mapear produtividade, clima organizacional, assiduidade, turnover, entre outros fundamentos que possam revelar à empresa o perfil profissional de seus funcionários.

 

Existirá RH pós pandemia?

Sim, claro que sim! A exemplo dos demais setores de uma empresa, a área de recursos humanos terá que se adaptar aos novos cenários.

Segundo o fundador e CEO do Grupo Empreenda, consultoria empresarial, Cesar Souza, uma lista de desafios espera a gestão de pessoas no mundo pós-pandemia. Nesses novos tempos, o profissional de RH precisará de habilidades para conduzir situações que causarão impacto na cultura organizacional da empresa.

Entre os desafios estão a implementação dos protocolos de segurança, para os casos dos eventuais retornos de trabalho in loco, e o estímulo à inovação. Além disso, não podemos esquecer do gerenciamento dos processos de desligamento de um maior contingente de desligamentos.

Para lidar com tantas mudanças, o setor terá que e adotar valores mais humanos como, empatia e resiliência. A mudança no modus operandi já é inevitável. E aí, vai encarar?

19 ago 2020

Controle de ponto biométrico não é indicado em Covid-19

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O controle de ponto por biometria é bem comum no mercado de trabalho. Apesar de moderna, essa tecnologia não foi planejada para evitar a transmissão de vírus e bactérias. Sendo assim, em razão da pandemia de Covid-19, o sistema biométrico passa a ser uma ameaça, pois aumenta as chances de contaminação.

Uma vez que o novo coronavírus é capaz de sobreviver, até por 24h, em superfícies, e as nossas mãos são uma das portas de entrada dessa doença, as placas acrílicas que coletam a biometria facilitam a infecção. Já que desde março de 2020 as coisas não serão como antes, é prudente rever o uso dessa metodologia de controle de ponto. Afinal de contas, uma empresa não pode usar equipamentos que coloquem a saúde das pessoas em risco.

Já que o mesmo relógio biométrico serve a todos os colaboradores, e “bater ponto” é a primeira tarefa da to do list de um funcionário, como evitar que essa ferramenta seja responsável por facilitar a propagação dessa doença tão terrível? No texto de hoje, além de descobrir essa resposta, você é apresentado à solução inteligente que redefinirá a questão do controle de ponto aí na sua empresa.

Vamos lá?

 

Controle de ponto biométrico, a tecnologia que pode propagar o Coronavírus

De acordo com especialistas, manter as mãos limpas e secas é a principal profilaxia para diminuir as chances de contágio do Coronavírus. Apesar desta medida de prevenção, que deve ser rigorosamente levada a sério, a mão continua sendo porta de entrada para o Covid-19.

Muitas empresas usam o controle de ponto biométrico para gerenciar a jornada de trabalho dos colaboradores. Você concorda que, dentro da realidade atual, o controle de ponto biométrico passa a ser um problema?

Diante da iminente abertura para algumas atividades, sobretudo as comerciais, alguns negócios sairão – ainda que parcialmente – da modalidade de trabalho home office. Neste cenário, seu negócio não pode servir de ponte entre o Covid-19 e a sociedade. Pode soar como exagero, mas não passa nem perto disso. Observe o seguinte esquema:

  • Sua empresa se adequa aos protocolos e está pronta para voltar a funcionar, dentro da atual normalidade;
  • Uma de seus funcionários está contaminado, mas é assintomático;
  • Desconhecendo sua real condição, ele vai trabalhar e bate ponto no relógio biométrico;
  • Por um deslize, ele se esqueceu de lavar as mãos e meteu o dedo sujo no leitor de biometria;
  • Na sequência, outro colaborador são bate ponto e possivelmente tem contato com o vírus.

 

A próxima cena

Como você já pode imaginar, é o alto risco de mais gente da equipe sair contaminada logo no primeiro dia de retorno às atividades. Uma única pessoa que sair contaminada da empresa, tende a espalhar a doença por onde quer que passe. Viu só como a situação é mais delicada do que parece?

Gerenciar as horas trabalhadas é obrigação legal de um empregador, ou seja, o seu time de colaboradores continuarão tendo que bater ponto. Mas se a pandemia torna uma tecnologia tradicional relativamente insalubre, qual é a solução para a questão do controle de ponto das empresas? Continue por aqui, pois, te conto tudo isso mais a seguir.

 

Controle de ponto digital: a solução saudável, legal e moderna

Vivemos na era em que o smartphone pode ser visto como ferramenta de mil e uma utilidades, inclusive para trabalho. Uma das peculiaridades desse equipamento é o aspecto individual de seu uso, ou seja, não é comum sair encostando os dedos nas telas alheias por aí. Sendo assim, é considerado baixo o risco de contágio de Covid-19 por celular.

A volta ao trabalho in loco requer uma série de medidas protetivas. Conforme você viu linhas acima, o controle de ponto biométrico pode comprometer a segurança física de seus funcionários. Então, qual é a solução para monitorar as horas trabalhadas? A resposta é bem simples: o controle de ponto digital. 

Com alguns poucos comandos, o departamento pessoal tem ciência de todos os relatórios que mapeiam a jornada de trabalho da equipe. Além de otimizar a gestão de pessoas de uma empresa, o controle de ponto é um serviço regulamentado por lei e que fornece informações e dados de forma bem prática.

 

Genyo, o controle de ponto digital inteligente até no nome

No mercado Brasileiro, o sistema de controle de ponto Genyo é o mais eficiente. Bastante intuitiva, a plataforma disponibiliza estratégias em tempo real sobre o desempenho de um funcionário. Com esses dados em mãos, a empresa consegue medir o termômetro de engajamento de seus colaboradores.

O software possui funcionalidades incríveis para facilitar a sua gestão de pessoas. Como funciona de forma eletrônica, o programa dispensa os papeizinhos que detalham as entradas, pausas e saídas do funcionário. Em tempos de responsabilidade socioambiental, nada melhor do que alinhar sustentabilidade com controle de ponto.

Disponível para Android e  iOS, a Genyo tem um aplicativo que funciona diretamente no celular do colaborador. Já que o smartphone é de uso estritamente pessoal, conforme conversamos linhas acima, sua empresa ganha uma ferramenta a mais para evitar a propagação do Coronavírus.

Viu só como é possível encontrar segurança, praticidade e flexibilidade no mesmo app? Então, não perca mais tempo! Adote aí na sua empresa, hoje mesmo, essa tecnologia que é genial até no nome!